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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Tetraneto de Bezerra de Menezes converte-se a Cristo e desmente o Evangelho segundo Allan Kardec


Entrevista com Antonio R. Bezerra de Menezes Filho 
Matéria publicada na Revista Resposta Fiel, em março/2002.
Antonio Roosevelt Bezerra de Menezes Filho (Foto), 43 anos, tetraneto de Adolfo Bezerra de Menezes, um dos fundadores e primeiro presidente da Federação Espírita no Brasil (FEB), nasceu em uma família que sempre seguiu o kardecismo.

Envolvido com a doutrina, ele psicografava, tinha revelações e contato com os mortos.  Na adolescência, ele conheceu outras religiões e seitas. Praticou yoga e artes marciais. Envolveu-se com a ideologia da Nova Era, buscando poder e realizações da mente. Antonio acreditava que Jesus era um ser iluminado e um alvo a ser atingido.

Analisando a Congregação Cristã no Brasil



INTRODUÇÃO 


A Congregação Cristã no Brasil (daqui pra frente CCB), é uma organização religiosa quase evangélica, dizemos quase devido as suas inúmeras doutrinas contraditórias que mais se modelam com heresias de inúmeras seitas pseudocristãs. A bem da verdade, uma grande porcentagem delas o são! 


Muitas das características encontradas nas seitas que lhes fazem ser identificadas como movimentos heterodoxos são também encontradas na CCB, exemplo disso é a crença (não de todos) de que salvação só na CCB. Mas por outro lado a CCB a primeira vista parece ser uma denominação cristã normal como todas as outras, possuem os mesmos hinos, defende o uso da Bíblia, apesar de não incentivar seus membros ao estudo da mesma, possuem usos e costumes nas vestimentas, seu credo doutrinário é impecável (se bem que na prática o negócio é diferente), etc... 

Tudo isso ao invés de ser louvável é apenas um laço para os evangélicos menos esclarecidos que pensam poder ter comunhão e considerar-se irmãos junto com os membros da CCB. Entre eles existe até uma expressão que se tornou conhecida entre muitos; para eles nós somos, "os primos" e estamos, "à beira do caminho" da salvação, por que o caminho na verdade, só se encontra na CCB! 

Você precisa fazer parte da "irmandade"! Com essa aparência de "cristã" eles conseguem angariar através de um proselitismo desonesto (pois são contra o evangelismo), membros de outras denominações evangélicas, os métodos são variados mas o mais usado é o método do sonho e da profecia. 

Chegam a ponto de profetizar e sonhar falsamente como se fosse Deus chamando as pessoas para sair do que eles chamam de "seitários", para encontrar a "graça" na Congregação. É claro que um neófito na fé que não sabe distinguir entre uma revelação falsa e verdadeira, é presa fácil. 

Geralmente quando percebem um novo convertido de outra denominação o primeiro passo é lançar dúvidas sobre sua igreja, alertando que lá os pastores cobram dízimos e que modo de saudação está errado, após isso tratam logo de lançar-lhe um convite para uma visita em sua igreja, daí é só um passo para o re-batismo. 

Após a pessoa se tornar um "congregado" e entrar para a "irmandade", ele já se sente superior aos demais crentes, é o primeiro sintoma de quem se filia a CCB! Por isso, fazem jus ao apelido que lhes dão de, "pescadores de aquário." 

Organização 

Existe uniformidade doutrinária que é mantida através de assembléias anuais, onde é reunidos o corpo sacerdotal (anciãos, cooperadores e diáconos) por três dias. A princípio estas eram realizadas apenas na cidade de São Paulo, porém o número de pessoas fez como que tivessem que ser regionalizadas. 

Atualmente acontecem em cinco locais diferentes do país (norte, nordeste, centro-oeste, sudeste e sul). 

Mantém uma cultural oral, não tem publicações (só o relatório anual), não recomenda a leitura de literatura específica, somente a Bíblia. 

Não existe cobrança de dízimo e nenhum cargo é remunerado. O resultado das coletas realizadas mensalmente é dirigido para construção de templos, obras de caridades e viagens missionárias. Entretanto não é a direção da igreja que decide o percentual de valores a ser empregado em cada um dos itens, mas o próprio fiel que, querendo dá sua oferta, indica onde quer que seja empregado. 

A Congregação não participa de atividades políticas e não indica candidatos. 

A administração material é centralizada, em grandes pólos regionais e praticamente inexiste autonomia das congregações locais. Não se sabe o número de membros pois não há estatística a respeito. Seu crescimento pode ser dimensionado através do número de construção de templos, que na cidade de São Paulo tem correspondido a uma média de 1.3 por mês. 

Desde sua fundação até o momento, onde nós sabemos, há duas dissidências, a "Cristã Universal Independente" e a "Congregação Cristã do Brasil Renovada". 

HISTÓRICO 

O fundador da "Congregação Cristã no Brasil, Louis Francescon, nasceu em Cavasso Nuovo, província de Udine, Itália, em 29 de Março de 1866. Ainda jovem imigrou-se para os Estados Unidos da América onde teve seu primeiro contato com o evangelho de Cristo através da igreja Valdense. 

Logo após, fundou com a ajuda de alguns crentes a igreja Presbiteriana Italiana, no entanto seu questionamento sobre o batismo por aspersão não permitiu tão pouco sua permanência nessa denominação, desligando-se dela algum tempo depois. Em 1907 quando florescia nos E.U.A o movimento pentecostal, Francescon tomou conhecimento dele através do pastor batista Willian H. Durham um dos pioneiros do movimento pentecostal sendo batizado no Espírito Santo nesse mesmo ano. 

Em 1909, Louis Francescon e seu companheiro Giacomo, também pioneiro do movimento pentecostal na Itália, por mandamento divino, chegam a Argentina e posteriormente ao Brasil em 8 de Março de 1910. 

 Tendo começado em São Paulo e no Paraná fundaram de inicio uma igreja com vinte pessoas re-batizadas, oriundas de diversas denominações evangélicas tais como: Batistas, Presbiterianas, Metodistas e curiosamente apenas um católico. Seu campo de pregação se deu principalmente entre colônias italianas, o movimento se espalhou depois por todo o território nacional. 

AVERSÃO À ASSEMBLÉIA DE DEUS 

A CCB tem aversão a todas as denominações evangélicas que não rezam pela sua cartilha, mas em particular com sua parceira no pioneirismo pentecostal a "Igreja Evangélica Assembléia de Deus". 

O grande engano da feiticeira de En-Dor



Autor: Robson T. Fernandes

“Então disse Saul aos seus criados: Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de feiticeira, para que vá a ela, e consulte por ela. E os seus criados lhe disseram: Eis que em En-Dor há uma mulher que tem o espírito de adivinhar” (1 Samuel 28:7)

Os espíritas afirmam que em 1 Samuel 28:7–20 está relatado um fato que prova pela Bíblia que a comunicação com os mortos é possível.
 O caso da feiticeira de En-Dor vem causando em algumas pessoas alguma confusão, no entanto, vamos fazer algumas análises para podermos concluir se o ocorrido realmente está de acordo com a Palavra de Deus.
 Primeiro, queremos observar que Deus condena esse tipo de prática (Ex 22:18, Dt 18:9-12). Sabendo disso por que é que Deus permitiria que Samuel voltasse para falar com Saul, ainda mais através de um método que Deus abomina?
 Segundo, devemos notar que Deus não estava se comunicando com Saul de nenhuma forma mais, e provavelmente, este, sentindo-se desamparado deve ter pensado: “Eu preciso de ajuda, se Deus não me responde o Diabo vai me responder”. E foi justamente a oportunidade de ouro que Satanás procurava para plantar as suas mentiras.
 Terceiro, Saul não viu a Samuel com seus próprios olhos: “Entendendo Saul que era Samuel” (1 Sm 28:13,14). A médium é quem transmitia a mensagem do suposto Samuel para Saul. Saul deduziu que o vulto que subia da terra, ao qual ele não via, era o profeta Samuel. É justamente o que acontece hoje nas sessões espíritas.

sábado, 11 de junho de 2011

Chico Xavier está no inferno


A imprensa brasileira celebra o lançamento do filme onde se comemora os 100 anos do nascimento do médium espirita Chico Xavier.

Francisco Cândido Xavier, nasceu em Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte, era filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier. Chico Xavier como mais tarde veio a ser conhecido, foi educado na fé católica. Chico teve seu primeiro contato com a doutrina espírita em 1927, após fenômeno espiritual verificado com uma de suas irmãs. Desde então, passou a estudar e a desenvolver sua mediunidade que, como relata em nota no livro Parnaso de Além-Túmulo, somente ganhou maior clareza em finais de 1931. O seu nome de batismo Franciso de Paula Cândido foi dado em homenagem ao santo do dia de seu nascimento, tendo sido substituido mais tarde pelo nome paterno de Francisco Cândido Xavier. Ao romper com o catolicismo romano Chico escreveu

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Reencarnação em Conflito

A doutrina da reencarnação é a coluna dorsal do espiritismo Kardecista. É ela o alicerce onde todos os demais postulados erigidos por Kardec se apóia. Tal é a sua importância para o espiritismo que é considerada como um dogma mesmo (Livro dos Espíritos, nº 171 e 222). Depois de sua morte em 1870, foram gravadas as seguintes palavras em seu túmulo: “nascer, morrer, renascer de novo e progredir sem cessar: esta é a lei”.

Carlos Imbassay – um dos apologistas do espiritismo – reconhece que ela é de importância capital para o espiritismo.

Se portanto, tirarmos a reencarnação de debaixo da doutrina kardecista todo o edifício desabará, só sobrarão cacos.



O Que é Reencarnação e Qual a sua Finalidade?

Etimologicamente, reencarnação significa “tornar a tomar corpo, ou vivificar um corpo novo”. Consiste no fato de uma alma ou um espírito, que após ter animado um corpo e ter-se libertado deste pela morte, passar a dar vida a um outro corpo inteiramente novo. É o mesmo que “palingenesia”, pluralidade de existências, vidas sucessivas, transmigração da alma. Também é um refinamento da “metempsicose”.

Allan Kardec define desta manera: “a reencarnação é a volta da alma à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ela e que nada tem de comum com o antigo” (O Livro dos Espíritos, pág. 67)

A finalidade da reencarnação consiste em: 1º) progresso e evolução dos espíritos e 2º) expiar faltas cometidas em vidas passadas. (op.cit. pergunta 167)


As Incoerências da Reencarnação

Veremos agora que esta doutrina não é só incoerente do ponto de vista bíblico como também filosófico e cientifico.

sábado, 5 de junho de 2010

"Quem foi que apareceu a Saul em 1 Samuel 28.7-25?"



Preliminarmente, ressaltamos, que o capítulo 28 de 1 Samuel, a começar do seu versículo 7 até o 25, foi escrito por uma testemunha ocular; logo, por um dos servos de Saul que o acompanhou à necromante: vv.7,8. Freqüentemente, esses servos eram estrangeiros e quase sempre supersticiosos, crentes no erro - razão por que o seu estilo é tão convincente. Esta crônica que é parte da história de Israel, pela determinação divina, entrou no Cânon assim como os discursos dos amigos de Jó (42.7), as afirmações do autor de "debaixo do sol" (Ec 3.19) e a fala da mulher de Tecoa (2 Sm 12.2-21), que são palavras e conceitos meramente humanos. A confusão gerada pelo assunto exposto no texto é porque foi analisado o ponto de vista do servo de Saul. Todavia, sobre a questão se Samuel falou ou não com Saul, a Bíblia é bem clara e tem argumentos definidos para desmentir todas e quaisquer afirmações hipotéticas e asseverações parapsicológicas a seu respeito. Examinaremos alguns desses argumentos e veremos a impossibilidade de ter sido Samuel a pessoa com quem falou Saul:1

1. Argumento gramatical (v.6): "... o Senhor... não lhe respondeu". O verbo hebraico é completo e categórico. Na condição que Saul estava, Deus não lhe responderia e não lhe respondeu. O fato é confirmado pela frase: "... Saul... interrogara e consultara uma necromante e não ao Senhor...", 1 Cr 10.13,14.

2. Argumento exegético: v.6. Nem por Urim - revelação sacerdotal (w.14,18), nem por sonhos - revelação pessoal, nem por profetas - revelação inspiracional da parte de Deus. Fosse Samuel o veículo transmissor, seria o próprio Deus respondendo, pois Samuel não podia falar senão por inspiração. E, se não foi o Senhor, não foi Samuel.

3. Argumento ontológico. Deus se identifica como Deus dos vivos: de Abraão, de Isaque, de Jacó: Êx 3.15; Mt 22.32. Ne¬nhum deles perdeu a sua personalidade e sua integridade. Seria Samuel o único a poluir-se, contra a natureza do seu ser, contra Deus e contra a doutrina que ele mesmo pregara (1 Sm 15.23), quando em vida nunca o fez? Impossível.
4. Argumento escatológico. O pecado de Samuel tomar-se-ia mais grave ainda, por ter ele estado no "seio de Abraão", tendo recebido uma revelação superior e conhecimento mais exato das coisas encober¬tas, e não tê-las considerado, nem obedecido às ordens de Deus: Lc 16.27-31. Mas Sa¬muel nunca desobedeceu a Deus: 1 Sm 12.3,4.

5. Argumento doutrinário. Consultar os "espíritos familiares" é condenado pela Bíblia inteira. Logo, aceitando a profecia do pseudo-Samuel, cria-se uma nova dou¬trina, que é a revelação divina mediante pessoas ímpias e polutas. E, além disso, para serem aceitas as afirmações proféticas como verdades divinas, é necessário que sejam de absoluta precisão; o que não acontece no caso presente.

6. Argumento profético: Dt 18.22. As profecias devem ser julgadas: 1 Co 14.29. E essas do pseudo-Samuel não resistem ao exame. São ambíguas, imprecisas e infundadas. Vejamos:

a) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (1 Sm 28.19), mas se suicidou (1 Sm 31.4) e veio parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade: 1 Sm 31.11,13. Infelizmente, o pseudo-Samuel não podia prever este detalhe;

b) não morreram todos os filhos de Saul ("... tu e teus filhos", 1 Sm 28.19) como insipua essa outra profecia obscura. Ficaram vivos pelo menos três filhos de Saul: Isbosete (2 Sm 2.8-10), Armoni e Mefibosete: 2 Sm 21.8. Apenas três morreram, como anotam clara e objetivamente as passagens seguintes: 1 Sm 31.26 e 1 Cr 10.2-6;

c) Saul não morreu no dia seguinte ("... amanhã... estareis comigo", 1 Sm 28.19). Esta é uma profecia do tipo délfico, ambígua. Saul morreu cerca de dezoito dias depois: 1 Sm 30.1,10,13,17; 2 Sm 1.13. Afirmar que a palavra hebraica "mahar" (amanhã), aqui, é de sentido indefinido, é torcer o hebraico e a sua exegese, pois todos vão morrer mesmo, em "algum dia" no futuro, isto não é novidade;

d) Saul não foi para o mesmo lugar que Samuel ("...estareis comigo", 1 Sm 28.19). Outra profecia inversossímil: interpretar o "comigo" por simples "além" (Sheol), é tergiversar. Samuel estava no "seio de Abraão", sentia isso e sabia a diferença que existe entre um salvo e um perdido. Jesus também o sabia, e não disse ao ladrão que estava na cruz: "Hoje estarás comigo no além (Sheol)", mas sim no "Paraíso". Logo, Samuel não podia ter dito a Saul que este estaria no mesmo lugar que ele: no "seio de Abraão". Porque com o ato abominável e reprovado de Saul em consultar uma feiticeira e não ao Senhor, foi completamente anulada a sua possibilidade de ir para o mesmo lugar de Samuel - o "seio de Abraão".

Ainda notamos este absurdo, analisando a palavra "médium" (heb), que é traduzida em outras versões por "espírito adivinhador" ou "espírito familiar" e no texto grego (LXX) por "engastrimuthos", que significa ventríloquo, isto é, um de fala diferente, palavra que indica a espécie de pessoa usada por um desses espíritos.

Assim concluímos que:

• Não foi Samuel quem apareceu e falou com Saul, mas sim um espírito demoníaco.

• Nenhum morto por invocação humana pode aparecer ou falar com alguém, e quanto mais Samuel.

• Todas as predições do pseudo-Samuel estavam deturpadas. Nada se cumpriu. Isto é um verdadeiro contra-senso, visto que, Samuel quando em vida, "nenhuma só das suas palavras caiu por terra". 1 Sm 3.19.

• Quem pratica tais coisas, a saber, invoca os mortos, consulta necromantes, está sendo logrado pelas artimanhas de Satanás.

• Deus é Deus dos vivos e não dos mortos: Mt 22.32. Assim, aqueles que invocam os mortos estão indo de encontro a essa lei básica e bíblica.

• Não existe, portanto, neste trecho nenhuma similaridade ou abertura para supostos fundamentos de doutrinas heréticas. Ademais, todos esses argumentos provam categoricamente a impossibilidade de tais pensamentos. A Bíblia é a verdade.

Fonte: Livro - "A Bíblia Responde" - Editora CPAD

O espiritismo nega a existência do Céu

O espiritismo nega a existência do Céu como lugar de felicidade

A felicidade dos espíritos bem-aventurados não consiste na ociosidade contemplativa, que seria, como temos dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa inutilidade (“O Céu e o Inferno”, p. 722. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Em que se deve entender a palavra céu? Achais que seja um lugar, como aglomerados, sem outra preocupação que a de gozar, pela eternidade toda, de uma felicidade passiva? Não; é o espaço universal; são os planetas, as estrelas (“ O Livro dos Espíritos”, p. 250. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética


Os espíritas zombam da idéia do céu como lugar de felicidade eterna. Costumam citar João 14.2: Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E dizem: A casa de meu Pai é o Universo; as diversas moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem estâncias adequadas ao seu adiantamento (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, p. 556. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

O texto citado de João 14.2 conclui da seguinte forma: vou preparar-vos lugar; e no versículo 3 afirma: para que onde eu estiver estejais vós também.

Ora, daí se nota que, primeiro, o céu é um lugar e, segundo, os que pertencem a Jesus estarão no mesmo lugar onde Jesus foi. E sabemos que Ele foi para o céu e sentou-se à direita de Deus (Mc 16.19; Hb 8.1; Ap 3.21). Jesus prometeu mais que os seus estariam onde Ele estivesse (Jo 17.24). Paulo falou da sua esperança celestial (Fp 3.20-21); o mesmo falou Pedro (1 Pe 1.3).

Fonte: Serie Apologética Vol. 2 - Ed. ICP

Quantas vezes o homem morre?

A apologética Kardecista vive tentando fugir de evidência Bíblica contra o raciocínio reencarnacionista. Dentro da cosmovisão teológica cristã, o texto mais contundente encontra-se em Hebreus 9.27 que arvora:

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo”

Diante de um texto tão destrutivo ao pensamento espírita, argumenta os apologistas do espiritismo:

“A passagem de Hebreus 9.27 é citada inúmeras vezes, como argumento contra a Reencarnação... No Novo Testamento é narrada a ressurreição da filha de Jairo, do filho da viúva de Naim e de Lázaro. Se de fato houve essas ressurreições, vale dizer que Eles morreram DUAS vezes! E aí, como ficamos diante da afirmativa citada?”
*

Quais sãos os problemas que precisamos responder então?


1°) - Como fica o caso das pessoas na Bíblia que morreram e ressuscitaram pela intervenção de um milagre? Afinal de contas ao morrerem, elas morreram duas vezes?

2°) – E as pessoas que morreram e ressuscitaram, foram julgadas duas vezes? A lógica aqui é – se ao morrer eu sou julgado, como fica então os que morreram duas vezes – eles tiveram dois julgamentos?


"... ordenado morrerem ..."


Donald Guthrie argumenta que: “O texto explicita que a morte em si é inevitável (é isso que o autor de Hebreus quer salientar). Ninguém está isento dessa experiência "debaixo do sol". A diferença entre a morte de Cristo e todos os demais indivíduos é que a de Cristo foi voluntário (João 10.18), ao passo que para todos os demais seres humanos ela é ordena (apokeitai) – Armazenada para eles” - (isso por causa do "salário do pecado" - Rm 3.23).

Cabe aqui salientar a observação relevante feita por Guthrie sobre a palavra “ordenada” - No grego "apokeitai" significa armazenada para eles. Esse contexto não corrobora com a interpretação de que o homem não poderia morrer e ressuscitar pela intervenção Divina (Ou mesmo pelo uso de um desfibrilador). O que vemos no conjunto textual do original grego é que a morte não é simplesmente "ordena ao homem", mas "ARMAZENADA PARA O HOMEM".

“...uma só vez...”


Aqui se encontra a parte do versículo mais problemática, pois a apologética kardecista alega que as pessoas que ressuscitaram e voltaram a morrer teriam morrido duas vezes – enquanto o texto fala que o homem deve morrer uma só vez.

Guthrie comenta o seguinte: “ao fazer a comparação entre todos os homens e Cristo, o escritor começa com um fator comum: Ele morreu uma só vez, consideração esta que é repetida mais de uma vez. O que há de mais relevante nesta declaração é que a morte agora é declarada no passivo, tendo-se oferecido...”

Jesus se ofereceu uma única vez para redimir os homens da morte. O contraste do texto é para frisar esse fato – Jesus se ofereceu uma vez para libertar o homem da morte. O texto mostra que a morte quando efetivada, se não acontecer nenhum milagre da parte de Deus, é o caminho que todos devem passar, vindo depois disso o juízo de Deus.

Quanto aos milagres de ressurreição, eles foram feitos pelo poder e vontade exclusiva de Deus - ou seja - Ele interferiu na morte de alguém, dando àquele indivíduo mais tempo de vida. Claro, mas todos os que ressuscitaram no VT e no NT voltaram a morrer - cumprindo o designo humano e o texto de Hebreus 9.27 - " E, como aos homens está armazenado (ou guardado) morrerem uma só vez, vindo depois o juízo ".

Outro fato interessante de notarmos é a doutrina Escatológica. Ela mostra que nem todos irão preceder aos que morrem, mas muitos não experimentarão a morte, sendo arrebatados para a glória de Deus (I Ts 4.15). Isso explicita que o texto bíblico de Hebreus tem duas exceções: No caso de pessoas que morreram e foram ressuscitadas e o caso do arrebatamento da Igreja – Mas em nenhum dos dois casos de exceção existe brecha para a doutrina reencarnacionista.

“...vindo depois o juízo”

As palavras “vindo depois o juízo” não visam dar a entender que o julgamento ocorre imediatamente após a morte, mas que o julgamento deve ser esperado subsequentemente à morte. O juízo aqui (krisis) aludido é o juízo final. Esse juízo não será aplicado a um conjunto de vidas, mas a uma única vida - a uma única existência (por isso a importância de aproveitarmos para chegar-nos a Deus no dia de hoje - Hb 3).

Conclusão:

Toda pessoa que morre fisicamente, sabe que não voltará a viver aqui novamente como afirmam os adeptos do espiritismo. A Bíblia é categórica nesse sentido e afirma que ninguém viverá por duas, três ou mais vezes, mas só uma única vez. Não há reencarnação, ninguém após a morte volta a viver nesse mundo outra vez em outro corpo qualquer.

A vida que Deus deu ao homem é para ser desfruta neste mundo apenas uma vez. Não se pode confundir ressurreição com reencarnação. Os mortos podem ressuscitar, mas não se reencarnar em outro corpo. Deus deu uma palavra, e ela será mantida:

"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" (Hb 9.27).


Nossa vida é única e intransferível diante de Deus. Somos responsáveis diretos por todas as decisões e atitudes que tomamos.

Se a reencarnação fosse verdade, não teria sentido Jesus ter narrado a história do rico e do Lazaro. A Bíblia não teria sentido, a própria vida não teria sentido.

A Bíblia fala de ressurreição, e não de reencarnação. O conselho prático seria aceitarmos a revelação de Deus na bíblia para nossas vidas e negarmos o engodo da reencarnação.

* http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070727223347AAwCufE

Fonte de pesquisa

livro "Hebreus" - Editora Mundo Cristão.

Livro "Morte e Vida no Além" - Moisés Carneiro

Fonte: http://www.cacp.org.br

sábado, 8 de maio de 2010

ESPIRITISMO KARDECISTA - SERÁ QUE REENCARNAMOS?

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"Estou na minha vigésima primeira encarnação!", afirmou categoricamente uma senhora para um ministro do evangelho. Talvez você já ouviu pessoas afirmarem algo parecido. Essa doutrina espírita, ensinada por povos pagãos e codificada por Allan Kardec, no século XIX, encanta pessoas sinceras e desesperançosas. Como expressou uma senhora que havia perdido seu filho num acidente, "quer coisa melhor do que eu reaver esse filho numa outra vida, talvez como meu pai, ou irmão ou filho novamente?" Como responder aos espíritas que sinceramente crêem dessa forma?

A Crença Espírita Kardecista

O que ensina o espiritismo com respeito à reencarnação? Embora todos nós saibamos disso, vale conferir a explicação deles nos livros de Allan Kardec. Dois deles assim se expressam sobre o assunto:

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"Pelo espiritismo, [...] o homem sabe que a alma progride, sem cessar, através de uma série de existências, até que pode aproximá-la de Deus." - Allan Kardec, A Gênese, página 26, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.

"Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? Deus a impôs a eles com o objetivo de os fazer chegar à perfeição: para alguns é uma expiação, para outros é uma missão." - Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, página 94, Questão 132, 3a. Edição, Editora Boa Nova.
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Mas quais seriam as provas dessa crença sobre várias existências? Afirmações de pessoas que não conseguem se lembrar de suas supostas vidas passadas? Ou relatos daquelas poucas que se lembram, mas que sempre afirmam já terem vivido numa cidade famosa e ocupado um cargo importante? Ou a convicta explanação dos médiuns, que afirmam ser o espiritismo uma ciência, mas não apresentam provas científicas sobre a reencarnação?

Em contrapartida, os cristãos têm uma opinião baseada num livro que fala apenas verdades, a Bíblia. Ela é bem clara ao dizer:

"E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo." - Hebreus 9:27.
Os espíritas não crêem assim, porque para eles a reencarnação lhes aproxima mais de Deus, a cada existência. Então, quem está com a razão - a Bíblia ou Allan Kardec? Os cristãos crêem na Bíblia porque ela ensina de modo simples como surgiu a vida, e que o Criador jamais intencionou que o homem reencarnasse para se aproximar mais de Deus. O homem tem uma única oportunidade de se aproximar ou não de Deus, numa única vida. Por isso, Paulo podia dizer:

"21 Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro. 22 Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher. 23 Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. 24 Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne." - Filipenses 1:21-24.
Para Paulo, um judeu convertido a Jesus, morrer era lucro. Por que ele pensava assim? Por que desejava voltar a viver aqui na terra num outro nascimento? Não, mas porque depois de sua única vida, ele tinha a certeza de que estaria com Jesus, o que era incomparavelmente melhor. Ele jamais diria isso se cresse na reencarnação. Não faria sentido ser melhor morrer e estar com Cristo por uns tempos e voltar a nascer aqui.

Os espíritas apreciam muito as palavras ditas pelo próprio Jesus nos evangelhos. Então, segundo Jesus, qual é o modo de nos aproximarmos de Deus? Observe:

"Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada." - João 14:23.
De acordo com Jesus, Deus, o Pai, vem com Jesus fazer morada em nosso coração, ou seja, uma relação muito íntima entre o cristão e Deus. Quão próximos de Deus nos tornamos, não é mesmo? Qual o requisito? Se amarmos a Jesus e guardarmos sua palavra. Nada de reencarnar, nada de nascer de novo literalmente. E o que encanta os cristãos é que Deus procura essa aproximação, dando conselhos e leis para que vivamos de um modo digno de pertencermos a Deus. Deus procura esses adoradores, segundo Jesus. (João 4:24) Deus não cria espíritos e os joga para ver como eles se saem, mas cria cada ser humano com um espírito, e convida a todos para essa aproximação. Evidentemente que devemos também invocar o nome do SENHOR, depois de o aceitarmos, porque perto está Ele dos que o invocam. (Salmo 145:18) Se Ele está perto de quem faz isso, não precisamos reencarnar.

Mas o que dizer da perfeição? Precisamos reencarnar para sermos perfeitos? Vejamos o que a Bíblia ensina sobre isso:

"Seja perfeito o vosso coração para com o SENHOR, nosso Deus, para andardes nos seus estatutos e guardardes os seus mandamentos, como hoje o fazeis." - 1 Reis 8:61.

"43 Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; 45 para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. 46 Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os gentios também o mesmo? 48 Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste." - Mateus 5:43-48.
Novamente, a perfeição não está atrelada à reencarnação, e não há sequer um único versículo bíblico que sugira isso. Pelo contrário, a perfeição está relacionada a andar nos estatutos e nos mandamentos do Senhor (o que é uma conseqüência de quem tem fé verdadeira), a amar até mesmo nossos inimigos.

Allan Kardec também diz que a reencarnação é para muitos uma expiação, ou seja, uma enitência para progredirmos, conforme eles entendem. Mas a Bíblia também nos ensina sobre quem e com o que ele fez expiação por nossas vidas. Leia:
"Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado." - 1 João 1:7.
Os espíritas precisam entender que a morte de Jesus realiza um milagre na vida do que nEle tem fé verdadeira. Somos purificados de nossos pecados e, conseqüentemente, aproximamo-nos de Deus.

Conclusão

O maior interessado em promover a doutrina da reencarnação é o inimigo da vida eterna, Satanás, e suas hostes demoníacas. Eles sabem que se a doutrina da reencarnação se tornar uma verdade para uma pessoa, o sacrifício de Jesus Cristo por ela dará lugar à salvação por méritos próprios, ou seja, a pessoa passará a se salvar através de sucessivas reencarnações, o que biblicamente é impossível. Mas desejamos ganhar espíritas para Jesus. Para ajudar os espíritas a raciocinarem sobre o assunto, sugiro a seguinte abordagem:

"Respeito seu ponto de vista. Mas imagine que você esteja na sua vigésima primeira encarnação (ou vida). Você deve crer que está mais próximo de Deus e mais perto da perfeição do que a vigésima, não é? E na vigésima encarnação você estava mais próximo de Deus e mais perto da perfeição do que a décima nona. Então, cada existência sua anterior você estaria mais longe de Deus e mais distante da perfeição. Então pense em como você foi criado. Consegue imaginar um Deus de amor criando os espíritos bem mais longe de Deus e mais distantes da perfeição? Não seria muito mais amoro da parte de Deus ter criado o homem à sua imagem, segundo a sua semelhança, próximos de Deus? E não foi mais amoroso ainda Deus, segundo a Bíblia, apesar de o homem ter pecado e se distanciado de Deus, ser convidado, através da fé em Cristo Jesus, a ser morada de Deus? (Leia João 3:16, João 14:23) Querido(a), o que Jesus fez na minha vida vale por mil encarnações! Foi uma mudança maravilhosa, e até eu partir e estar com Cristo, quero melhorar ainda mais. Deseja conversar mais sobre esse assunto?"
Que Deus abençõe seus esforços em provar, mediante a palavra de Deus, a Bíblia, que fora da graça de Deus não há salvação, e que por méritos próprio é impossível sermos salvos.

Fernando Galli

ESPIRITISMO KARDECISTA - SEU CONCEITO SOBRE A BÍBLIA

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Todas as seitas, de uma forma ou de outra, rebaixam a Palavra de Deus. Satanás e seus anjos ficam com raiva quando os cristãos crêem que a Bíblia fala a verdade, do início ao fim. Por isso, eles têm usado pessoas não-cristãs para descreditá-la como inspirada por Deus. Vejamos como o Espiritismo Kardecista faz isso.

O Espiritismo explica a Bíblia?

Allan Kardec, segundo os espíritas, o homem que codificou a Doutrina Espírita, expressou-se da seguinte forma sobre a relação Espiritismo e Bíblia:
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"O Espiritismo, bem longe de negar ou destruir o Evangelho, vem, ao contrário, confirmar, explicar e desenvolver, pelas novas leis da Natureza que revela, tudo o que Cristo disse e fez; traz a luz sobre os pontos obscuros de seus ensinamentos, de tal sorte que aqueles para quem certas partes do Evangelho eram ininteligíveis, ou pareciam inadimissíveis, as compreendem, sem esforço, com a ajuda do Espiritismo, e as admitem; vêem melhor a sua importância, e podem separar a realidade da alegoria; O Cristo lhes parece maior; não é mais simplesmente um filósofo, é um Messias divino." - Allan Kardec, A Gênese, página 31, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.

Aqui vemos que o Espiritismo não explica melhor os evangelhos coisa nenhuma! Os evangelhos nos ensinam que Jesus é Deus (João 1:1; 20:28), não apenas um Messias divino. Se não conseguem enxergar essa verdade, como entenderão os pontos que acham ser obscuros? Infelizmente, a plena Divindade de Cristo parece ser inadimissível para o Espiritismo Kardecista. E os seguidores de Allan Kardec também negam essa verdade. Então, todos eles negam os evangelhos, mas evidentemente crêem na explicação dada por Kardec e outros sobre os evangelhos, explicação esta toda voltada para provar o ensino antibíblico da reencarnação.
Mas será que é verdade que o espiritismo não nega os evangelhos? Comparando a citação acima com outras, de escritores renomados no meio espírita, chegamos à conclusão de que os espíritas realmente negam os evangelhos, e por um simples fato: Por ensinarem que a Bíblia não prova nada. Veja:

"Nem a Bíblia prova coisa alguma, nem temos a Bíblia como probante. O Espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas chamadas cristãs. Não assenta seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. [...] Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome espiritismo." – À Margem do Espiritismo, página 214, Editora FEB, 4a. Edição.
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A pergunta é: Como pode o Espiritismo ensinar que explica melhor a Bíblia e depois apregoar que a Bíblia não prova nada e que não assenta seus ensinos na Palavra de Deus, mas no ensino dos espíritos?Concordamos com o espiritismo reconhecer suas crenças como baseadas nos ensinos dos espíritos, e sabemos muito bem quem são eles. Tanto que, às vezes, antes de alguns espíritas se tornarem cristãos e aceitarem a Jesus como o seu único e suficiente Salvador, esses espíritos tentam causar dificuldades naqueles que estão para dar esse importante passo. Há muitos relatos de ex-espíritas kardecistas sofrerem ameaças audíveis do mundo espiritual, alertando os para não seguirem a religião cristã.
Mas e quanto a elegação de que a Bíblia não prova coisa alguma? Visto que o espiritismo se denomina ciência, e não religião, perguntamos aos cientistas se eles acham que, por métodos científicos, a crença na reencarnação pode ser provada. Mas um dos ensinos espíritas nos chama atenção, e desafiamos, com todo o respeito nossos queridos amigos espíritas, pessoas de caridade, a provarem pela ciência a seguinte afirmação:

"Vários Espíritos que animaram pessoas conhecidas sobre a Terra, disseram estar encarnados em Júpiter, um dos mundos mais próximos da perfeição, e ficaram admirados de ver, nesse globo tão adiantado, homens que, na opinião do nosso mundo, não eram tão elevados." - Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, página 114, nota de rodapé, 3a. Edição, Editora Boa Nova.

Como anda a vida em Júpiter, segundo recentes pesquisas? A sua conhecida mancha vermelha nada mais é do que uma tempestade duas vezes maior do que a Terra com ventos de até 500 quilômentros por hora. Cientistas também admitiram a possibilidade de que Europa, um dos satélites naturais de Júpiter, possa ter um aceano aquecido por vulcões, mas que se houvesse vida ali seriam microorganismos, como bactérias. Será que esse "globo adiantado" realmente possui homens tão elevados? Parece que nem o espiritismo prova coisa alguma, e nem os cristãos o tem como probante.
Mas será que a Bíblia prova algo? Bem, os cientistas dia após dia encontram evidências de que a Bíblia prova o que eles anteriormente não criam. Observe a seguinte citação em favor da veracidade da Bíblia:

"Graças às pesquisas modernas, reconhecemos agora a historicidade essencial dela (A Bíblia). As Narrativas acerca dos Patriarcas, de Moisés, do Êxodo, da conquista de Canaã, dos Juízes, da monarquia, do exílio e da restauração foram todas confirmadas e ilustradas a um ponto que, quarenta anos (ou mais) atrás, seria considerado uma impossibilidade". - The Christian Century. Página.1329.
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A Bíblia, como livro confiável, quando trata de assuntos históricos e geográficos, mostra-se ser correta. Enquanto que o espiritismo kardecista, através de Allan Kardec e seus espíritos guias, no século 19, ensinava (e se crê até hoje) existir vida mais evoluída de espíritos encarnados em Júpiter, o que a NASA e outras pesquisas astronômicas consderam como impossível, a Bíblia, há centenas de anos antes de Cristo, mostrou-se exata sobre como o Planeta Terra se sustenta no universo. Observe:
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"Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada." - Jó 26:7.

A forma como a ciência confirma fatos e histórias bíblicas é infinitamente superior e mais probante do que as crenças espíritas como a reencarnação e a incrível promessa de que um cometa errante levará os espíritos para habitarem em novos mundos.

"Astros errantes, [...] os cometas serão os guias que nos ajudarão a transpor os limites do sistema ao qual pertence a Terra, para nos transportar às regiões longínquas da extensão sideral." - Allan Kardec, A Gênese, página 106, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.
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Como o Espiritismo Kardecista afirma que seus livros são escritos com a ajuda de espíritos desencarnados, podemos nos perguntar, em vista de tamanhas aberrações científicas: Se o Espiritismo ensina que caminho lado a lado com a ciência, e é ciência ao mesmo tempo, onde estão as provas astronômicas sobre essas declarações? Vida superior em Júpiter? Cometa servir de caminho para nos guiar a outros mundos? É bem verdade que Deus usou uma estrela para guiar os astrólogos a Jesus (Mateus 2), mas cometas guiando espíritos desencarnados é demais! Imagine a cena: espíritos seguindo um astro físico, "composto por gelos de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), amônia (NH3) e água (H2O), misturados com poeira e vários agregados mineerais"! (Wikipedia, http://pt.wikipedia.org/wiki/Cometa) E ainda terão que torcer para o cometa não ter óbita, para não ficarem rodopiando no espaço. Outra pergunta: se foram mesmo espíritos que revelaram essas asneiras aos escritores desses livros, não fica evidente que eles mentiram? A Bíblia diz que o Diabo é mentiroso e o pai da mentira. (João 8:44) Ou será que esses escritores, como Allan Kardec, pronunciaram o que criam apenas?
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Por fim, lamentamos que escritores espíritas, ao afirmarem que a Bíblia não prova nada, usam a própria Bíblia, da maneira como convém, para provar suas doutrinas. Amamos os espíritas como pessoas caridosas, mas repudiamos ensinos que rebaixam o único livro inspirado por Deus - a Bíblia. - Ler Salmo 97:10; Isaías 55:8-11; João 17:17.

Fernando Galli

TENTATIVA FRACASSADA DO ESPIRITISMO DE PROVAR A REENCARNAÇÃO NA BÍBLIA

Em sua tentativa desesperada de encontrar evidências da reencarnação na Bíblia, os espíritas, kardecistas e suas ramificações diabólicas, raciocinam: “Jesus ensinou que se perdermos pai e mãe nessa vida por causa do seu nome, receberemos muitas vezes mais pais e mães. (Mateus 19:29) Não estaria ele falando dos pais e mães que teremos em vidas futuras? Ou você acha que teremos cem pais e mães só nessa vida?” Posso pensar? Doi-me a aura ver gente inteligente manipulando a Bíblia para defender uma doutrina tão estapafúrdia como esta. Terei o enorme prazer em expôr o ponto de vista bíblico sobre o assunto. Não foi só Mateus quem registrou essas palavras de Jesus, mas Marcos também. Veja os dois relatos comparados: “E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe ou mulher, ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna.” (Mateus 19:29) “Tornou Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos por amor de mim e por amor do evangelho, que não receba, já no presente, o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna.” (Marcos 10:29, 30) Bem, percebeu que Marcos relata Jesus dizendo que “já no presente” recebemos pai e mãe, filhos, filhas, mulher? Como é isso possível? Porque para Jesus, sua mãe e seus irmãos são aqueles que fazem a vontade do Pai. Observe: “E alguém lhe disse: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar-te. Porém ele respondeu ao que lhe trouxera o aviso: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E, estendendo a mão para os discípulos, disse: Eis minha mãe e meus irmãos. Porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe.” (Mateus 12:47-50) Os espíritas não fazem parte da família de Jesus Cristo. O fato de serem caridosos não os torna cristãos, pois senão até ateus caridosos seriam filhos de Deus. Obras não salvam. (Efésios 2:8, 9) Por isso, precisamos ajudar os espíritas a compreender o significado de versículos bíblicos mal interpretados propositadamente pelos espíritos maus (Satanás e seus demônios), os quais usam os médiuns escritores com seus livros amaldiçoados por Deus para ensinar a reencarnação na Bíblia - uma das mais terríveis heresias contra Jesus Cristo. No caso de Mateus 19:29 e Marcos 10:29, 30, o erro é tão gritante no conceito espírita que entra em contradição com a própria doutrina kardecista: se soemente aqueles que abandonam tudo pelo reino de Deus receberão cem vezes mais pais ou mães, em reencarnações futuras, então os que não abandonam tudo não reencarnam. Todavia, eles precisam reencarnar, segundo os espíritas, para se refazerem dos seus erros. Então, se tanto os que abandonam tudo pelo reino de Deus como os que não abandonam vão reencarnar, de que proveito teriam sido aquelas palavras de Jesus? Por fim, pergunto: Que espírita poderia mencionar nomes de pais e mães em vidas passadas, com provas científicas? Já sei: Esqueceram!

Fernando Galli, 8 de maio de 2010.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Espiritismo kardecista e a origem do homem

Temos observado que o Espiritismo Kardecista, por se considerar uma ciência (o que é pura mentira), ensina seus adeptos ser a Bíblia mentirosa no que se refere à origem do homem. Como dizem os espíritas e infelizmente uma quantidade considerável de professores "cristaos" em seminários católicos e evangélicos, o homem foi o produto da evolução, ou seja, do macaco. Para comentar essa heresia, que se fosse verdadeira reduziria a nada o surgimento do pecado na humanidade e o posterior sacrifício de Jesus, João Flávio Martinez, presidente do CACP - Centro Apologético Cristão de Pesquisas, faz uma excelente defesa da fé cristã, a qual recomendamos a leitura extraída de seu site, indicado no final da matéria.
A PALAVRA DO ESPIRITISMO
"Da semelhança, que há, de formas exteriores entre o corpo do homem e do macaco, concluíram alguns fisiologistas que o primeiro é apenas uma transformação do segundo. Nada aí há de impossível, nem o que, se assim for, afete a dignidade do homem. Bem pode dar-se que corpos de macaco tenham servido de vestidura dos primeiros espíritos humanos, forçosamente pouco adiantados, que viessem encarnar na Terra, sendo essa vestidura mais apropriada às suas necessidades e mais adequadas ao exercício de suas faculdades, do que o corpo de qualquer outro animal. Em vez de se fazer para o espírito um invólucro especial, ele teria achado um já pronto. VESTIU-SE ENTÃO DAS PELE DE MACACO, sem deixar de ser espírito humano, como o homem não raro se reveste da pele de certos animais, sem deixar de ser homem" - A Gênese, Allan Kardec, FEB, Rio de Janeiro, 1985, 28a ed., p. 212.
Allan Kardec, como se vê, ficou muito impressionado com a teoria revolucionista do seu contemporâneo inglês Charles Robert Darwin (1809-1882), e resolveu incluí-la na codificação do Espiritismo. Seus adeptos seguiram-lhe os passos. O espírita Alexandre Dias, no livro Contribuições para o Espiritismo (2a ed., Rio de Janeiro, 1950, a partir da p. 19), além de corroborar o pensamento kardecista, acrescentou que antes de serem macacos, os homens foram um mineral qualquer, ou seja, uma pedra ou um tijolo. Não apenas isso:
"A espécie humana provém material e espiritualmente da pedra bruta, das plantas, dos peixes, dos quadrúpedes, do mono (macaco). E, de homem, ascenderá a espírito, a anjo, indo povoar mundos superiores..." - (Leopoldo Machado, Revista Internacional do Espiritismo, 1941, Matão, SP, p. 193).
"A espécie humana não começou por um só homem. Aquele a quem chamais Adão não foi o primeiro nem o único a povoar a Terra" - Livro dos Espíritos, Allan Kardec, resposta à pergunta número 50.
A PALAVRA DO CRISTIANISMO
A teoria da seleção natural das espécies é contrária ao que ensina a Bíblia Sagrada. Esta teoria diabólica que incorpora o pensamento panteísta (Deus é tudo em todos) é a negação do Deus criador de todas as coisas. "NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA". É assim que inicia o primeiro livro da Bíblia, Gênesis, escrito por Moisés. Com a Sua palavra, Deus criou a luz, as águas, o firmamento, a parte seca (a terra), a relva e árvores frutíferas para "darem frutos segundo a sua espécie"; depois produziu os astros luminosos para iluminarem a terra; produziu os peixes e as aves, segundo suas espécies; produziu Deus os animais domésticos, répteis e animais selvagens conforme a sua espécie.
"Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os animais domésticos, sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastam sobre a terra. Formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida, e o homem tornou-se alma vivente. Assim Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. Viu Deus que tudo o que tinha feito, e que era muito bom" - Gênesis 1 e 2."Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva" - 1 Timóteo 2.13.
Como vimos, depois de fazer a terra e os céus, Deus criou as matas, as árvores frutíferas, os animais, e, enfim, o homem. O sopro de Deus no homem formado do pó representa que a vida é um dom de Deus; que o homem foi criado para ser moralmente semelhante a Deus, como expressão do seu amor e glória; para ter permanente comunhão com Deus. Portanto, não tem respaldo das Sagradas Escrituras a afirmação de que a alma humana encontrou morada primeiramente em animais, e que o homem é conseqüência de uma seleção natural das espécies. O Senhor Jesus legitima o livro de Gênesis, ao dizer:
"Não leste que no princípio o Criador os fez macho e fêmea"? - Mateus 19:4, 5.
Como poderia a alma humana, nascida do sopro de Deus, haver se instalado no macaco, criado antes do homem? Por que então afirmar que espiritismo e cristianismo ensinam a mesma coisa? Proselitismo, engodo, mentira, hipocrisia ou leviandade? Moisés teria escrito uma asneira? Mas como, se o espiritismo diz que Moisés foi a Primeira Revelação de Deus? Se as revelações de Deus não sabem o que afirmam ou mentem, a Terceira Revelação, o espiritismo, seria uma exceção?

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Es o espiritismo.....

O espiritismo é, sem dúvida, uma das heresias que mais cresce no mundo hoje. O ser humano sente a necessidade de sair em busca de Deus, no entanto essa busca nem sempre leva ao caminho da vida (Pv.14.12). Muitas vezes o que leva ao homem a procurar o espiritismo é a saudade que ele tem de seus parentes falecidos (esposas, esposos, filhos, primos, tia, avó, e etc.). Isto acontece porque o espiritismo alimenta o ensino da comunicação com os mortos.

Alheio a Palavra de Deus (a Bíblia Sagrada) e divorciado da comunidade cristã, o espiritismo tem se escondido por trás de uma couraça filosófica e com um linguajar de "cristão". Contudo, negam os fundamentos da fé cristã e no seu acervo de ensinos se comprova que é uma religião.

RESUMO HISTÓRICO

O espiritismo, enquanto tentativa de contato com os mortos, faz parte da tradição de vários povos, como os egípcios, caldeus, assírios, etc. O espiritismo que hoje se expande no Brasil e no mundo nada mais é do que a continuação da necromancia e do ocultismo praticado pelos povos antigos. O espiritismo deriva de religiões tais como o Animismo, hinduísmo e budismo. Porém, em sua forma moderna como hoje é conhecido, o seu ressurgimento se deve a duas jovens norte-americanas, Margaret e Kate Fox, de Hydeville, Estado de Nova Iorque.

Em Dezembro de 1847, Margaret e Kate, respectivamente de 12 e 10 anos (conhecidas como as irmãs Fox), começaram a ouvir pancadas em diferentes pontos da casa onde moravam. A princípio julgaram que esses ruídos fossem produzidos por ratos e camundongos que infestavam a casa. Porém, quando os lençóis começaram a ser arrancados das camas por mãos invisíveis, cadeiras e mesas tiradas dos seus lugares, e uma mão fria tocou no rosto duma das meninas, percebeu-se que o que estava acontecendo eram fenômenos sobrenaturais. A partir daí, as meninas criaram um meio de comunicar-se com o autor dos ruídos, que respondia às perguntas com um determinado número de pancadas.

Partindo desse acontecimento, que recebeu ampla cobertura dos meios de comunicação da época, propagaram-se sessões espíritas por toda a América do Norte. Na Inglaterra, porém, a consulta dos mortos já era muito popular entre as camadas sociais mais elevadas. Por conseguinte, os médiuns norte-americanos encontraram ali solo fértil, onde a semente do supersticionismo espiritista haveria de ser semeada, nascer, crescer, florescer e frutificar. Na época, outros países da Europa também foram visitados com sucesso pelos espíritas norte-americanos.

Na França, a figura de Allan Kardec é a principal dos arraiais espiritistas. Léon Hippolyte Rival (o verdadeiro nome de Allan Kardec), nascido em Lião, em 1804, filho de um advogado, tomou o pseudônimo de Allan Kardec por acreditar ser ele a reencarnação dum poeta celta com esse nome. Dizia ter recebido a missão de pregar uma nova religião, o que começou a fazer a 30 de abril de 1856. Um ano depois, publicou O Livro dos Espíritos, que muito contribuiu na propaganda espiritista. Dotado de inteligência e inigualável sagacidade, estudou toda literatura afim disponível na Inglaterra e nos Estados Unidos, e dizia introduzir no espiritismo a idéia da reencarnação. De 1861 a 1867, publicou quatro livros: Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Céu e Inferno e Gênesis. Homem dotado de características físicas e mentais de grande resistência, Allan Kardec foi apóstolo das novas idéias que haveriam de influir na organização do espiritismo. Fundou A Revista Espírita, periódico mensal editado em vários idiomas. Ele mesmo assentou as bases da “Sociedade Continuadora da Missão de Allan Kardec”. Morreu em 1869.

SUBDIVISÕES DO ESPIRITISMO

O movimento compreende a várias tendências ou manifestações as quais iremos ver a seguir. Embora consideremos o espiritismo igual em toda a sua maneira de ser, os próprios espíritas preferem admitir haver diferentes formas de espiritismo, assim classificamos e sintetizamos abaixo:

ESPIRITISMO COMUM

· Quiromancia – Adivinhação pelo exame das linhas das mãos. O mesmo que “quiroscopia”.
· Cartomancia – Adivinhação pela decifração de combinações de cartas de jogar.
· Grafologia – Estudo dos elementos normais e principalmente patológicos de uma personalidade, feito através da análise da sua escrita.
· Hidromancia - Arte de adivinhar por meio da água.
· Astrologia - Estudo e/ou conhecimento da influência dos astros, especialmente dos signos, no destino e no comportamento dos homens; também conhecida como “uranoscopia”.

BAIXO ESPIRITISMO

· Vodu - Culto de negros antilhanos, de origem animista, e que se vale de certos elementos do ritual católico. Haiti.
· Candomblé - Religião dos negros ioruba, na Bahia.
· Umbanda - Designação dos cultos afro-brasileiros, que se confundem com os da macumba e dos candomblés da Bahia, xangô de Pernambuco, pajelança da Amazônia, do catimbó e outros cultos sincréticos.
· Quimbanda - Ritual da macumba que se confunde com os da umbanda.
· Macumba - Sincretismo religioso afro-brasileiro derivado do candomblé, com elementos de várias religiões africanas, de religiões indígenas brasileiras e do catolicismo.

ESPIRITISMO CIENTÍFICO

· Ecletismo - Sistema filosófico que não segue sistema algum, escolhendo de cada um a parte que lhe parece mais próxima da verdade.
· Esoterismo - É a possessão de conhecimento ou verdades que permanecem ocultos ou velados para os que não foram designados a recebê-los.
· Teosofismo - Conjunto de doutrinas religio-filosóficas que têm por objetivo a união do homem com a divindade, mediante a elevação progressiva do espírito até a iluminação. Iniciado por Helena Petrovna Blavastky, mística adepta do budismo e do lamaísmo.
· Kardecismo - É o que está filiado à Federação Espírita Brasileira e para o qual Allan Kardec é considerado o Mestre Divino.

DIVISÕES DO ESPIRITISMO NO BRASIL

Além do Espiritismo Kardecista que é o maior grupo, temos também aqui no Brasil:

* A Legião da Boa Vontade - Embora não filiada à FEB, aceita a idéia de Alziro Zarur, segundo a qual ele era a reencarnação de Kardec. Não crê que Cristo tivesse corpo real e humano, seguindo a linha de pensamento de João Batista Roustaing.
* Racionalismo Cristão - Fundado em 1910 por Luiz de Mattos. Luiz José de Mattos nasceu em Portugal, em 03/01/1860. É panteísta e fala de Deus como “O Grande Foco”, “Inteligência Universal”. Possui templos suntuosos em várias regiões de São Paulo.
* Cultura Racional - Fundada por Manoel Jacintho Coelho em 1935, no Rio de Janeiro (Méier), mas divulgada a partir de 1970, quando alcançou fama nacional. Aceita a metempsicose (Transmigração da alma até mesmo para seres inferiores).
* Circulo Esotérico da Comunhão do Pensamento - Fundado em 1909, pelo Sr.Antônio Olívio Rodrigues. Possui espalhados pelo Brasil milhares de tattwas, ou centros. Aceita a doutrina reencarnacionista.
* Ordem Rosacruz - Com suas várias organizações, destacando-se a AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis). Semelhantemente há fraternidade Rosacruz de Max Heindel, a FRC (Fraternidade Rosae Crucis) de Clymer, a FRA (Fraternidade Rosacruciana Antíqua) de Krumnheller (Igreja Gnóstica) e a Ordem Cabalística de Rosacruz (Igreja Expectante) do Sr.Léo Alverez Costet de Mascheville.
* Outros - Finalmente, poderíamos agrupar aqui as sociedades teosóficas e as seitas orientais japonesas, como Seicho-No-Iê, Igreja Messiânica Mundial, Arte Mahikaru, Perfetc Liberty e as seitas orientais provindas do hinduísmo, como o movimento Hare Krishna e Meditação Transcendental, a Nova Era, e outras, todas adeptas do reencarnacionismo.

PSEUDOS CRISTÃOS

O espiritismo usa uma traiçoeira propaganda de “cristãos”. Arroga para si a condição de ser o autêntico cristianismo. Mas na verdade são lobos vestidos de ovelhas. Assim dizem: “Se o cristianismo sobreviver, o espiritismo deve morrer; e se o espiritismo tiver de sobreviver, o cristianismo deve desaparecer. São a antítese um do outro...” (Mind and Matter, Junho de 1880).
A verdade é que o espiritismo nunca mostra a sua face, assim como o Diabo. Ele se esconde por trás das “boas” apresentações, e nada mais é atraente do que usar o slogan de “cristão”.

E continuam: “A doutrina espírita nos ensina a praticar o cristianismo em sua forma mais pura e simples. Assim, o espírita procura ser um bom cristão. Ele sente que precisa combater seus próprios defeitos e praticar os ensinamentos de Jesus” (O Espiritismo em Linguagem Fácil, p.61).
Para “praticar o cristianismo em sua forma mais pura e simples”, em primeiro lugar, seria preciso que o espiritismo tivesse sua base na Bíblia e suas crenças fossem as mesmas do cristianismo. O espiritismo usa falsa propaganda quando afirma essa outra mentira.

Allan Kardec afirma que os espíritas são os mais genuínos cristãos. Para isso aplica duas estratégias: “É preciso que nos façamos entender. Se alguém tem uma convicção bem assentada sobre uma doutrina, ainda que falsa, é necessário que o desviemos dessa convicção, porém pouco a pouco. Eis porque nos servimos, quase sempre, de suas palavras e damos a impressão de partilhar de suas idéias, a fim de que ele não se ofusque de súbito e deixe de se instruir conosco” (“O Livro dos Médiuns”, Ltda., 1985, p.495).

O texto acima tira a máscara cristã que Allan Kardec pretende dar ao espiritismo:
a) primeiro, “nos servimos... de suas palavras”;
b) segundo, “damos a impressão de partilhar de suas idéias”.

Com que propósito? “A fim de que ele não se ofusque de súbito e deixe de se instruir conosco”. Assim para atingir seu objetivo, elogia Jesus Cristo, mas logo em seguida faz seus duros ataques aos ensinamentos cristãos e se vê no direito de remover da Bíblia o que ela diz contra o espiritismo e acrescentar na Bíblia o que eles pensam. Estes são verdadeiros falsos profetas conforme Jesus adverte, em Mateus 7.15.

CONSULTA AOS MORTOS

Com base nas palavras de Dt.18.9-14 no seu livro “O céu e o Inferno”, aduz Allan Kardec: “...Moisés devia pois, por política, inspirar nos hebreus aversão a todos os costumes que pudessem ter semelhança e pontos de contato com o inimigo”. Porém a verdade é que Deus condena a invocação de mortos: “Não se achará entre ti... adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR." (ibidem, 10-12) Alegar que Moisés se punha aos costumes pagãos dos cananeus por razões simplesmente políticas, como afirma Allan Kardec, atesta a completa ignorância do espiritismo quanto às Escrituras Sagradas.

A proibição divina de se consultar os mortos não prova que havia comunicação com os mortos. Prova que havia a consulta aos mortos, o que não significa comunicação real com eles. Era apenas uma tentativa de comunicação. Nestas tentativas havia muito embuste, mistificações, mentiras, farsas e manifestações de demônios. É o que acontece hoje nas sessões espíritas, onde espíritos demoníacos, espíritos enganadores manifestam-se, identificando-se com pessoas amadas que faleceram. Alguns desses espíritos têm aparecido, identificando-se com os nomes de grandes homens, ministrando ensinos e até apresentando projetos éticos e humanitários para camuflar suas verdadeiras intenções (1Tm.4.1; Jo.10.10; 1Pe.5.8).

O povo de Deus, porém, possui a inigualável revelação de Deus pela qual disciplina a sua vida (Is.8.19,20). Pelo testemunho geral das Escrituras os mortos, devido ao estado em que se encontram, não têm parte em nada do que se faz e acontece na Terra. Consulte os seguintes textos: Ec.7.2; 9.5,6; Sl.88.10-12; Is.38.18,19; Jó 7.9,10.

Os textos supracitados mostram que após a morte o espírito humano não poderá voltar à vida terrena, e que nada poderá fazer por si mesmo e muito menos pelos vivos que ainda estão na Terra.

No desespero de encontrar apoio da Bíblia Sagrada os espíritas recorrem ao texto de 1Sm.28 para alegar a prática de consultar os mortos, Saul e a feiticeira de En-Dor. No entanto vamos ver algumas provas que não era com Samuel que Saul estava conversando:

a) Saul fora rejeitado por Deus em razão da sua desobediência (1Sm.15.23), e “o Espírito do Senhor se retirou de Saul ”(1Sm.16.14). Por isso mesmo, Deus não mais lhe respondia (1Sm.28.6). Deus se comunicava com os homens através de três maneiras: por sonhos (Jó.33.14-17); por revelação sacerdotal (Êx.28.30); por intermédio dos profetas (Hb.1.1). Ora, se Deus recusara-se a atendê-lo pelas vias normais, por que o faria pelas vias que Ele próprio condenava? Mudança de idéia a respeito de Saul ou em relação à feitiçaria? É óbvio que não! E se Ele não mudou de idéia, quem apareceu a Saul com certeza não foi o profeta Samuel.
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b) Se fosse Samuel, como profeta de Deus, ele não teria errado. Em todas as suas palavras que proferira em nome do Senhor nunca errou (1Sm.3.19). Como é que depois de morto, aparece à uma feiticeira (contrariando a lei de Deus) e prediz que Saul seria entregue nas mãos dos filisteus( 1Sm.28.19), o que não aconteceu ? Saul se suicidou (1Sm.31.4), e seu corpo veio parar mais tarde nas mãos dos homens de Jabes-Gileade (1Sm.31.11-13).
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c) Não morreram todos os filhos de Saul como o pseudo-Samuel falara (1Sm.28.19). Ficaram vivos pelo menos três filhos de Saul: Isbosete (2Sm.2.8-10); Armoni e Mefibosete (2Sm.21.8). Apenas três morreram, como está registrado em 1Sm.31.6 e 1Cr.10.2-6. O suposto Samuel disse a Saul, “...amanhã, tu e teus filhos estareis comigo” (1Sm.28.19). Saul ao suicidar-se não foi para o mesmo lugar que Samuel (1Cr.10.13; Lc.16.19-31). Logo, quem falou com Saul não foi Samuel.
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d) É inaceitável que Samuel, homem reto e santo enquanto vivo, depois de morto viesse a obedecer a uma feiticeira, mulher abominável, numa prática proibida por Deus (Êx.22.18; Lv.20.27; Dt.18.9-12; Is.8.19,20; 47.11-15).
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e) Em 1Sm.28.13, a mulher diz: “Vejo deuses que sobem da terra”. Quem eram? Só podiam ser deuses do inferno (Mc.5.9; Lc.8.30; Ap.13.11; 12.9). O diabo pode transfigurar-se em anjo de luz (2Co.11.14,15; 1Sm.16.23). Pois os mortos não se comunicam com os vivos (Lc.16.19-31; Hb.9.27). E mais, Saul não viu Samuel. De acordo com a descrição da médium, foi ele mesmo que supôs que o personagem descrito era Samuel (1Sm.28.14 e veja 1Cr.10.13).

A TEORIA DA REENCARNAÇÃO

O espiritismo ensina em resumo que reencarnação é a volta da alma (ou espírito) à vida corporal, mas em outro corpo novamente formado para ele que nada tem de comum com o antigo. Ensina que a morte é apenas um meio de ir ao mundo espiritual e a reencarnação um meio de retornar ao mundo físico.

Essa vida passa a ser tida como uma expiação. O que sofremos é justo; foi merecido por nós, nesta ou noutras encarnações. Pois bem, quando um homem mal fere o outro, quando um ladrão furta, quando o capanga mata, nada mais são que instrumentos da justiça divina. Portanto a reencarnação passa a ser um meio de purificação dos pecados dos espíritas.

Refutação Bíblica: Este ensino de justiça de “matar, roubar e destruir” é muito parecido com as obras do Diabo (Jo.10.10). Como fica este tipo de comportamento perante o ensino de Jesus Cristo? (Mt.5.21,22,38,39,44). Quando nos arremetemos contra alguém, expomo-nos a fazer sofrer um inocente. A doutrina espírita, por sua vez, defende que só fazemos sofrer quem merece. Porém o verdadeiro problema, o mal em todas as suas formas, o pecado, a verdadeira causa do sofrimento e da injustiça permanece sem tratamento; não é resolvido em absoluto, apenas é perpetuado indefinidamente. Uma maldade exige outra em compensação, e a outra mais outra, e assim sucessivamente.

Pela Bíblia, só existe um meio de expiação ou reparação do pecado: O sacrifício de Jesus Cristo. Sim, quando ele estava nas ânsias de sua crucificação e morte, pediu ao Pai que se houvesse outro meio de expiação do pecado, falha, erro do homem, que ele o livra-se da morte (Mt.26.39). No entanto Deus deu a seu filho a morte de cruz, provando que não havia outro meio de purificação do homem a não ser pelo derramamento de sangue, o sangue de um inocente, Jesus Cristo (Rm.5.8,9; 1Jo.2.2; 1Pe.1.18,19; Hb.9.14,22,24-26). Se existisse reencarnação Deus não teria entregado seu filho ao mundo (Jo.3.16).
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O sacrifício de Jesus feito uma só vez apaga os nossos pecados quando confessados a Ele (1Jo.1.9,10). Para isso é necessário o arrependimento (At.3.18,19) e com o arrependimento vem a reparação, ou como nós chamamos “santificação”. Causando assim no homem um “novo nascimento”. (1Pe.1.23; 2Co.5.17; Gl.6.15; Jo.3.3). Não existe uma pluralidade de existência (em corpos) com um só espírito, pois a Palavra de Deus é clara em dizer que está determinado por Deus o homem morrer uma só vez, depois segue-se o juízo sobre o espírito humano, essa é a regra (Hb.9.27). Se existe exceções é para os casos de ressurreição por intervenção do milagre, para a glória de Deus. A Bíblia registra casos de ressurreição tais como: a do filho de viúva de Serepta (1Rs.17.19-22), o filho da sunamita (2Rs.4.32-37), o defunto que foi lançado na cova de Eliseu (2Rs.13.21), a filha de Jairo (Mc.5.21-23, 35-43), o filho da viúva de Naim (Lc.7.11-17), Lázaro (Jo.11.1-46), Dorcas (At.9.36-43).

O espírito vai para Deus quando acontece a morte (como “separação” do espírito do corpo) e assim segue-se o juízo sobre a sua vida (Ec.12.7 e Mc.16.16; Jo.3.18). Por isso, sabiamente, os espíritas não acreditam na expiação de Jesus, nem na queda do homem, nem na deidade de Jesus, nem no céu e nem no inferno, a fim de manter viva a crença nesta doutrina absurda e falível. Pois a existência destas doutrinas ameaça a teoria da reencarnação?

HÁ DIFERENÇA DE RESSURREIÇÃO PARA REENCARNAÇÃO

A Bíblia jamais faz qualquer referência à palavra “reencarnação”, tampouco a confunde com a palavra “ressurreição”. Segundo o dicionário Escolar de Língua Portuguesa, de Francisco da Silveira Bueno, “reencarnação” é o ato ou efeito de reencarnar pluralidade de existências com um só espírito; enquanto que a palavra “ressurreição”, no grego, é “anástasis” e “égersis”, ou seja: levantar, erguer, surgir, sair de um local ou de uma situação para outra. No latim, “ressurreição” é o ato de ressurgir, voltar à vida, reanimar-se. Biblicamente, entende-se o termo “ressurreição” como o mesmo que ressurgir dos mortos, em outras palavras, é o retorno da alma e do espírito ao mesmo corpo. Que pode acontecer por um milagre (João 11.38-44) e que vai acontecer por ocasião da vinda de Cristo (1Tessalonicenses 4.16). A diferença é que o primeiro caso o espírito-alma volta para um corpo “mortal”, já o segundo para um corpo imortal (1Coríntios 15.53).

Os espíritas não acreditam na ressurreição dos mortos porque o corpo é absorvido e disperso pela natureza, e é impossível materialmente recompor os elementos desse corpo. Entretanto, acreditam em vidas em outros planetas e também em espíritos. Ou seja, quando um ensinamento bíblico põe em contradição seus ensinos julgam-no cientificamente. Mas quanto aos seus ensinos julgam pela fé. A ressurreição na Bíblia é figurada como uma semente, toda semente lançada em terra, pela lei da vida deve ressurgir (leia 1Co.15.42-44). Aproveitando o ensejo vamos citar apenas dois casos de mortos que foram levantados dentre os mortos após quatro e três dias de sepultados:

Nome da pessoa morta: Lázaro, Jo.11 :
a) Estava morto (vv.14,21,32,37);
b) Estava sepultado já havia quatro dias (vv.17);
c) Já cheirava mal (v.39);
d) Ressuscitou ainda amortalhado (v.44);
e) Ressuscitou com o mesmo corpo e mesma aparência que possuía antes de morrer (v.44).

Nome da pessoa morta: Jesus Cristo
a) Os soldados romanos testemunharam que Cristo estava morto (Jo.19.33);
b) José de Arimatéia e Nicodemos sepultaram-no (Jo.19.38-42);
c) Ele ressuscitou no primeiro dia da semana (Lc.24.1-7);
d) Mesmo após ressuscitado, Ele ainda portava as marcas dos cravos nas mãos, para mostrar que seu corpo, agora vivo, era o mesmo no qual sofrera a crucificação, porém, glorificado (Lc.24.39; Jo.20.27).

JOÃO BATISTA ERA ELIAS REENCARNADO?

Ele mesmo respondeu: “Não sou” (Jo.1.21), e logo, se reencarnação é o ato ou efeito de reencarnar, pluralidade de existências com um só espírito, é evidente que um vivo não pode ser reencarnação de alguém que nunca morreu. Ora, João Batista não era a reencarnação de Elias, pois ele não morreu. Foi arrebatado vivo ao Céu (2Rs.2.11). E se João Batista fosse Elias reencarnado, no momento da transfiguração de Cristo, teriam aparecido Moisés e João Batista, e não Moisés e Elias (Mt.17.3). A citação de Cristo em Mt.11.14 é apenas uma alusão a uma profecia registrada em Ml.4.5.

NASCER DE NOVO É REENCARNAR? (Jo.3.3,5)

Não, a expressão “nascer de novo” (do grego anothen) significa nascer do alto, nascer de cima, por obra e graça do Espírito Santo, mediante a Palavra (Jo.15.3; Ef.5.26). De acordo com Bíblia, novo nascimento é o mesmo que regeneração (Tt.3.5) e não reencarnação. Jesus estava falando da regeneração, uma mudança interior que diz respeito conversão do pecador, nunca se referiu a mudança de corpo ou passagem da alma de um corpo para um novo. Ora, daí o equívoco de Nicodemos, ele pensava que o homem depois de velho viesse a renascer fisicamente, no que foi logo dissuadido pelo Senhor (1Co.6.11; Ef.4.23,24; Cl.3.9,10; Tt.3.3-6).
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Não existe a palavra “reencarnação” no grego neotestamentário. Os seguidores desta heresia tentam encontrar desesperadamente similaridades em algumas palavras para fugirem do vazio bíblico sobre o assunto. O que é um paradoxo, pois se negam a inspiração divina da Bíblia, pra quê provar algo nela? Entretanto, sugerem, por exemplo, a palavra “paliggenesia” presente em Tito 3.5 que significa “novo nascimento”, “reprodução”, “renovação”, “regeneração”. Uma colocação simplória totalmente fora do contexto e do significado da palavra. Onde nem se encontra presente a palavra “alma” (do N.T. grego “psuche”) na estrutura da palavra. Por exemplo, a palavra “transmigração” (metempsychosis), que é uma heresia muito parecida com a reencarnação, pois acredita que a alma dos mortos reencarna, a diferença básica é que em animais. Observe que a formação desta palavra nasce do seu conceito: “metem” (transporte) + “psychosis (alma). Isso não ocorre com nenhuma palavra grega surrupiada do N.T. grego pelos defensores da heresia reencarnacionista.

Interpretando a citação de Tito 3.5:

“não por obras de justiça praticada por nós....”. Em primeiro lugar, temos aqui uma clara refutação bíblica a heresia reencarnacionista que se baseia em obras.

“... ele nos salvou mediante o lavar regenerador [paliggenesia] e renovador [anakainosis] do Espírito Santo”. Em segundo lugar, as atribuições deste fenômeno espiritual são dadas ao Espírito Santo, um ser pessoal (Efésios 4.30) e divino (Atos 5.3,4), citado por Jesus como consolador (parakletos: alguém que pleiteia a causa de outro, intercessor). Ele “renova” (paliggenesia) e “restaura” (anakainosis) os pecadores e não “reencarna”. O papel do Espírito Santo é transformar a vida dos pecadores (João 16.8). Paulo estava dizendo que o Espírito Santo mudara tanto a sua vida como a de Tito. E que eles eram salvos por essa causa.
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Veja o contexto: “que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador”. Ou seja, que o Espírito Santo (ele) fez (derramou sobre) com eles (Paulo e Tito) por intermédio de Jesus. (Tito 3.6).

QUEM PECOU, ESTE OU SEUS PAIS, PARA QUE NASCESSE CEGO? (Jo.9.2)

Os espíritas usam versículos da Bíblia para apoiarem suas idéias absurdas e heréticas. A argumentação espírita diz: “Essa pergunta (de Jo.9.2) prova que os apóstolos acreditavam na reencarnação”. Porém na tradição judaica acreditava-se que a criança no ventre da mãe já poderia cometer o pecado de idolatria, quando esta adorava deuses pagãos, daí o porquê dos discípulos perguntarem quem teria pecado. É certo que longe estava Cristo de partilhar tais idéias (nem a suposição espírita e nem a teoria judaica de maldição hereditária). Ele respondeu: “Nem ele pecou nem seus pais; mais isto aconteceu para que se manifestem nele as obras de Deus.” (v.3).

A resposta de Jesus arrasa os alicerces de toda a construção reencarnacionista, baseada na opinião de que toda a infelicidade, todo sofrimento, decorre do pecado pessoal. Há contrariedades e sofrimentos que Deus envia simplesmente para que sejam manifestas suas obras e que suas criaturas sejam preparadas para eternidade.

CONCLUSÃO

O espiritismo é nada mais nada menos que um relacionamento íntimo e progressivo com demônios e anjos caídos, mantendo uma grande simpatia e prestando um grande serviço para o líder deles: Satanás. Onde “reencarnação” é sinônimo de “possessão demoníaca”, “médium” é sinônimo de “instrumento do Diabo”, “mediunidade” é a “manifestação de demônios” e “invocação dos mortos” é “invocação de espíritos malignos ou de demônios”.

Porventura não temos os ensinos verdadeiros de Jesus?

a) Jesus ensinou a unicidade da vida (Lc.16.19-31). Ao contrário do espiritismo que ensina a pluralidade da existência;
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b) Jesus ensinou a existência de um lugar de tormento eterno (Mt.25.41,46). Ao contrário do espiritismo que ensina o progresso contínuo depois da morte até a perfeição;
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c) Jesus ensinou a nossa redenção por sua morte e ressurreição (Mt.20.28; 26.26-28). Ao contrário do espiritismo que ensina a expiação própria e aperfeiçoamento por méritos pessoais;
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d) Jesus ensinou a ressurreição final de todos os homens (Jo.5.28,29). Ao contrário do espiritismo que ensina o estado final como espírito puro.

O fato é que a prática do espiritismo de "consultar aos mortos", "macumba", "simpatia", "advinhação" etc., são práticas condenáveis por Deus e são abomináveis a ele:
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"Quando entrares na terra que o SENHOR, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti". Deuteronômio 18.9-12
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BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:
Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo (Editora Vida);
Seitas e Heresias (editora CPAD);
Desmascarando as Seitas (Idem);
Bíblia Online 3.0 (SBB).

O ESPIRITISMO É A TERCEIRA REVELAÇÃO DE DEUS ?

Afirmam que o Espiritismo é o cumprimento da promessa de Cristo de enviar o Consolador, o Espírito Santo, e é a terceira revelação de Deus. Diz o Livro dos Espíritos: Razão há, pois, para que o Espiritismo seja considerado a terceira das grandes revelações.

RESPOSTA APOLOGÉTICA

Tal declaração é um absurdo, podendo até ser considerada uma blasfêmia, para a qual não há perdão – Mt 12.31-32

A Bíblia revela que o Espírito Santo é uma pessoa, a terceira Pessoa da Santíssima Trindade:
a) Ele aparece em igualdade com o Pai e com o Filho na ordenança do batismo – Mt 28. 19
b) No batismo de Jesus – Mt 3.16,17
c) Na bênção apostólica – 2 Co 13.14

Jesus prometeu o Espírito Santo aos seus seguidores e lhes recomendou não sair de Jerusalém, e o Espírito Santo desceu sobre eles no dia de Pentecostes – At 1.4,5; Lc 24.49; At 2.1-4.

Logo o Espírito Santo nada tem a ver com o surgimento do Espiritismo moderno codificado por Allan Kardec (AK), mais ou menos 1850 anos depois. A prova da descida do Espírito Santo e sua missão está na mudança dos apóstolos depois do Pentecostes como se mostraram intrépidos na comunicação do Evangelho que Cristo lhes mandara pregar – At 1.8; Mc 16.15,16.

II . A POSSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO ENTRE VIVOS E MORTOS

Declaram:
Todo o homem é um médium e está cercado no seu dia-a-dia por uma população invisível que, sem que ele o saiba ou queira, com ele se relaciona.

Veja uma outra declaração:
“As comunicações frívolas emanam de espíritos levianos, zombeteiro se travessos mais maliciosos do que maus, e que não dão nenhuma importância ao que dizem... Esses espíritos levianos pululam ao nosso redor, e aproveitam todas as ocasiões para se misturarem em nossas comunicações. A verdade é o menor de seus cuidados, e é por isso que tem um maligno prazer em mistificar os que têm a fraqueza, ou algumas vezes a presunção, de neles crer sobre palavra.” ( O LIVRO DOS MÉDIUNS Instituto de Difusão Espírita revisão de Elias Barbosa, Araras, SP, IDE, 80ª Edição cap. X , p. 161)

Dizem também que:
“ O que devemos examinar, com atenção, são os diversos meios de se obterem as comunicações, quer dizer, uma troca regular e continuada de pensamentos. Esses meios são : as pancadas, a palavra e a escrita.” ( O LIVRO DOS MÉDIUNS Instituto de Difusão Espírita revisão de Elias Barbosa, Araras, SP, IDE, 80ª Edição cap. X , p. 163)

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

Vejamos que situação esta o espiritismo, admitem que os “espíritos” que se comunicam com os médiuns, são brincalhões e mentirosos, isso nos faz lembrar a seguinte passagem bíblica:
“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”.(Jo 8: 44)

Não há base Bíblia alguma para esta crença, ao contrário, a Bíblia ensina que a prática de consultar os mortos era abominável a Deus, pelo que Deus a proibiu terminantemente – Ex 22.18; Lv 19.31, 20.6; Is 8.19,20. A proibição de consultar os mortos implica em os mortos voltarem.

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

Deus proibiu a idolatria, não porque existissem outros deuses, mas porque atrás da idolatria estava a demonolatria – 1 Co10.19,20. Da mesma forma, Deus proibiu a consulta aos mortos, não porque eles se comunicassem com os vivos, mas porque não eram os espíritos dos mortos que se comunicavam com os vivos, mas eram espíritos demoníacos, ou espíritos malignos (Ef 6.10-12). Aqueles que baixam a sepultura não voltam. ( Jô 7.9-10 Ec 9. 5-6 )

O CASO DE SAUL E A FEITICEIRA DE ENDOR (1 Sm 28)

Razões que provam que houve fraude ou manifestação demoníaca :

1. Saul perdera a graça de Deus (1 Sm 15.23), daí Deus lhe responder mais (1 Sm 28.6).
Havia três maneiras de Deus comunicar-se com os homens naquela ocasião:
a) Por sonhos - revelação pessoal (Jó 33.15-17)
b) Por Urim e Tumim - revelação sacerdotal (Êx 28.30)
c) Por profetas - revelação inspiracionais (Hb 1).

2. Não se pode entender que Samuel, enquanto vivo, homem santo, depois de morto pudesse prestar-se a obedecer a pitonisa - mulher abominável - para a prática proibida por Deus. (Êx 22.18; Lv 20.27 ; Dt 18.19-12; Is 47.13)

3. Não se pode conceber que Deus tenha proibido a feitiçaria e a consulta a mortos e depois Ele próprio concordasse em permitir a feitiçeira trazer, de fato, o espírito de Samuel. (Tg 1.17)

4. Em (1Sm 28.13) a mulher diz : Vejo deuses que sobem da terra. Quem eram? só podiam ser deuses do inferno (Ap 12.7; Mc 5.9; Lc 8.30). O Diabo pode transfigurar-se em anjo de luz (2 Co 11.13-14 )

5. Os mortos não se comunicam com os vivos (Lc 16.19-31; Hb 9.27; Ec 9. 5-6)

6. O resultado dessa consulta foi trágica para Saul (1 Cr 10.13). De acordo com (Dt 18.22) as profecias devem ser julgadas. Essas do pseudo Samuel não resistem ao exame, são ambíguas, imprecisas e infundadas, vejamos :

a) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (1 Sm 28.19), mas se suicidou (1 Sm 31.4) e veio parar nas mãos dos homens de Jabes Gileade (1 Sm 31.11-13)

b) tu e teus filhos estareis comigo (1 Sm 28.19); não morreram todos os filhos de Saul como insinua essa profecia obscura. Ficaram vivos pelo menos 3 filhos de Saul - Is-Bosete (2 Sm 2.8-10); Armoni e Mefibosete (2 Sm 21.8). Apenas 3 morreram (1 Sm 31.6; 1 Cr 10.2-6).

III . A REENCARNAÇÃO

Allan Kardec através de seu lema, “naitre mourir renaitre encore et progresser sams cesse telle est la loi”, que traduzido ao português se resume no seguinte : “ nascer, morrer e progredir sempre, essa é a lei”, que esta escrito no seu túmulo em Paris, fez com que esse pensamento se tornasse a doutrina central do espiritismo.Essa idéia faz com que cada um faça por merecer sua própria “salvação” através de seus méritos humanos.

Allan Kardec o codificador do espiritismo, transmite que a doutrina mais importante entre os espíritas, é a da reencarnação. O livro dos espíritos contém 1016 perguntas feitas por Allan aos espíritos, e todas elas foram respondidas, com isso ele afirma que essa doutrina é consideravelmente importante, pois foi dada pelos espíritos.

Mas o grande dilema dos espíritas, e que foi confessado por Allan Kardec, é que não se pode identificar de forma unânime, esse ensinamento pelos próprios espíritos. Observe este posicionamento:

“Seria o caso, talvez, de examinar-se porque nem todos os espíritos, parecem acordar sobre essa doutrina”. ( O livro dos espíritos. Allan kardec- obras completas. Opus editora LTDA, p. 94, 2ª ed. 1985 )

E ainda: “ De todas as comunicações que se observam nas comunicações do espíritos, uma das mais chocantes é aquela relativa a reencarnação, como se ensina que nem todos os espíritos a ensinam”. ( O livro dos Médiuns, Allan Kardec- Obras completas, Opus Editora LTDA, p. 496. 2ª ed.1985)

Quanto à reencarnação, afirmam:

O princípio da reencarnação ressalta de muitas passagens das Escrituras, achando-se especialmente formulado, de modo explícito , no Evangelho.
E para tentar provar sua posição, AK se vale de passagens bíblicas como ( Mt 11.14 e Jo 3. 3,50 )

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

(Mt 11.14) – E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir.
João Batista era Elias, não o reencarnado, mas o profético, isto é, tinha características e missão semelhantes, ele tinha a pujança de Elias, como passamos a expor:
a) Para que Elias reencarnasse, deveria primeiro ter morrido, o que não aconteceu – (2 Re 2.11)
b) Se Elias tivesse reencarnado, na Transfiguração de (Mt 17.1-6), quem deveria ter aparecido seria João Batista e não Elias, pois segundo o espiritismo, o espírito desencarnado sempre aparece na forma do ultimo corpo, e no capitulo 14 de Mt , João havia morrido.
c) A semelhança entre Elias e João Batista nada tem a ver com a reencarnação, pois os traços semelhantes estão na identidade de seus ministérios
d) O próprio João Batista, diretamente interrogado por uma comissão de judeus se ele era Elias, respondeu categoricamente: Não sou –( Jo 1.21)
e) Em (Mt 11.13), Jesus disse: Todos os profetas e a lei profetizaram até João. Quando Jesus diz todos, isto inclui Elias, e a eles Jesus acrescenta João, logo Elias e João não são o mesmo profeta.

(João 3.3) – Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. A Bíblia ensina que nascer de novo significa regeneração.

Reencarnação é a entrada do mesmo espírito em outro corpo. Regeneração é a mudança das disposições dominantes da alma estando no mesmo corpo. Ao dizer a Nicodemos que era preciso nascer de novo, Jesus disse que O que é nascido da carne é carne, o que é nascido do Espírito é espírito (Jo 3.6). Se houvesse reencarnação, ela consistiria sempre em nascimento da carne e Jesus estava falando claramente de um nascimento espiritual – (Jo 1.12,13; 2 Co 5.17; Gl 6.15; Ef 4.22-24).

IV. OUTRAS DOUTRINAS BÍBLICAS NEGADAS PELO ESPIRITISMO

A EXISTÊNCIA DO CÉU

Em que sentido se deve entender a palavra céu?
– Acreditais que seja um lugar, como os Campos Elíseos 7 dos antigos, onde todos os bons Espíritos estão indistintamente aglomerados com a única preocupação de desfrutar, durante a eternidade, de uma felicidade passiva? Não. É o espaço universal; são os planetas, as estrelas e todos os mundos superiores onde os Espíritos desfrutam de todas as suas qualidades sem os tormentos da vida material nem as angústias próprias à inferioridade. ( Livro dos Espíritos resposta a pergunta 1016 )

Em vista disso, o inferno e o paraíso não existiriam como o homem os representa?
– São apenas figuras: existem Espíritos felizes e infelizes por toda parte. Entretanto, como também dissemos, os Espíritos da mesma ordem se reúnem por simpatia; mas podem se reunir onde quiserem quando são perfeitos.( Livro dos Espíritos resposta a pergunta 1012 )

A localização exata dos lugares de penalidades e recompensas existe apenas na imaginação do homem e provém da tendência de materializar e circunscreveras coisas das quais eles não podem compreender a essência infinita. A felicidade dos Espíritos bem-aventurados não consiste na ociosidade contemplativa que seria, como temos dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa inutilidade.

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

A Bíblia ensina que:
a) O céu é um, lugar, conforme a Palavra de Jesus – (Jo 14.2-3)
b) O céu é um lugar chamado Paraíso ou Terceiro Céu –( 2 Co 12.2-4)
c) É a habitação dos salvos na presença de Jesus ( Fl 1. 21-23 )
d) O céu é também chamado cidade celestial –( Fl 3.20,21)
e) Dentre as coisas que não haverá no céu, destacamos: Não haverá lágrimas, não haverá pranto, não haverá luto, não haverá dor ( Ap. 22.4) Poderá este lugar ser um lugar fastidioso? Não na linguagem de Paulo – (1 Co 2.9)

V. NEGAM A EXISTÊNCIA DO INFERNO COMO LOCAL DE CASTIGO ETERNO

Ou Deus é perfeito e não há penas eternas, ou há penas eternas e Deus não é perfeito.

Haverá lugares determinados no universo destinados às penalidades e aos prazeres dos Espíritos, conforme seus méritos?
– Já respondemos a essa questão. As penalidades e os prazeres são inerentes ao grau de perfeição dos Espíritos; cada um tira de si mesmo o princípio de sua própria felicidade ou infelicidade; e como estão por toda parte, nenhum lugar localizado nem fechado está destinado a um ou a outro. Quanto aos Espíritos encarnados, eles são mais ou menos felizes ou infelizes conforme o mundo que habitem seja mais ou menos avançado.( Livro dos espíritos, resposta a pergunta 1014 )

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

a) Deus é perfeito e há penas eternas. Deus é perfeito e quer que todos os homens se salvem – (1 Tm 2.4; 2 Pd 3.9; Ez 33.11)
b) A maior prova de amor de Deus foi dar seu Filho para nos salvar (Jo 3.16)
c) O homem que recusa a salvação é responsável por sua perdição (Mt 7.13,14; Mc 16.15,16)
d) No Novo Testamento a palavra Eterno (aionios, no grego) tem o sentido de duração sem fim, e é neste sentido que ela deve ser entendida.
e) Esta palavra (aionios), é empregada para referir-se a:
1. Deus e seus atributos – (Rm 16.26; Ap 4.10,11)
2. A Vida dos Salvos, que é vida eterna – (Jo 3.16)
3. Ao tormento dos perdidos no inferno –(Mt 25.41,46; Mc 9.43,45; Ap 14.10, 21.8)

VI . NEGAM A PERSONALIDADE DO DIABO E SEUS ANJOS

Satã, segundo o Espiritismo e a opinião de muitos filósofos cristãos não é um ser real; é a personificação o mal.

Há demônios, no sentido que se dá a essa palavra?
– Se houvesse demônios, seriam obra de Deus. Deus seria justo e bom por ter feito seres eternamente devotados ao mal e eternamente infelizes? Se há demônios, é no vosso mundo inferior e em outros semelhantes ao vosso. Demônios são esses homens hipócritas que fazem de um Deus justo um Deus mau e vingativo e acreditam que Lhe agradam pelas abominações que cometem em Seu nome.( Livro dos espíritos resposta a pergunta 131)

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

O diabo é uma personalidade. Segundo as Escrituras:
a) É mencionado entre pessoas espirituais –( Jó 1 . 6, 2,8)
b) Manteve conversação com Jesus no monte – (Mt 4.1-10)
c) Planeja, fala, mente, arquiteta insídias – (Jo 8.44)
d) Pedro admoesta a que tenhamos cuidado com ele – (1 P 5.8)

O Espiritismo não admite demônios no sentido vulgar da palavra, mas admite os maus espíritos.

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

Os demônios são seres espirituais caídos que executam as ordens o seu chefe Belzebu e povoam os ares – 2 Co 11.14,15; Lc 8.25-33; Ef 6.10-12.

VI . NEGAM A DEIDADE DE JESUS

Digamos que Jesus é Filho de Deus, como todas as criaturas, que ele chama a Deus Pai, como nós aprendemos tratá-lo de nosso Pai.

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

O que Jesus disse a respeito de si mesmo está em João 5.18. Assim, a expressão Filho de Deus na boca de Jesus, significava muito mais do que AK afirma, significava que ele era igual a Deus, o Deus Filho (Jo 20.28), o que os inimigos e Jesus entenderam muito bem, pois pegaram em pedras para o apedrejarem (Jo 8.59).

A Bíblia ensina que:
a) Jesus afirmou ser igual a Deus –( Jo 5.16-18)
b) Exigiu adoração e recebeu-a – (Jo 5.23; Mt 14.33, 15.25, 28.9,17)
c) Tomé declarou que Ele é Deus –( Jo 20.28)
d) João afirmou ser Ele Deus –( Jo 1.1-3,14)
e) Ele perdoou pecados –( Mc 2.5-12)

Ele é a plenitude da divindade e o Verdadeiro Deus – (Cl 2.9, 1 Jo 5.20).

VII . NEGAM A EFICÁCIA DO SANGUE DE JESUS PARA A PURIFICAÇÃO DOS PECADOS DA HUMANIDADE

Pensamos nós que o ensino protestante da purificação pelo sangue de Cristo ainda se mantém porque a mentalidade humana está no mesmo nível de suas fraquezas morais. Porque o espírito lúcido poderá passar a idéia de que para resgatar as faltas de suas criaturas necessitasse o criador imolar um inocente? E que fraqueza e processo.

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

São abundantes na Bíblia as passagens que ensinam a impossibilidade e salvação pelas boas obras e que a salvação e purificação dos nossos pecados se alcança pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus, que morreu por nós.

Assim, apontamos que:
a) As boas obras não salvam – (Is 64.6; Ef 2.8-10)
b) Cristo tomou livremente sobre si a obrigação e satisfazer o que os homens, por si sós, eram incapazes de fazer, reconciliar-se com Deus – (Is 53.4-6) compare com (Mt 8.17; Lc 22.37; 1 Pd 1.18,19, 2.24; 1 Jo 1.7,9, 2.1; Ap 1.5).

VIII . NEGAM A AUTORIDADE DA BÍBLIA SAGRADA

Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O Espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas chamadas cristãs. Não assenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. Mas nossa base é o ensino dos Espíritos, daí o nome – Espiritismo.

RESPOSTA APOLOGÉTICA:

Nesta afirmação vemos a maior prova de que o Espiritismo e o Cristianismo não são a mesma coisa como o próprio Allan Kardec declarou:

O Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa.
a) Cristianismo é Cristo, é a sua Palavra –( Jo 5.39,40)
b) Espiritismo é paganismo, é ensino de espíritos malignos (2 Co 11.13,14)
c) Cristianismo e Espiritismo não têm nada em comum ( Dt 18.10-12)

Espiritismo e Cristianismo são antagônicos, quem é cristão (At 11.26) não pode ser espírita, pois o espírita não é cristão, muito embora procure se cobrir com pele e ovelha (Mt 7.15,16)