Mostrando postagens com marcador Diversos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diversos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ação e adrenalina no novo lançamento da Graça Filmes

   Ação, adrenalina e uma incrível e tensa corrida contra o tempo são a tônica do novo lançamento da Graça Filmes no Brasil. O filme “Contagem Regressiva” é baseado no premiado best-seller americano “Jerusalem Countdown”, escrito por John Hagee, onde o mundo está prestes a enfrentar uma catastrófica batalha nuclear, a qual poderá levá-lo ao verdadeiro Armagedom.
“Contagem Regressiva”, que promete ser um sucesso no Brasil, traz o ator David A. R. White no papel de um agente do FBI, com a dura missão de desvendar um mistério que coloca os EUA como alvo de um iminente ataque nuclear. O possível conflito é fruto de uma série de eventos catastróficos, que ganham um desenrolar com a proximidade de um acordo de paz no Oriente Médio envolvendo Israel, e apoiado pelo governo norte-americano.
O ritmo intenso e acelerado do filme serve de pano de fundo para um importante debate sobre os conflitos que envolvem povos e nações, nos quais os governos são fundamentados em doutrinas religiosas. A produção traz à tona a discussão de como as pessoas precisam crer em Deus, acima de todas as coisas, e que é preciso haver um convívio pacífico entre os povos.
“O filme é uma produção grandiosa, com efeitos impressionantes. Porém, o grande destaque está no debate de que Deus é único e devemos seguir o amor que Ele demonstrou para com seu povo”, destaca Ygor Siqueira, diretor executivo da Graça Filmes. “É um filme que vai prender a atenção de todos os que assistirem. Adrenalina e pressão!”, completa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Escândalo de corrupção expõe Vaticano e irrita Bento XVI

Recentemente, um grupo de manifestantes foi ao Vaticano chamar o papa de “criminoso” e a Igreja Católica de “corrupta”. Isso irritou as autoridades eclesiásticas e chateou o papa.
Mas um novo escândalo de corrupção abalou o Vaticano nesta quinta-feira. O canal de  televisão italiano “La 7” divulgou que um arcebispo conhecido foi transferido por irritar outros padres, fazendo denúncias de irregularidades nos contratos da Igreja.
Durante o programa The Untouchable [O Intocável] foram mostradas várias cartas escritas em 2011 pelo arcebispo Carlo Maria Vigano, que ocupava o cargo de vice-governador da Cidade do Vaticano. A correspondência era endereçada a seus superiores, entre eles estava o papa Bento XVI. O assunto eram os supostos casos de corrupção.
O programa entrevistou um homem identificado como membro do “comitê de banqueiros”, afirmando que Vigano tinha a reputação de “estraga-prazeres” entre as empresas que tinham contratos com o Vaticano. O apelido seria por causa de sua insistência em fazer negócios com o máximo de transparência e concorrência leal.

terça-feira, 29 de março de 2011

Deus criou tudo o que existe ?

Este artigo se refere à um suposto debate entre Albert Einstein e um professor de uma Universidade de Berlim,  onde Einstein nem foi aluno, mas sim professor por volta de 1914.        

Alemanha inicio do século 20
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?”
Um aluno respondeu valentemente:
“Sim, Ele criou.”
“Deus criou tudo?”
Perguntou novamente o professor.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.
O professor respondeu,
“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Por que muitos crentes da nova geração têm aversão ao adjetivo “conservador”?



Muitos cristãos da atualidade não podem nem ouvir o termo “conservador”. Associam-no a farisaísmo, legalismo, fanatismo e posturas extremistas quanto a usos e costumes. Pensam que o conservador é aquele crente estereotipado, inimigo de tudo o que é novo, que parece viver em seu “mundinho”, como se pertencesse a uma religião ascética (cf. Cl 2.23, ARA).


Entretanto, à luz da Palavra de Deus — e para espanto de muitos —, todo salvo em Cristo deve ser conservador. E a igreja (ou denominação) que se preza também deve ser conservadora. Por quê? Porque conservar, do ponto de vista bíblico, não significa ter uma falsa santidade, estereotipada, que faz dos usos e costumes a causa, e não o efeito. Antes, implica observância à sã doutrina, a qual nos leva a ter santidade interna e externa. Em 2 Timóteo 1.13 está escrito: “Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e na caridade que há em Cristo Jesus”.

A Bíblia nos manda guardar, conservar, o que temos recebido do Senhor (1 Tm 6.20; 2 Tm 1.14). E, para as igrejas da Ásia que estavam agradando ao Senhor Jesus, Ele transmitiu mensagens que implicavam manutenção, conservação (Ap 2.25; 3.11). Mas, por que muitos não querem ser conservadores? Ser conservador não é apenas ter aparência de piedade (Cl 2.20-22), tampouco se isolar da sociedade.

Jesus, o Homem mais santo que andou na terra, não se afastava dos pecadores (Lc 5.32; Jo 2.1-11). Ele ensinou que a nossa luz deve brilhar em meio às trevas (Mt 5.16). Ser conservador também denota reter o bem, manter o que é bom, verdadeiro (1 Ts 5.21). E sabemos que as verdades da Palavra de Deus são inegociáveis, porém isso não significa que devamos abrir mão das estratégias lícitas de evangelização (1 Co 6.12; 9.22). O verdadeiro conservador não é legalista ou coisa parecida. Ele não é um fanático, um estereótipo de crente, tampouco se opõe a tudo o que é novo (Ec 7.16,17; 1 Ts 5.21).

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Você segue o verdadeiro Jesus?

Existe uma maneira simples para saber se alguém tem o verdadeiro Jesus ou não. Por verdadeiro Jesus, eu quero dizer aquele da Bíblia, não aquele um do Mormonismo que é irmão do diabo, nem o Jesus das Testemunhas de Jeová que é o arcanjo Miguel, e, certamente, nem aquele da Nova Era que é simplesmente um homem dotado de uma consciência divina.

Nós podemos orar e conversar com o Jesus da Bíblia (At 7:55-60; e Zc 13:9 com 1 Co 1:1-2). O Jesus da Bíblia é adorado (Mt 2:2,11;Mt 14:33;Mt 28:9; Jo 9:35-38; Hb 1:6). O Jesus da Bíblia é chamado de Deus (Jo 20:28; Hb 1:8).

Na teologia das seitas, Jesus é uma criação de uma forma ou de outra (é por isso que as Testemunhas de Jeová adicionaram a palavra 'outro' quatro vezes em Cl 1:16-17). Além disso, não se ora a Ele, não o adoram e não o chamam de Deus.

Se você é um cristão então tem o privilégio de poder orar a Jesus, e não somente por intermédio dele. Você pode adorá-lo juntamente com o Pai. E você pode chamá-lo de seu Senhor e Deus. Um membro de uma seita não pode fazer isso. Um membro de uma seita tem um falso Jesus, e portanto, uma falsa esperança de salvação.

O texto a seguir é uma expansão dos pontos acima.

Se você coloca a sua fé em um Jesus que não é o verdadeiro, então a sua fé é inútil. O poder da fé não reside no ato da crença, mas no seu objeto; uma grande fé em alguma coisa falsa é o mesmo que fé em nada. Sinceridade e falsos messias não constroem pontes sobre o abismo de pecados entre Deus e o homem; somente o Jesus da Bíblia faz isto. Quem, então, é o verdadeiro Jesus?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Oração em apologética

Um dos perigos do apologista é cair na armadilha de confiar em suas próprias habilidades intelectuais de convencer e levar alguém ao reino de Deus. Fico triste em afirmar que eu já fui culpado disso.

O orgulho se esconde no coração e assim não pode ser visto. Quando nós confiamos somente em nosso próprio conhecimento em vez da palavra de Deus, misericórdia e graça, nós caímos nessa armadilha. Não é a razão que converte, mas o Espírito de Deus. Não é a lógica que nos atrai as Deus, mas Jesus (Jo 12:32). Não é a evidência que convence uma pessoa de seus pecados, mas o Espírito Santo (Jo 16:8). É por isso que necessitamos confiar em Deus e confiar que Ele usará a nossa defesa da verdade para Sua glória e seu benefício.

Ignorar a oração na apologética é ser orgulhoso. É o mesmo que dizer que não precisamos de Deus. Mas nós precisamos orar por aqueles que estão perdidos, orar para que suas mentes sejam abertas, orar para que a palavra de Deus seja verdadeira para eles, orar para que nosso testemunho seja forte, e orar para que o mal não fique entre eles e nós. Nós estamos lutando uma batalha espiritual e precisamos de ferramentas espirituais. A oração é talvez a mais importante de todas elas.

Apologética para hoje

Desde a era apostólica, o Cristianismo foi firmado com base na defesa da fé. Em cada circunstância foi necessária uma mudança de metodologia, apesar da doutrina em si permanecer a mesma.Entretanto, em nosso tempo a apologética tem se mostrada falha, ou até mesmo inexistente. Alguns recusam o confronto e assumem uma atitude bem esponjosa, ou seja, absorvem tudo que entra em contato. Outros parecem defender a fé como se estivessem gritando para surdos, sem trazer qualquer impacto ao mundo. Se a doutrina cristã permanece verdadeira, onde a sua defesa falhou?

No auge do iluminismo, a razão era a rainha da verdade. Os pensadores daquela época acreditavam fielmente que a ciência era capaz de desvendar qualquer mistério presente no mundo. Eles repudiaram a imposição da verdade pela Igreja e só julgavam algo verossímil desde que fosse racionalmente comprovado. A Reforma surgiu nesse contexto. Apesar de René Descartes, considerado o pai da modernidade, nascer bem depois de Lutero e Calvino o clima intelectual já era manifesto no ambiente reformado. O próprio Lutero negou uma retratação da sua doutrina em detrimento da sua razão. Assim, o Protestantismo cresceu juntamente com a modernidade.

Na medida em que o pensamento científico se desenvolvia, novas descobertas eram realizadas e algumas desafiavam os ensinamentos bíblicos. Por conseguinte, os cristãos se empenhavam em buscar uma resposta que não comprometesse nem a Bíblia, nem a Ciência. A apologética era baseada na apresentação de fatos. A lei da não-contradição era fundamental na modernidade. A noção de que se algo é verdadeiro o oposto é falso era fator central na argumentação. Logo, a apologética era realizada através da apresentação de fatos por meio de um pensamento antitético.

Natal: a maior festa de aniversário do mundo!

"PARABÉNS JESUS!"

Comemoramos com alegria o nascimento de pessoas queridas e nos confraternizamos em seus aniversários. Portanto, entendemos ser válido e de muita gratidão nos regozijarmos também pelo nascimento de Jesus e lembrarmos desse acontecimento ímpar na história da humanidade com alegria. Outros, porém, entendem tratar-se de uma festa oriunda do paganismo, não-cristã. De antemão, queremos deixar bem claro que não iremos apresentar objeções contrárias aos grupos autenticamente cristãos que não participam de comemorações natalinas. Respeitamos essa opção, já que entendemos tratar-se de uma questão secundária. O mais importante para nós é nos mantermos unidos na fé em Jesus Cristo, respeitando a maneira amorosa de cada comunidade cristã prestar gratidão pela vinda do Filho de Deus à terra.

A palavra natal vem do latim natale, relativo ao nascimento. O mundo ocidental cristão define o Natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo, e isso ocorre, todos os anos, no dia 25 de dezembro. Observando a história, podemos analisar que a comemoração do nascimento de Jesus, através de uma data específica, era de pouco interesse dos cristãos primitivos.

A primeira evidência histórica de que dispomos sobre o Natal é da primeira metade do século III d.C. Hipólito, bispo de Roma, escolheu a data de 2 de janeiro para celebrar o nascimento de Jesus. Outros cristãos escolheram datas diferentes, tais como: 6 de janeiro, 25 ou 28 de março, 18 ou 19 de abril e 20 de maio. A comemoração universal de 25 de dezembro se firma entre 325 a 354 d.C., aproximadamente.


A celebração do nascimento de Jesus em 25 de dezembro


Os evangelhos não indicam a data em que o Senhor Jesus nasceu, mas apresentam um quadro grandioso e jubiloso da celebração desse dia: E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor e tiveram grande temor. E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: Acharás o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura. E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens (Lc 2.9-14).

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Moisés escreveu mesmo o Pentateuco?


Até pouco tempo atrás, afirmava-se que a invenção do alfabeto teria ocorrido pelos séculos 12 ou 11 a.C., sendo esse argumento apresentado para “provar” que Moisés não podia ter escrito o Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia), visto que em seu tempo não haviam ainda inventado a arte de escrever. No entanto, escavações arqueológicas nas ruínas da cidade de Ur, na antiga Caldeia, têm comprovado que ela era uma metrópole altamente civilizada. Nas escolas de Ur, os meninos aprendiam leitura, escrita, Aritmética e Geografia. Três alfabetos foram descobertos: junto do Sinai, em Biblos e em Ras Shamra, que são bem anteriores ao tempo de Moisés (1500 a.C.).

Estudiosos sustentam que Moisés escolheu a escrita fonética para escrever o Pentateuco. O grande arqueólogo William F. Albright datou essa escrita de início do século 15 a.C. (tempo de Moisés). Interessante é notar que essa escrita foi encontrada no lugar onde Moisés recebeu a incumbência de escrever seus livros (Êx 17:14). Veja o que disse Merryl Unger sobre a escrita do Antigo Testamento: “A coisa importante é que Deus tinha uma língua alfabética simples, pronta para registrar a divina revelação, em vez do difícil e incômodo cuneiforme de Babilônia e Assíria, ou o complexo hieróglifo do Egito.”

Deus sempre sabe mesmo o que faz! Pense bem: se o alfabeto tivesse sido realmente inventado pelos fenícios, cuja existência foi bem posterior à de Moisés, e se as escritas anteriores – hieroglífica e cuneiforme – foram decifradas apenas no século 19, como poderia Moisés ter escrito aqueles livros? Se o tivesse feito, só poderia usar os hieróglifos, escrita na qual a Bíblia diz que Moisés era perito (At 7:22). Nesse caso, o Antigo Testamento teria ficado desconhecido até o século 19, quando o francês Champollion decifrou a antiga escrita egípcia. Acontece que, no princípio do século 20, nos anos 1904 e 1905, escavações na península do Sinai levaram à descoberta de uma escrita muito mais simples que a hieroglífica – e era alfabética! Com essa descoberta, a origem do alfabeto se transportava da época dos fenícios para a dos seus antecessores, séculos antes, os cananitas, que viveram no tempo de Moisés e antes dele.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Criação ou Acaso

A Bíblia diz que Jesus Cristo é "a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem", que Ele "estava no mundo" e "o mundo foi feito por intermédio dele" (João 1.9-10).

Como homens modernos, quando nos perguntamos se somos criaturas de Deus ou produtos do acaso, resultados da evolução do Universo, temos uma clara resposta nos versículos acima: Jesus Cristo é a Luz de Deus e tudo foi feito através dEle!

Todo homem que vive na terra tem uma noção de que Deus, o Criador de todas as coisas, existe. Muitos cientistas, simplesmente observando o microcosmo e o macrocosmo, tiveram que admitir: não se trata de acaso, mas da criação de Deus! Por isso, a Bíblia nos diz que, se quiserem, os homens podem reconhecer a Deus por meio das Suas obras na natureza: "porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas" (Romanos 1.19-20). Naturalmente pode-se rejeitar esse reconhecimento, prejudicando a si mesmo.

Quantas vezes admiramos o verde na natureza, produzido pela seiva das plantas. Essa força é a vida procedente de Deus. O homem não tem condições de dar vida a uma árvore sintética, mesmo conhecendo sua composição química. A vida para o crescimento das plantas, dos animais e do homem não pode ser produzida, pois é uma dádiva, uma criação de Deus.

Um avô estava passeando com seu neto por um parque. Eles pararam diante de uma gigantesca árvore. O avô explicou à criança que essa árvore tinha sido plantada pelo pai dele. A criança ficou muito admirada, achando que o bisavô tinha sido muito mais forte que o avô, para poder carregar e plantar uma árvore tão grande. O avô sorriu e explicou ao neto como isso tinha acontecido: "Veja, as pessoas não podem fazer árvores." Apanhando uma semente do chão, ele continuou: "Aqui está contido o segredo da árvore. Dentro dessa pequena semente existe maravilhosa vida, criada por Deus. Tudo que a árvore será e terá, está dentro desta semente. Assim, há 60 anos, meu pai enterrou uma semente dessas e dela nasceu essa grande árvore." A criança ficou admirada com as palavras do avô e compreendeu algo importante: nada foi produzido pelo homem, não houve acaso, mas realizou-se um programa estabelecido por mãos superiores, a criação de Deus!

Assim é também com o homem. Com você e comigo. Somos criaturas de Deus, destinadas a viver pela força de Deus e para Ele; a experimentar a maravilhosa vida de responsabilidade, em liberdade e paz divinas. Pois, após ter criado os homens, Deus disse: "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que rasteja pela terra" (Gênesis 1.28). Mas o homem somente pode suportar essa grande e maravilhosa responsabilidade quando está em estreito contato com seu Criador. Quando não é assim, acontece o caos, como vemos atualmente no meio ambiente, na economia, na política, no convívio entre os homens. Pois entre Deus, nosso Criador, e o homem, infiltrou-se o pecado, a vontade própria do homem. O homem não atende mais à orientação e à voz de Deus, passando a fazer o que lhe traz a destruição no presente e na eternidade.

Entretanto, como nosso Criador nos ama, Ele não assistiu inativo à destruição do homem. Pelo contrário, Ele providenciou a salvação, que nos oferece a vida para a qual Ele nos criou: a vida de liberdade, paz e alegria nEle. Deus enviou Jesus Cristo, Seu Filho unigênito, para quitar por nós o preço da reconciliação, que tinha de ser pago pelos nossos pecados, porque transgredimos os Mandamentos de Deus. Por isso a Bíblia, a Palavra de Deus, diz em Romanos 6.23: "o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor."

Jesus morreu na cruz do Calvário em Jerusalém e ressuscitou dos mortos para que, se você crer nEle e Lhe confessar seus pecados, Ele lhe possa dar uma nova vida da parte de Deus. Faça isso falando com Ele em oração! (Herbert Nötzold)

domingo, 3 de janeiro de 2010

CPAD suprimirá trechos heréticos da nova Bíblia Dake




.
A CPAD – Casa Publicadora das Assembleias de Deus notificou nos últimos dias em seus principais periódicos a edição e publicação em breve da mais nova bíblia de estudo em língua portuguesa, direcionada a pastores, pregadores, professores e estudiosos das escritura de uma forma geral. Trata-se da Bíblia Anotada Dake (BAD) resultado do trabalho de 100 mil horas de labor durante 43 anos de um teólogo da AD dos EUA Finnis Jennings Dake (1902-1987).
.
A BAD disponibiliza notas orientadas pelo método dispenssasionalista elaboradas em tabelas com as respectivas eras, bem como comentários bíblicos, atlas, dicionário, concordância completa, livros de tópicos variados, síntese bíblica, doutrinas, estudos proféticos e outros recursos adicionais que incluem quase 9 mil subtítulos informativos que dividem o texto e fornecem uma sinopse de todos os livros da bíblia.

A BAD brinda seus leitores com mais de 8 mil títulos, uma grande variedade de tópicos e 2 mil ilustrações, incluindo nos livros de Daniel e Apocalipse.

Embora a BAD seja uma ferramenta de utilidade indescritível pelos muitos recursos que dipôe, a mesma enfrenta em solo americano as mais variadas manifestações , tanto de aprovação quanto de reprovação. Os mais polêmicos críticos americanos apontam a BAD como “um dos mais populares compêndios de heresias” já publicado nos EUA, além de reputar F. J. Dake como um dos principais pensadores que influenciaram os pensamentos fantasiosos de pregadores do movimento da fé e da prosperidade como Benny Hinn.
.
Um dos grandes críticos da teologia de Dake é o renomado escritor, palestrante e diretor do Instituto Cristão de Pesquisas nos EUA, Hank Hanegraaff, e o que mais incomoda é o fato de suas declarações estarem presentes em um dos livros mais vendidos pela CPAD, o livro Cristianismo em Crise.

A crítica de Hank Hanegraaff em “Cristianismo em Crise” a BAD

No livro “Cristianismo em Crise”, Dake é apresentado como um dos principais disseminadores de interpretações falaciosas e fantasiosas que influenciaram uma gama de “curandeiros” do Movimento da Fé, como Benny Hinn. Na pg. 278 (da 1ª. edição impressa pela Casa), Hanegraaff faz menção de um dos livros escritos por Dake, intitulado “Plano de Deus para o Homem”, no qual Dake se refere aos germes causadores de enfermidades patológicas como “agentes materiais de satanás”, e que “nenhuma droga é capaz de curar qualquer enfermidade” e que “qualquer médico honesto admitirá que não há poder curativo nos medicamentos”.

Segundo Hanegraaff, na pg. 327, Dake teria feito interpretações do texto bíblico no mínimo fantasiosas em sua bíblia de estudo ao afirmar que Deus “possui um corpo como o de qualquer um de nós”, e que Deus “come, descansa e habita em uma mansão num planeta material chamado céu”. Como se não bastasse, Hanegraaff registra ainda que Dake, nas primeiras páginas do Novo Testamento de sua bíblia anotada teria registrado que “Cristo tornou-se o Ungido, ou Messias apenas 30 anos depois de seu nascimento”.

Ainda segundo Hanegraaff em “Cristianismo em Crise”, os pensamentos e interpretações de Dake não teriam apenas influenciado Benny Hinn no que diz respeito às questões de enfermidades e sofrimentos, mas também a outras questões exóticas tomadas por Hinn como fatos, como por exemplo, em relação ao domínio de Adão sobre os animais no que diz respeito as possibilidades que o homem possuía motivadas pelo “domínio” que exercia, tal como voar, dentre outras.
.
Inquietação e resposta: CPAD suprimirá “desvios” da nova bíblia

Como se pode inferir nas declarações de Hanegraaff, e também em outras fontes disponíveis para consulta (você pode conferir outros “desvios” da Dake clicando aqui), seria no mínimo contraditório a publicação da BAD pela CPAD, tendo em vista o compromisso da Casa com a ortodoxia bíblica, e também com a posição clara da CGADB em relação aos movimentos baseados nos postulados na perniciosa "Teologia da Prosperidade” e de outroas heresias presentes nos ensinamentos do Movimento da Fé.

Assim, de acordo com o Pr. Silas Daniel, editor chefe da Casa, a CPAD se comprometeu em publica-la na seguinte condição: liberdade editorial de supressão de desvios e ideais contraditórios com a doutrina e teologia adotada pelas ADs no Brasil. Autorizados a fazer a supressão dos desvios de Dake pelos editores que detêm os direitos de publicação, foi mantido os principais recursos, notas e estudos que estejam em harmonia com a ortodoxia bíblica, doutrinária e teologica. De acordo com o Pr. Silas Daniel “...os erros doutrinários já eram conhecidos e foram devidamente retirados. Devido ao seu compromisso com a ortodoxia bíblica, a CPAD não publicaria a Bíblia Dake no Brasil se tivesse de publicá-la com seus equívocos. Os detentores do direito de publicação da obra de Dake autorizaram a CPAD retirar da Bíblia Dake os erros doutrinários."

Segundo Pr. Silas Daniel, " apesar dos pequenos trechos equivocados da obra (e já retirados), a Bíblia Dake é uma relevante obra com conteúdo enriquecedor, por isso a importância de sua publicação no Brasil. A título de comparação, tomemos o caso da Bíblia Scofield (que está para ser relançada no Brasil por outra editora): ela era uma boa Bíblia (apesar de não ter tantas notas explicativas como outras Bíblias de estudo que vieram após ela), mas continha erros também - como é o caso da nota que explica o episódio entre Saul e a pitonisa de En-Dor. Nem por isso a Bíblia de Scofield deixa de ser reconhecida como uma boa Bíblia de estudo, principalmente para a época em que foi lançada, quando era pioneira entre as Bíblias de estudo. Agora, imagine uma Bíblia de estudo rica, muitíssimo rica, e com o adendo de que as únicas "viagens" de seu autor foram devidamente retiradas. Pensou? É a Bíblia Dake”, conclui.

P.S.: A resposta do Pr. Silas Daniel publicada nesta postagem em relação a BAD foi direcionada a mim em seu blog no espaço para comentários após questioná-lo sobre a posição de Hank Hanegraaff. Você pode conferir meu questionamento e a resposta do Pr. Silas Daniel em sua integra clicando aqui.

Fonte: Sidnei Moura.

O auto deste artigo reside em São Carlos - SP; é radialista; pregador e orador cristão; estudante de Letras e Teologia; e, afiliado da UBE nas comunidades dos sites Ning e Orkut.

BÍBLIA DAKE - Posicionamento do Pr. Carlos Roberto e Comentário de Revisora demitida pela CPAD



Fonte da Imagem: Blog do Pr. Robson Aguiar


Por Pr. Carlos Roberto Silva

Tenho acompanhado as discussões sobre a publicação da Bíblia de Estudos de Dake, lançada pela CPAD, porém, na condição de Membro do Conselho de Doutrina da CGADB, representando lá a COMADESPE, convenção regional da qual estou Vice Presidente Executivo, procurei não precipitar qualquer comentário aqui na blogosfera, no afã de ser moderado aguardando um bom final para este processo.



No entanto, considerando que aqui mesmo neste blog, publiquei chamada sôbre o lançamento da Bíblia Dake, com a melhor das intenções, e a partir de então passei a ter também responsabilidade com a indicação, não posso me calar, motivo pelo qual passo a expor o que se segue:


1 - Participei da Reunião do Conselho de Doutrina em conjunto com a Comissão de Apologética da CGADB, quando por conscenso e unanimidade, foi enviada resolução aos órgãos competentes, assinado pelos presidentes dos referidos conselhos, concluindo pelo cessar da publicação, bem como pela retirada dos exemplares da referida Bíblia ainda existentes nas lojas da editora. Somente isso já diz tudo sôbre o que significa para a Igreja tal publicação.

2 - Considerando que a Bíblia de Dake continua sendo muito bem vendida nas lojas da CPAD, e que, em virtude da notícia de seu lançamento postada aqui, tenho recebido muitas indagações, sejam por telefone ou e-mails, e até mesmo considerações através de comentários, declaro que:

3 - Não concordo com as discrepâncias doutrinárias de Dake, as quais passei a conhecer somente quando do recebimento de um exemplar, bem como da participaçào da Reunião do Conselho de Doutrina e da Comissão de Apologética,

4 - Ainda que existam bons comentários nela inseridos, aqueles que são heréticos e venenosos, invisabilizam a publicação, principalmente em se tratando de uma editora de caráter confessional.

5 - A não consulta ao conselho competente da CGADB, no caso o de doutrina, o que é regimental, foi erro grave e nesse caso específico irreparável.

6 - No meu entender, salvo melhor juízo, o não acatamento da resolução tomada pelos referidos conselhos, pelo menos até agora, (22.12.2009), agrava muito mais a situação, e caracteriza ainda uma séria crise institucional.

7 - Nossa convenção, a COMADESPE, através da Comissão de Temário da 76a. AGO que será realizada em Bauru, de 25 a 28 de Janeiro de 2010, com muito temor e lamentando muito, decidiu, pontualmente, abrir mão de uma parceria de alguns anos com a CPAD, pelo menos até que isso se resolva, para que não tenhamos o constrangimento de ter a referida Bíblia comercializada nos stands do evento, e também para evitar o desprazer de ter que justificar, não recomendar ou fazer contraponto a um produto de tão importante parceiro.

8 - Não bastasse tudo isso, a funcionária da CPAD, revisora Miriam Anna Libório, demitida, o qual transcrevo na íntegra:


A quem interessar possa.

Não é justo que eu seja penalizada pela publicação da Bíblia Anotada de DAKE, quando a direção foi avisada (pelo chefe de setor em exercício e pelos revisores responsáveis, muito antes de sua publicação) de que ela traria problemas. Não existe erro de revisão nela. Existem discrepâncias doutrinárias que inviabilizam sua publicação e isto, embora não seja da competência do revisor, que apenas cumpre ordens, foi visto e comunicado.
O superior imediato foi alertado a respeito das discrepâncias, mas não deu ouvidos, sabe-se lá por quê.
Qualquer coisa que seja dita, por quem quer que seja, para justificar a ignorância deles com relação a este fato, é MENTIRA atestada por mim como copy mais antiga no setor. Peço que tomem providências. Ou este sacerdócio já está tão corrompido que será necessário Deus abrir a boca de um jumento para repreender o profeta cego, surdo e mudo? Não quero emprego de volta, nem dinheiro. Quero desagravo. Não posso ficar à mercê de profetas velhos, aos quais sempre temi, dos quais sempre tive receio, e por causa de quem me vejo neste imbróglio.

Com muita indignação,
Miriam Anna Liborio
P.S.: Se existe algum problema de saúde naquele lugar, é cegueira. Incurável.

Isto posto, registro o que aqui relatei, como prova de respeito pelos leitores deste blog, os quais em sua maioria são companheiros de ministério e de convenção, e nesse caso me refiro principalmente à COMADESPE, além de amigos pertencentes a outras denominações, por ser este o veículo que disponho para externar o que penso a respeito do caso, e peço vênia, não sejam confundidas tais declarações, com qualquer conotação de política eclesiástica ou campanha contra a CPAD, a qual continua contando com a minha admiração e apoio pelo conjunto da sua obra e serviço prestado às Assembléias de Deus e à Igreja Evangélica brasileira em geral, no entanto, nesse caso específico, entendo que o erro é grave com o que não posso concordar em hipótese alguma.
Talvez tenha sido tardio no afã de não ser precipitado, mas agora, com todo respeito e moderação é necessário um posicionamento de minha parte.

"Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem." I Timóteo 4: 16

Com temor a Deus e respeito
pela CPAD e todas as pessoas envolvidas.

Fonte: Point Rhema

Sobre o Pastor Carlos Roberto Silva: brasileiro; casado; 49 anos; vice-presidente da Assembleia de Deus - Ministério de Cubatão-SP; vice-presidente executivo da COMADESPE - Convenção dos Ministros da Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros - Gestão 2009/2011; membro do Conselho de Doutrina da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil - Gestão 2009/2013; e, relator do Conselho Consultivo da UNIPEC - Conselho de Pastores e Líderes Evangélicos de Cubatão - Gestão 2009/2011.

Fonte: http://www.ubeblog.com

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Jardim do Éden


“E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”


Gênesis 2:8 eden of the garden3.jpg


A mesopotâmia é conhecida como sendo o berço da civilização, pois é nessa região que a humanidade começou. Ali Adão e Eva foram formados.


O relato bíblico do livro de Gênesis nos fornece uma série de descrições geográficas, ricas em detalhes, servindo como uma preciosa fonte de pesquisas e informações que podem ajudar o estudante a localizar lugares e comprovar histórias.


Eu acredito que esse fato ocorre devido a intenção que o escritor e o autor (Moisés e Deus) têm a intenção de mostrar a veracidade e realidade dos fatos e eventos descritos no livro.


É importante notar que em toda a Bíblia, de Gênesis até o Apocalipse, sempre ocorreu uma preocupação de se detalhar os fatos, para que o leitor pudesse acreditar na sua veracidade.


No caso do Éden, muitas informações geográficas são dadas, e serão comentadas a seguir.


Mesopotâmia é uma palavra de origem grega e significa: “entre rios”. Esse nome foi dado devido a região está localizada entre dois dos principais rios da região, o Tigre e o Eufrates. É um oásis em meio a uma região desértica.


O texto bíblico de Gênesis 2 nos dá informações importantes como:


1. Do Éden nascia um rio que se dividia em quatro braços: Pisom, Giom, Tigre e o Eufrates;


2. A etimologia (origem) das palavras usadas;


3. Terras e lugares citados no texto;


É importante observar que o texto de Gênesis, escrito por Moisés, foi desenvolvido apenas após o Dilúvio. Isto nos faz relembrar que antes da Torre de Babel, e conseqüentemente antes do Dilúvio todo o globo falava o mesmo idioma, todavia, as expressões citadas no livro de Gênesis, com relação ao Éden, têm sua origem em outros idiomas, que não o hebraico. Isso é de uma importância fundamental, como iremos ver.


Alguns nomes são citados no texto (Gn 2:8-14):


• Éden Nome que possui duas origens: a forma Suméria de Éden que quer dizer: "estepe", ou "campo aberto", ou o Semítico, denotando: "luxo" ou "delícia";


• Jardim Localizado ao Leste do Éden. Observe que o jardim era apenas uma parte territorial dentro da região denominada Éden;


• Um Rio Não denominado, vindo de fora do jardim e regando-o, dividindo-se em quatro braços;


• Pisom Primeira divisão do rio principal que vem até a terra de Havilá;


• Havilá Terra ou distrito;


• Giom Segunda divisão do rio principal que vem até a terra de Cuxe;


• Cuxe Etiópia (Cuxe em hebraico). Uma terra ou distrito;


• Tigre Terceira divisão do rio principal que vem até a terra da Assíria;


• Assíria (Asshur em hebraico);


• Eufrates Quarta divisão do rio principal;


Os lugares citados no texto recebiam outros nomes, no período pré-diluviano, mas esses nomes não são utilizados por Moisés. Os nomes utilizados pelo escritor eram os nomes modernos – da época. Eram os nomes do período pós-diluviano. Então, uma pergunta nos vem à mente: Por que isso ocorreu?


A resposta é simples: porque o autor queria que os leitores conseguissem identificar o local para ter a certeza da veracidade do texto.


Vejamos alguns exemplos:


"Assíria" (hebraico, Asshur) é um nome que os hebreus deram e que se origina de Asshur um filho de Sem, nascido depois do Dilúvio (Gn10:22). Então, no conceito hebraico o nome não existia antes do Dilúvio.


"Havilá" é um nome pós-diluviano (Gn 10:29).


"Etiópia" (Cush, ou Cuxe – Gn l0:6). Nome dado após o dilúvio, originário do neto de Noé, Cuxe, e filho de Cam.


Isso é uma evidência forte de que o escritor estava usando nomes conhecidos na época. Esse é um fato de importância fundamental, pois mostra conclusivamente que ao usar nomes conhecidos o escritor tinha a intenção que os leitores da época conseguissem entender com clareza a mensagem e reconhecer geograficamente a localização do Éden.


Daí a evidência conclusiva de que o lugar (Éden) era real. Se o escritor não tivesse a intenção de que o Éden fosse localizado, identificado, não teria dado tantas informações geográficas a respeito nem tão pouco teria usado os nomes conhecidos no período.


Precisamos entender, ainda, que o jardim do Éden foi destruído com o Dilúvio, mas o local denominado biblicamente de Éden continuava lá, não o jardim, mas o local.


Observe o fato de que o profeta Ezequiel usou o nome Éden para se referir a uma localidade existente em seus dias, em Ezequiel 27:23. Segundo esse texto o profeta Ezequiel localiza o Éden na região conhecida como Babilônia.


Na Bíblia, o jardim do Éden não é só o nome do lugar onde Adão e Eva viveram, mas também uma representação metafórica do Jardim de Deus, isto é, o lugar onde Yahweh mora: Is 51:3; Ez 28:12-15, 31:8-18.


A localização exata do Jardim do Éden permanece um mistério, todavia, o texto de Gênesis 2:8 afirma que Deus plantou o "jardim no Éden, da bando do Oriente", isto é, no Leste.


Essa afirmação aponta para um lugar ao leste de Canaã, que também possuía quatro rios: o Pisom, o Giom, o Tigre e o Eufrates (vv. 10-14).


O Tigre e o Eufrates como sabemos hoje em dia, sem sombra de dúvida, os dois rios da Mesopotâmia que possui o seu curso inalterado ainda hoje. O Giom (possivelmente o hebraico para "esguichar") e Pisom (normalmente entendido como sendo uma forma do verbo semítico "pular para cima") são mais difíceis de se identificar.


Muitos estudantes acreditam que o Giom é o rio Nilo, e que Cuxe é associado com Nubia, ao sul de Egito. Se esta associação estivesse correta, todo o restante da descrição do local do Éden não poderia fazer o menor sentido, porque nenhuma parte dessa região converge com o Tigre e o Eufrates.


eden of the garden2.jpgOutros identificam Cuxe como a terra dos Cassitas, ao leste do Tigre, também conhecido como Cuxe durante os tempos antigos. Esta teoria faz um sentido geográfico melhor. Finalmente, ainda há outra posição de alguns estudantes que acham que o Giom e o Pisom eram canais ou afluentes do Tigre e Eufrates.


Há alguns anos uma equipe de pesquisadores conseguiu através de satélite tirar algumas fotos que mostram o leito de dois rios de grande porte juntos ao Tigre e ao Eufrates, que acredita-se tratar do Giom e do Pisom.


Essa mesma região é conhecida pela sua terra de tom avermelhado. O interessante é que o texto bíblico relata que naquele lugar Deus fez o homem do pó da terra (Gn 2:7) e pôs nele o nome de Adão. É importante saber que a palavra Adão, no hebraico, significa: “Vermelho”.


Assim sendo, localiza-se o Éden na região da Mesopotâmia, exatamente como o relato bíblico descreve, e o jardim do Éden ao Leste, contudo, o local exato do jardim não se sabe ao certo, mas as evidências históricas e geográficas são indiscutíveis: Um dia ele esteve ali.


Autor: Robson T. Fernandes

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Os pecados capitais dos pastores evangelicos

.

1. - Soberba - O que tem de pastor soberbo por aí, só mesmo vendo para acreditar. Muitos deles se acham melhores e mais santos do que os outros, sem atentar ao fato de que foram salvos exclusivamente pela GRAÇA e MISERICÓRDIA de Deus, sem que nada merecessem, a não ser condenação e inferno. Que eles jamais se considerem melhores do que os crentes e incrédulos, devendo amá-los, respeitá-los, pregar-lhes o Evangelho bíblico e orar por eles, a fim de provar que realmente os amam. Vamos ler Romanos 14:10: “Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo”; 14:12: “De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

2. - Avareza - Este é o pecado mais encontrado nos “pentecapastors”, os quais fazem da avareza (que é idolatria) o seu pecado especial. Eles pregam o Evangelho não por amor às almas perdidas, mas visando lucros financeiros, para encher suas contas bancárias e construir templos suntuosos, a fim de mostrar aos seus confrades que sua igreja é MAIOR e MAIS BONITA do que a deles. O fenômeno (católico/pagão) do crescimento de igrejas começou nos Estados Unidos e tem se espalhado por todo o Ocidente, onde o clero se tornou mundano e avarento, em busca de fama, riqueza e poder eclesiástico (Lucas 12:15; Colossenses 3:5; 2 Pedro 2:3, etc.). Essa febre foi espalhada por um herege/budista dono de uma mega-igreja, o coreano David Yongi Cho. Ela infectou os americanos e, hoje em dia, alguns homens como Rick Warren e Robert Schüller exibem mega-igrejas com milhares de “convencidos” da salvação (Mateus 7:21-23). E os macacos nacionais seguem atrás deles...

3. - Luxúria - Antigamente os pastores evangélicos se destacavam pela sua honestidade e fidelidade no leito conjugal e no lar, “governando bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia”, conforme o mandamento da I Timóteo 3:4. Hoje os escândalos envolvendo pastores famosos explodem em todos os países, à medida que cresce o número de mega-igrejas. Muitos pastores que ficam famosos na TV são logo tentados por alguma ovelha sedenta de atenção e carinho e acabam caindo no pecado da luxúria, no adultério e até mesmo no homossexualismo. (1 Coríntios 6:18; 10:8; Gálatas 6:19; Apocalipse 21:8, etc.)

4. - Ira - Este é um pecado muito comum nos “pentecapastors“ e nos “avivados”, quando os gazofilácios de suas igrejas não ficam recheados de notas, após os cultos em que eles pregam, desavergonhadamente, Malaquias 3. Eles sempre exigem dízimos e ofertas (com até cheques pré-datados) das ovelhas incautas, as quais, acreditando em receber bênçãos à custa de sua generosidade, vão dando o que têm e o que não têm a esses “ministros do anjo de luz”, que desonram a igreja do Senhor (Efésios 4:26; Tiago 1:19; Mateus 5:22, etc.).

5. - Gula - Este é um dos pecados mais acariciados pelos pastores modernos. Quem já ouviu algum pastor pregar contra o grave pecado da GULA? Eu nunca ouvi. Eles ficam exigindo que suas ovelhas jejuem, mas eles mesmos comem tanto que acabam ficando gordos e flácidos, pelo excesso de arroz, feijão, macarrão, maionese, farofa, carne, doces, etc. Meu marido (um Químico alemão especialista em alimentos) costumava dizer que cada 10 gramas de alimento ingerido - além do que o organismo carece - se transforma em gordura, sobrecarregando o fígado e, nesse caso, engordando o pastor guloso, afetando-lhe a saúde e tornando-o preguiçoso no desempenho dos seus deveres eclesiásticos. É difícil encontrar um pastor que não seja obeso, pois enquanto esses “anjos da igreja” pregam nos púlpitos, muitas vezes estão ansiando pelo término do culto, a fim de irem para casa e encherem seus ventres de carboidratos, gordura e doces (Gálatas 5:21).

6. - Inveja - O que existe de pastor invejoso por aí nem se pode contar. Eles têm inveja dos incrédulos, quando os vêm enchendo as casas lotéricas em busca de fortuna fácil. Invejam-nos, quando os vêem diante de uma garrafa de cerveja nos bares, e também quando os vêem acompanhados de alguma mulher bonita e elegante, usando maquilagem e adereços da moda, pois muitos têm esposas mal amanhadas, principalmente aqueles “pentecas”, em cujas denominações as mulheres têm de usar saias e cabelos compridos, a fim de mostrarem uma piedade que nunca possuem (Tiago 4:2).

7. - Preguiça - Existe uma classe mais preguiçosa do que a dos pastores evangélicos? Primeiro, não exercem um emprego secular com a desculpa de se dedicarem exclusivamente ao “serviço de Deus” e aos assuntos da igreja. Contudo, esses mandriões dormem até altas horas do dia, ficam horas perdidas diante dos aparelhos de TV, ou fofocando com os confrades, e quase não lêem a Bíblia, a não ser em busca de alguns versos (em geral do Velho Testamento), para os transformarem numa pregação medíocre. Segundo, dificilmente esses pastores visitam uma ovelha carente ou enferma e nunca ajudam suas esposas nos afazeres domésticos, pois, em geral, são machistas demais e suas esposas se matam de trabalhar, em casa e na igreja, se não tiverem uma boa empregada (Provérbios 6:9; 15:19; Isaías 56:10, etc.).

Bem, meus leitores, mostrei apenas os pecados capitais da classe pastoral. Mas existem dezenas de outros pecados cometidos pelos pastores folgados e, a quem quiser descobri-los, aconselho a leitura do Livro de Provérbios e das Epístolas de Paulo, para depois comparar o desempenho do “anjo” de sua igreja e ver como ele se comporta em relação aos ensinos da Palavra de Deus.

Além desses pecados capitais, alguns desses “ungidos do Senhor” costumam praticar outros, como: mentira, covardia, ciúme, facção, bajulação... e por aí a fora.

Alguém vai ler estas “mal traçadas” críticas e se indagar: “Mary não tem medo de ser excluída da igreja por causa desse artigo?” Respondo: Primeiro, acredito piamente na 2 Timóteo 1:7. Segundo, o pastor da igreja que eu freqüento não se enquadra em nenhum desses pecados capitais, pois é um bom pai de família, é humilde, não é ambicioso, não é guloso, é um estudioso da Palavra, é um bom pregador e vive lendo muitos autores evangélicos. Por isso ele vai ler este artigo, vai esboçar um sorriso maroto e pensar: “Essa velhinha é louca de pedra!” E não tomará qualquer atitude contra mim, porque sempre fica na dele, até mesmo quando lhe faço alguma crítica direta e contundente! Por isso é que eu o respeito muito!

Autor: Mary Schultze
Fonte: [ O Brasil tem sede de Deus ]

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pregação Culto de Mocidade

O nosso dirigente Deuzimar



A palavra inicial da noite com irmão Ronin
tema" 1 ts 4:13-18 "
13 Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.
14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.
15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.
18 Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.




Irmão Junior apresentando os conjuntos
mocidade,senhoras e crianças


Conjunto de senhoras
Ana Paula, Maria, Olivanda, Neurimar, Zilma, Terezinha


Conjunto das crianças
Ana Paula, Andrezza, Ana Lara, Taís


Membros e convidados






Irmão Ermeson da Assembleia de Deus Congregação populares.
instantes de sua pregação " Jesus, o meu Jesus "

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

OS PECADOS DOS CRENTES

Os filhos de Deus geralmente não caem nos grandes e bem-conhecidos pecados, mas, segundo a Palavra de Deus, há pecados que elas cometem freqüentemente. Estes pecados, são como pequenas raposas que estragam a uva (nossas vidas), tornando-nos infrutíferos.

Mas quais são estes pecados?

Aqui estão alguns deles.

1. Saber fazer o bem, mas não fazê-lo (Tiago 4:17). Deus nos manda repetidamente, que devemos fazer bem a todos, principalmente aos domésticos da fé (Gálatas 6:9,10; Tito 2:14; Mateus 25:34,35). O Senhor Jesus foi um exemplo para nós, neste aspecto. Nós lemos em Atos 10:38 que "Ele andou fazendo bem." Quão devagar nós estamos no obedecer deste mandamento!
2. Não orar pelos próximos (falta de oração). I Samuel 12:23. Nós freqüentemente oramos por nós mesmos, pelos membros de nossa família, pela nossa igreja, mas nos esquecemos de orar para os servos do Senhor, para os missionários, para as doentes, pelos reis e por todos que estão em autoridade, e também para muitos outros (Efésios 6:17,18; I Timóteo 2: 1,2). Este é uma das "pequenas raposas". Nós devemos orar por todos.
3. O pecado de fazer decisões e seguir o nosso caminho sem fé (Romanos 14:23). Sim, qualquer coisa que não esteja de acordo com a Palavra de Deus, não é de fé (Isaías 8:20). Muitos Cristãos decidem e fazem coisas, sem olhar às Escrituras para conhecer o desejo de Deus. Outros estragam suas vidas, com jugos desiguais ou amizades inconvenientes (II Coríntios 6:14). É uma pena!
4. O pecado de fazer acepção de pessoas, ou o de agradar aos homens mais de Deus (Tiago 2:1-9; Gálatas 1:10). Este pecado é comum em muitas igrejas. Mais cargos ou posições são dadas aos ricos e educados, do que às pessoas espirituais que não são ricas ou educadas. Tenha cuidado de não fazer acepção de pessoas.
5. O pecado de não ser generoso com Deus (Malaquias 3:8,10; Lucas 6:38). Este é um fato em que, o povo de Deus não ofertam o suficiente a Deus. No tempo do Velho Testamento os Israelitas davam dízimos e ofertas a Deus. Agora, nós não damos metade disto. Muitos roubam a Deus dizendo, "Nós não estamos no tempo da Lei." Se no Velho Testamento os santos davam dízimos, poderíamos dar menos? Leia Gênesis 14:20; 28:22; Mateus 23:23. Oremos para que o Senhor livra-nos deste pecado e nos ensine a dar assim como Ele nos mandou a dar (II Coríntios 9:6).
6. Não buscar primeiro o Reino de Deus (Mateus 6:33). Somente temos tempo para as nossas próprias necessidades. Trabalhamos duro para ganharmos mais, algumas vezes deixando de lado as reuniões por isso, mas não temos tempo para o estudo da Palavra de Deus; para orar, para visitar e praticar o evangelho diante os não salvos. Este é um outro pecado que tem arruinado muitas vidas.
7. O pecado de mentir (Colossenses 3:9). Muitas vezes mentimos sem saber o que fizemos. Nós cantamos com vozes altas, "Mais de Cristo" mas não temos a consagração real. Nós cantamos, "Tudo Entregarei" mas a oportunidade vem para ofertar e damos muito pouco. Nós pregamos mas não vivemos a mesma mensagem. Que aprendemos a sermos fazedores da Palavra (Tiago 1:22).
8. O pecado de não amarmos os nossos irmãos como o Senhor nos mandou a amar (João 15:12; Tiago 2:8, I João 3:16,18). O Senhor freqüentemente nos disse, "Que vos ameis uns aos outros; como Eu vos amei a vós." (João 13:34; 15:12). Muitas vezes amamos apenas de boca, mas não pelas ações. Alguns amam apenas aqueles que os amam ou que estão próximos a eles, mas não têm nenhum amor por aqueles que são diferentes a eles. Que aprendemos a amar nossos irmãos como nos amamos a nós mesmos.

Meu caro irmão, mate estas pequenas raposas, para que elas não façam você infrutífero. Oremos para que o Senhor nos guarde destes pecados, para que possamos viver a glorificar o Salvador Quem nos amou e nos deu a Si mesmo por nós.

sábado, 26 de setembro de 2009

Uma Chama !! Assembleia de Deus !!

História das Assembléias de Deus no Brasil



Emocione-se também conhecendo a Ação de Deus nas origens e na História de nossa denominação.

Enquanto o avivamento pentecostal expandia-se e dominava a vida religiosa de Chicago, na cidade de South Bend, no Estado de Indiana, que fica a cem quilômetros de Chicago, morava um pastor batista que se chamava Gunnar Vingren. Atraído pelos acontecimentos do avivamento de Chicago, o jovem foi a essa cidade a fim de saber o que realmente estava acontecendo ali. Diante da demonstração do poder divino, ele creu e foi batizado com o Espírito Santo.
Pouco tempo depois, Gunnar Vingren participou de uma convenção de igrejas batistas, em Chicago. Essas igrejas aceitaram o Movimento Pentecostal. Ali ele conheceu outro jovem sueco que se chamava Daniel Berg. Esse jovem também fora batizado com Espírito Santo. Ambos eram de origem sueca e membros da igreja batista em seu país, havendo emigrado para a América em épocas diferentes. Ali, não somente tomaram conhecimento do avivamento pentecostal, mas receberam-no individualmente de modo glorioso.
Posteriormente, já amigos e buscando juntos o Senhor, receberam Dele a chamada missionária para o Brasil. Através de uma revelação divina, o lugar tinha sido mencionado: Pará. Nenhum dos presentes conhecia aquela localidade. Após a oração, os jovens foram a uma biblioteca à procura de um mapa que lhes indicasse onde o Pará estava localizado. Foi quando descobriram que se tratava de um estado do Norte do Brasil. Era uma chamada de fé, pois para eles, era um lugar totalmente desconhecido.

Rumo Ao Brasil


Gunnar Vingren e Daniel Berg despediram-se da igreja e dos irmãos em Chicago. A igreja levantou uma coleta para auxiliar os missionários que partiam. A quantia que lhes foi entregue só deu para a compra de duas passagens até nova Iorque. Quando lá chegassem, eles não saberiam como conseguir dinheiro para comprar mais duas passagens até o Pará. Porém, esse detalhe não os abalou em nada, nem os deteve em Chicago à espera de mais recursos. Tinham convicção de que haviam sido convocados por Deus. Portanto, era da total responsabilidade de Deus fazer com que os recursos materiais inexistentes necessários à viagem surgissem.
Chegaram à grande metrópole, Nova Iorque, sem conhecer ninguém, e sem dinheiro para continuar a viagem. Os dois missionários caminhavam por uma das ruas da cidade, quando encontraram um negociante que conhecia o jovem Gunnar. Na noite anterior, enquanto em oração, aquele negociante sentira que devia certa quantia ao irmão Vingren. Pela manhã, aquele homem colocou a referida importância em um envelope para mandá-la pelo correio, mas enquanto estava caminhando para executar aquela tarefa, viu os dois enviados do Senhor surgirem à sua frente. Surpreso ao ver a maneira especial como Deus trabalhava, o comerciante contou-lhes sua experiência e entregou-lhe o envelope.
Quando o irmão Vingren abriu o envelope, encontrou dentro dele 90 dólares - exatamente o preço de duas passagens até o Pará.

Assim, no dia 5 de novembro de 1910, os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren deixaram Nova Iorque abordo do navio "CleMent" com destino à Belém do Pará. No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era quase que totalmente católico.

A Chegada de Gunnar Vingren e Daniel Berg no Brasil

No dia 19 de novembro de 1910, em um dia de sol causticanteos dois missionários desembarcaram em Belém. Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil.
Não possuíam eles amigos ou conhecidos na cidade de Belém. Não traziam endereço de alguém que os acolhessem ou orientasse. Carregando suas malas, enveredaram por uma rua. Ao alcançarem uma praça, sentaram-se em um banco para descansar; e aí fizeram à primeira oração em terras brasileiras. Seguindo a indicação de alguns passageiros com os quais viajaram, os missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg hospedaram-se num modesto hotel, cuja diária completa era de oito mil réis. Em uma das mesas do hotel, o irmão Vingren encontrou um jornal que tinha o endereço do pastor metodista Justus Nelson. No dia seguinte, foram procurá-lo, e contaram-lhe como Deus os tinha enviado como missionários para aquela cidade. Como Daniel Berg e Gunnar Vingren estivessem até aquele momento ligados à Igreja Batista na América (as igrejas que aceitavam o avivamento permaneciam com o mesmo nome), Justus Nelson os acompanhou à Igreja Batista, em Belém, e os apresentou ao responsável pelo trabalho, pastor Raimundo Nobre. E, assim, os missionários passaram a morar nas dependências da igreja. Alguns dias depois, Adriano Nobre, que pertencia à igreja presbiteriana e morava nas ilhas, foi a Belém em visita ao primo Raimundo Nobre. Este apresentou os missionários a Adriano, que imediatamente mostrou-se interessado em ajudá-los a aprender falar o português.
Passado um determinado tempo eles já podiam falar português. Vingren continuou a estudar a língua, enquanto Daniel trabalhava como fundidor. Passado algum tempo, Berg começou a dedicar-se ao trabalho de colportogem.

O Movimento Pentecostal Começa a Queimar os Corações Brasileiros


Os jovens missionários tinham o coração avivado pelo Espírito Santo, e oravam de dia e de noite. Oravam sem cessar. Esse fato chamou a atenção de alguns membros da igreja, que passaram a censurá-los, considerando-os fanáticos por dedicarem tanto tempo à oração. Mas isso não os abalou. Com desenvoltura e eloqüência, continuaram a pregar a salvação em Cristo Jesus e o batismo com o Espírito Santo, sempre alicerçados na Escrituras. Todavia, como resultado daquelas orações, alguns membros daquela Igreja Batista creram nas verdades do Evangelho completo que os missionários anunciavam. Os primeiros a declararem publicamente sua crença nas promessas divinas foram as irmãs Celina Albuquerque e Maria Nazaré. Elas não somente creram, mas resolveram permanecer em oração até que Deus as batizasse com Espírito Santo conforme o que está registrado em Atos 2.39.
Numa quinta-feira, uma hora da manhã de dois de junho de 1911, na Rua Siqueira Mendes, 67, na cidade de Belém, Celina de Albuquerque, enquanto orava, foi batizada com o Espírito Santo. Após o batismo daquela irmã começaria a luta acirrada. Na Igreja Batista alguns creram, porém outros não se predispuseram sequer a compreender a doutrina do Espírito Santo. Portanto, dois partidos estavam criados.
Devido a este movimento pentecostal, Daniel Berg e Gunnar Vingren e mais 17 simpatizantes foram expulsos daquela Igreja Batista, no dia 13 de junho de 1911. Na mesma noite da expulsão, ao chegarem a casa da irmã Celina, na Rua Siqueira Mendes, 67, os irmãos resolveram passar a se congregar ali, o que normalmente foi feito pelo espaço de mais ou menos três meses, com cultos dirigidos pelo missionário Vingren e pelo irmão Plácido. Daniel Berg pouco falava por ainda estar atrasado no aprendizado da língua.


A Fundação da Primeira Assembléia de Deus

Assim surgiu a necessidade de que o trabalho fosse organizado como igreja, o que se deu a 18 de junho de 1911, quando por deliberação unânime, foi fundada a Assembléia de Deus no Brasil, tendo em Daniel Berg e Gunnar Vingren os primeiros orientadores.
O termo Assembléia de Deus dado a denominação não tem uma origem definida entre nós, entretanto sugere-se estar ligado as Igrejas que na América do Norte professam a mesma doutrina e recebem a designação de Assembléia de Deus ou Igreja Pentecostal. Sobre a questão, é aceitável o seguinte testemunho do irmão Manoel Rodrigues: “Estou perfeitamente lembrado da primeira vez que se tocou neste assunto”. Tínhamos saído de um culto na Vila Coroa. Estávamos na parada do bonde Bemal do Couto, canto com a Santa Casa de Misericórdia. O irmão Vingren perguntou-nos que nome deveria dar-se a Igreja, explicando que na América do Norte usavam o termo Assembléia de Deus ou Igreja Pentecostal. Todos os presentes concordaram em que deveria ser Assembléia de Deus.
Em 11 de Janeiro de 1968 a denominação foi registrada oficialmente como pessoa jurídica. Com o nome de Assembléia de Deus.

As Perseguições Sofridas

A fundação da Assembléia de Deus repercutia profundamente entre as várias denominações. O medo que a Assembléia de Deus viesse a absorver as demais denominações fez com que estas se unissem para combater o movimento Pentecostal.
No ano de 1911, em Belém, alguns dispuseram-se a combater o Movimento Pentecostal em seu nascedouro. Para alcançarem esse intento, não escolhiam os meios: calúnia, intriga, delação e até agressão física. Tudo era válido. Chegaram, inclusive, a levar aos jornais a denúncia de que os pentecostais eram uma seita perigosa, tendo com prática o exorcismo. Enfim, alarmaram a população. A matéria no jornal A Folha do Norte, todavia, acabou por atrair numerosas pessoas para os cultos da nova igreja. Não poderia haver propaganda melhor.

A chegada a Santos

Fundada em 5 de maio de 1924, por Vicente Lameira e sua esposa Hermínia Lameira, ManoelGarcês e sua esposa, todos vindos da cidade do Recife/PE, a igreja Evangélica Assembléiade Deus Ministério de Santos, teve início com os trabalhos de evangelização no bairro da Ponta da Praia.

Dias depois aportaram em Santos, vindos da cidade de Vitória/ES, os grandes pioneiros do evangelho no Brasil, os Missionários Daniel Berg e Gunar Vingren que deram seqüência aos trabalhos de evangelização nesta cidade, organizaram e fundaram efetivamente a Igreja em Santos, sendo esta "A PIONEIRA" das Assembléias de Deus no Estado de São Paulo, e se tornando os seus primeiros Pastores.

No dia 4 de setembro de 1934, já sob a presidência do Pastor Clímaco Bueno Asa, baseado nos dispostos do artigo 141 § 7 a 11, da Constituição Federal, a Igreja ganhou personalidade jurídica ao registrar o seu primeiro Estatuto, passando a funcionar com a denominação de Sociedade Evangélica Assembléia de Deus.

Com sua sede própria a Rua Dr. Manoel Tourinho, 351/355, no Macuco, em Santos/SP, a Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério de Santos é uma entidade religiosa, filantrópica, de direito privado e sem fins lucrativos, que por ser a primeira do estado, tornou-se conhecida como A PIONEIRA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Presidência - Como presidentes e sucessores, a Igreja teve ainda os seguintes Pastores: Pastor Geraldo Machado, Pastor Luiz Gonzaga, Pastor Simon Lundgren, Pastor Bruno Skolismowiks e Pastor João Alves Corrêa, que no mês de Fevereiro de 1962 assumiu a direção e a Presidência da Igreja em substituição ao Pastor Bruno Skolismowiks, permanecendo à frente até o dia 2 de janeiro de 1993, quando então assumiu, a atual presidência o Pastor Paulo Alves Corrêa.

A Chegada em São Paulo

Em 15 de novembro de 1927, por direção divina, chegava na capital de São Paulo o abençoado casal Daniel Berg e sua esposa Sara, para aqui semearem a boa semente do evangelho de Jesus. O primeiro culto nesta cidade foi realizado na mesma data em uma casa alugada na Vila Carrão, um bairro distante do centro da cidade. Este culto teve a participação do casal de missionários suecos, Simon Lundgren e Linnea Lundgren, e é a data oficial da fundação da igreja.

Orando muito, eles prosseguiam com as reuniões. Porém, aos poucos, a vizinhança começou a tomar conhecimento dos cultos. Certo dia, quando estavam orando e cantando, uma senhora bateu à porta e convidaram-na para entrar. Perguntou-lhes se eram crentes, e eles responderam afirmativamente. Esta mulher contou-lhes que havia se convertido na Assembléia de Deus de Maceió, vindo depois para São Paulo. Em sua casa, vinha por muito tempo, com lágrimas, pedindo ao Senhor Jesus para que enviasse um servo seu para desenvolver a sua obra na cidade de São Paulo. O casal Berg compreendeu imediatamente que fora pelas orações desta irmã que o Senhor lhes enviara à capital paulista. Na família da mesma, havia pessoas que estavam sedentas de salvação, que aceiraram o Evangelho com muita alegria. Muitos vizinhos começaram também a participar das reuniões, recebendo de bom grado a Palavra do Senhor e a Cristo como seu Salvador.

Alguns dias depois, um grupo de crentes que haviam saído de outra denominação (discordância doutrinária), passaram para a nova igreja. Entre eles estavam: Ernesto Ianone e a sua esposa Josefina; Vitaliano Piro e esposa; José Piro e esposa Elvira; Filomena Salzano e seus filhos Miguel e Luiz Salzano. Ainda faziam parte deste grupo, familiares da irmã Regina Antunes, de saudosa memória, que em fevereiro de 1989 passou para a eternidade: sua mãe Angelina Augusta Barretta e seu irmão Pedro Barretta Hallepian. Nascia assim a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, do Ministério do Belém, que hoje já reúne cerca de 2.000.000 de membros, e que teve como seus pastores: Daniel Berg, Samuel Nystron, Samuel Hedlund, Simon Lundgren, Francisco Gonzaga da Silva, Bruno Skolimovski, Cícero Canuto de Lima, e o atual pastor José Wellington Bezerra da Costa.

Pastor Adão de Santana
AD-Brasil