segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Grande Cruzada Evangelistica Novembro 2010

Dia 13 e 14 de novembro o poder de Deus operou em nossa comunidade com uma grande cruzada evangelistica com o tema : Deus tem um milagre para você.
Nosso palco para a Glória de Deus
Leitura da Palavra pelo Dirigente Ir.deuzimar








Conjunto de Senhoras :
Ir. Terezinha, Zilma, Olivanda, Ana Paula, Neurimar
Luzia, Girlene, Maria

domingo, 7 de novembro de 2010

ANÁLISE BÍBLICA DA ORAÇÃO CATÓLICA “AVE MARIA”



AVE MARIA



(1ª parte)

Ave Maria cheia de GRAÇA,
o Senhor é convosco,
bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.

(2ª parte)

Santa Maria, mãe de Deus,
Rogai por nós pecadores,
agora e na hora de nossa morte.
Amém.


“A primeira parte da oração é a saudação do Arcanjo São Gabriel à Ssma Virgem. A segunda parte da Ave Maria foi um grito de socorro dos fiéis pela mãe, ainda quando a Igreja nascia e muitos ficavam a esperar o momento de suas mortes”.
(Observações retiradas de um site católico). [Nota H.R.F.: Gabriel é anjo, e não arcanjo (Lucas 1:26). Miguel é arcanjo (Judas 9)].


INTRODUÇÃO:


         Em momento algum, encontramos em toda a Bíblia a instrução de fazermos qualquer oração a Maria (ou a qualquer outro “santo”), mas unicamente ao Pai. E, a oração ao Pai deve ser feita da forma como o próprio Filho (Jesus Cristo) ensinou aos discípulos, quando Ele foi indagado sobre a maneira correta de se orar a Deus.
Vejamos:

"E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos. E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano; e perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal". (Lucas 1:1-4) [grifos meus]

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Moisés escreveu mesmo o Pentateuco?


Até pouco tempo atrás, afirmava-se que a invenção do alfabeto teria ocorrido pelos séculos 12 ou 11 a.C., sendo esse argumento apresentado para “provar” que Moisés não podia ter escrito o Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia), visto que em seu tempo não haviam ainda inventado a arte de escrever. No entanto, escavações arqueológicas nas ruínas da cidade de Ur, na antiga Caldeia, têm comprovado que ela era uma metrópole altamente civilizada. Nas escolas de Ur, os meninos aprendiam leitura, escrita, Aritmética e Geografia. Três alfabetos foram descobertos: junto do Sinai, em Biblos e em Ras Shamra, que são bem anteriores ao tempo de Moisés (1500 a.C.).

Estudiosos sustentam que Moisés escolheu a escrita fonética para escrever o Pentateuco. O grande arqueólogo William F. Albright datou essa escrita de início do século 15 a.C. (tempo de Moisés). Interessante é notar que essa escrita foi encontrada no lugar onde Moisés recebeu a incumbência de escrever seus livros (Êx 17:14). Veja o que disse Merryl Unger sobre a escrita do Antigo Testamento: “A coisa importante é que Deus tinha uma língua alfabética simples, pronta para registrar a divina revelação, em vez do difícil e incômodo cuneiforme de Babilônia e Assíria, ou o complexo hieróglifo do Egito.”

Deus sempre sabe mesmo o que faz! Pense bem: se o alfabeto tivesse sido realmente inventado pelos fenícios, cuja existência foi bem posterior à de Moisés, e se as escritas anteriores – hieroglífica e cuneiforme – foram decifradas apenas no século 19, como poderia Moisés ter escrito aqueles livros? Se o tivesse feito, só poderia usar os hieróglifos, escrita na qual a Bíblia diz que Moisés era perito (At 7:22). Nesse caso, o Antigo Testamento teria ficado desconhecido até o século 19, quando o francês Champollion decifrou a antiga escrita egípcia. Acontece que, no princípio do século 20, nos anos 1904 e 1905, escavações na península do Sinai levaram à descoberta de uma escrita muito mais simples que a hieroglífica – e era alfabética! Com essa descoberta, a origem do alfabeto se transportava da época dos fenícios para a dos seus antecessores, séculos antes, os cananitas, que viveram no tempo de Moisés e antes dele.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Revista “A Idade de Ouro” e as "Pessoas de Reflexão"

"Pessoas de reflexão aceitaram a mensagem de A Idade de Ouro." (A Sentinela, 1.º de janeiro de 1994, p. 21, §6)

A Sociedade Torre de Vigia afirmou recentemente que indivíduos que classifica como "pessoas de reflexão" aceitaram a mensagem que ela publicou na revista A Idade de Ouro.[1] Aqueles que não aceitaram a mensagem devem ter sido pessoas não-reflexivas de algum tipo.

Qual era exatamente a mensagem que a A Idade de Ouro pregou para que as pessoas de reflexão a aceitassem? A principal mensagem que eles proclamaram era a vinda da Idade de Ouro, ou o Milênio. Quando a revista foi lançada pela primeira vez em 1919, eles esperavam que esta Idade de Ouro chegasse em 1925. Por exemplo, no primeiro número de A Idade de Ouro, ao explicar o objetivo da nova revista, C. J. Woodworth escreveu o seguinte sobre a proximidade da Idade de Ouro: "Em números subsequentes desta revista é nosso propósito [...] apresentar a prova incontestável de que estamos mesmo às portas da Idade de Ouro."[2]

Talvez "pessoas de reflexão" respondessem a uma "prova incontestável". Nos números subsequentes de A Idade de Ouro eles declararam que a Idade de Ouro viria em 1925 como qualquer "pessoa de reflexão" podia ver. Por exemplo, em 1922 eles citaram as seguintes declarações do "Juiz" Rutherford, do seu discurso "Milhões Que Agora Vivem Jamais Morrerão", feito no Hipódromo de Nova Iorque em 1921: "Todas as pessoas de reflexão podem ver que é iminente um grande clímax. As Escrituras indicam claramente que esse clímax é a queda do império de Satanás e o estabelecimento completo do reino messiânico. Sendo este clímax alcançado em 1925 [...]

Reencarnação em Conflito

A doutrina da reencarnação é a coluna dorsal do espiritismo Kardecista. É ela o alicerce onde todos os demais postulados erigidos por Kardec se apóia. Tal é a sua importância para o espiritismo que é considerada como um dogma mesmo (Livro dos Espíritos, nº 171 e 222). Depois de sua morte em 1870, foram gravadas as seguintes palavras em seu túmulo: “nascer, morrer, renascer de novo e progredir sem cessar: esta é a lei”.

Carlos Imbassay – um dos apologistas do espiritismo – reconhece que ela é de importância capital para o espiritismo.

Se portanto, tirarmos a reencarnação de debaixo da doutrina kardecista todo o edifício desabará, só sobrarão cacos.



O Que é Reencarnação e Qual a sua Finalidade?

Etimologicamente, reencarnação significa “tornar a tomar corpo, ou vivificar um corpo novo”. Consiste no fato de uma alma ou um espírito, que após ter animado um corpo e ter-se libertado deste pela morte, passar a dar vida a um outro corpo inteiramente novo. É o mesmo que “palingenesia”, pluralidade de existências, vidas sucessivas, transmigração da alma. Também é um refinamento da “metempsicose”.

Allan Kardec define desta manera: “a reencarnação é a volta da alma à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ela e que nada tem de comum com o antigo” (O Livro dos Espíritos, pág. 67)

A finalidade da reencarnação consiste em: 1º) progresso e evolução dos espíritos e 2º) expiar faltas cometidas em vidas passadas. (op.cit. pergunta 167)


As Incoerências da Reencarnação

Veremos agora que esta doutrina não é só incoerente do ponto de vista bíblico como também filosófico e cientifico.