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sábado, 21 de setembro de 2013

Eu edificarei a minha Igreja

 

 

       Cristo nasceu "Rei dos Judeus" (Mateus 2.2), foi chamado "Rei de Israel" e "Rei dos Judeus" (Mateus 27.11; Marcos 15.2, etc.), e admitiu tanto um como outro título (João 1.49-50; 12.12-15). Não abdicou o direito ao trono de Davi, embora seu próprio povo (como fora predito pelos profetas), O "desprezasse e rejeitasse" (Isaías 53.3), e O crucificasse (Salmos 22.12-18; Isaías 53.5, 8-10; Zacarias 12.10). Os quatro evangelhos declaram que a epígrafe "O Rei dos Judeus" foi a acusação colocada na cruz (Mateus 27.37; Marcos 15.26; Lucas 23.38; João 19.19). Eis como Marcos relata a rejeição de seu Rei pelo povo de Israel e lhe reclama a crucificação: "E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que eu vos solte o rei dos judeus?... Mas estes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás. Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus? Eles, porém, clamavam: Crucifica-o!" (Marcos 15.9-13).


Os profetas hebreus profetizaram que Cristo ressurgiria dos mortos e que viria estabelecer o reino que jamais teria fim (1 Reis 2.45; 9.5; Isaías 9.7; 53.10; Jeremias 17.25; Daniel 2.34-35; 44-45; 7.14, etc.). Ao ressurgir dos mortos e ascender à mão direita do Pai, Cristo cumpriu somente a primeira parte das profecias, e se o restante delas deve ser cumprido (e isso tem de acontecer, pois Deus não mente), então haverá uma restauração futura do Reino de Israel, como os discípulos acreditavam (Atos 1.6), como afirmou Pedro (Atos 3.19-26) e mesmo Cristo o admitiu (Atos 1.6-7). As Escrituras predizem com freqüência o arrependimento, a redenção e a restauração de Israel (Ezequiel 39; Zacarias 12,13,14; Atos 5.31, etc.). Paulo orou pela salvação de Israel (Romanos 10.1) e declarou que "Todo o Israel será salvo" (Romanos 11.26).

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ASELGEIA [Lascívia] — Obras da Carne


ASELGEIA B, ARC, ARA; lascívia; BJ: libertinagem; Mar.: desonestidade; P.: sensualidade; BLH: as ações indecentes; BV, ansiedade pelo prazer carnal. Outras traduções: P: impureza (2 Co 12.21). Lightfoot vê um clímax do mal nas três palavras com que a lista das obras da carne começa. Porneia indica o pecado dentro de urna área específica da vida, a área das relações sexuais; akatharsia indica uma contaminação geral da pessoa inteira, maculando todas as esferas da vida; Aselgeia indica um amor ao pecado tão desenfreado e tão audaz que o homem deixou de importar-se com aquilo que Deus ou os homens pensam a respeito das suas ações. Um homem, diz ele, pode ser akathartos, impuro, sujo, e esconder o seu pecado, porque a opinião e a decência públicas ainda têm algum domínio sobre ele; mas o homem não se torna aselges (o adjetivo) até que choque a decência pública Conforme lightfoot entende, a essência de aselgeia é que chegou a uma etapa do pecado que não faz o mínimo esforço para ocultar ou mascarar o seu pecado; é o pecado que perdeu toda a vergonha. Passemos, portanto, ao exame da palavra.

Não aparece de modo algum nos livros canônicos do AT grego. Nos livros apócrifos ocorre duas vezes. Em Sab. 14.26 a perversão sexual, a desordem dentro do casamento, o adultério e a devassidão (aselgeia) estão vinculados e ali a conexão é com o pecado sexual. Em 3 Mac. 2.26 é usada de modo mais gera para atos audazes de impiedade.

No NT ocorre em Rm 13.13, onde está escrito que o cristão não pode viver em orgias e bebedices, nem em impudicícias e dissoluções, nem em contendas e ciúmes. Ali, as palavras aparecem em pares, e aselgeia está no par que tem a ver com o pecado sexual. Em 2 Coj2.21 ocorre em trio: “impureza, prostituição e lascívia” e ali, também, a referência diz respeito ao excesso sexual. Em Ef 4.19 há uma referência mais ampla, porque ali se diz que a dissolução é ávida por praticar todos os tipos de impureza. No NT parece mesmo estar ligada com o excesso sexual.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O homem impotente no tanque de Betesda.


Agora há em Jerusalém pelo ovelhas (mercado ou gate) de uma piscina, que é chamado em hebraico Betesda, tendo cinco alpendres, nestes, jazia uma multidão de gente impotente, cegos, mancos, murcho, esperando o movimento da água, ...
 
 O que você entende por essas palavras?
A. Estas palavras têm um significado literal e espiritual, e de acordo com seu significado literal devem ser entendidas como eles são literalmente expressa, embora os comentaristas divergem sobre esse significado, alguns chamando-o de uma ovelha de mercado, e outros uma ovelha-gate , enquanto outros conceber que as ovelhas adjetivo deveria ser unidas para a piscina de fundo. Esta diferença, entretanto, sobre a carta, não afeta o sentido espiritual e significado das palavras, segundo a qual sentido e significado que têm relação, não uma piscina de água natural, mas para uma piscina de água espiritual, até mesmo para a verdade eterna da palavra de Deus, que é chamado de uma piscina em razão dos conhecimentos do bem e da verdade que ele contém. Porque a palavra de Deus é às vezes chamado de uma piscina, por vezes, uma fonte, por vezes, um poço, e às vezes um rio, e todos em relação aos diversos estados da sua recepção na mente humana, sendo chamado de pool, em que é recebido apenas no conhecimento do que é bom e verdadeiro, e ser chamado de uma fonte, em que é recebido junto com a vida eo amor ao conhecimento, e ser chamado de bem, quando é admitido em um estado de pureza menos e, por último, sendo chamado de rio, quando é visto em conexão com sua fonte divina, ou com o manancial de águas vivas. Isso denota uma piscina os conhecimentos do que é bom e verdadeiro derivado da palavra de deus, pode ser confirmado pelas passagens seguintes, onde os conhecimentos são tratados de, A terra seca se tornará em lagos, e as molas terras sede de água, ( Isaías 35:7 ); novamente, Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; I tornarei o deserto em lagos de águas, e as nascentes secas terras de água, ( Isa. 41:18 ). Esta piscina é, portanto, chamado de Bethesda em língua hebraica, porque pela Bethesda se destina a casa de misericórdia, e é assim um nome apropriadamente aplicado à palavra de Deus, como contendo em si toda a plenitude da divina misericórdia e bondade amorosa: é também disse ter cinco alpendres, porque por um alpendre que significa que introduz a uma casa, e quando aplicado à casa de misericórdia, como no presente caso, denota aquelas verdades introdutório, que conduzem ao conhecimento celeste e da vida. Por fim, pela grande multidão de gente impotente, cegos, mancos, secou, ​​encontrando-se naqueles, (varandas), e esperando o movimento da água, devem ser entendidos todos aqueles da raça humana, que são loucos, sensível de suas doenças espirituais, quer cantar ari da falta de verdade ou de seu bem, e que se aplicam à palavra de Deus como o único remédio para a partir do qual eles podem esperar uma cura.
 E o que você entende por aqui o movimento da água?

domingo, 22 de maio de 2011

É tempo de buscar a Deus



Ezequiel 2.1 - E disse-me: Filho do homem,  põe-te em pé, e falarei contigo.

Quem falou põe-te em pé?  Deus
 Para quem Deus falou? Para o profeta Ezequiel
Quem foi Ezequiel? Um dos profetas que exerceu seu ministério durante o cativeiro de Judá em Babilônia. Foi contemporâneo dos profetas Jeremias e Daniel.
Enquanto Jeremias ministrava em Judá, Daniel (deportado em 605 a.C) estava servindo na corte do rei Nabucodonosor, em Babilônia.

O livro de Ezequiel tem  48 capítulos e  1.273 versículos
O nome de Ezequiel significa: Deus fortalece.
Segundo os pesquisadores, Ezequiel era um sacerdote da família de Zadoque - Ezequiel 1.3 - Ez. 44.15 - Ez. 48.11
Entendemos que ele teve início no seu ministério aos 30 anos de idade - Ezequiel 1.1 - Números 4.23,30, 39,43
Não existe nenhuma evidência de que o profeta Ezequiel tenha desempenhado funções sacerdotais em Jerusalém antes do seu exílio em Babilônia. Nada se sabe da história pessoal de Ezequiel, além do que se encontra relatado no livro que traz o seu nome. Ele não é mencionado em nenhum outro livro da Bíblia.
Nada se sabe a respeito do final do seu ministério
Ezequiel 24.16-22 - Era casado e ficou viúvo durante o cativeiro - A esposa do profeta Ezequiel morreu repentinamente durante o seu ministério, mas o Senhor proibiu expressamente que ele chorasse por ela - Ezequiel 24.16-18
Ezequiel 3.15 - Provavelmente morava na Aldeia de Tel-Abibe, na Babilônia junto ao Rio Quebar
O nome do profeta Ezequiel aparece duas vezes na Bíblia: Ezequiel 1.3 e Ezequiel 24.24
Filho do Homem - Deus falava com Ezequiel usando sempre esta expressão: Filho do Homem (82 ocorrências)
Encontramos no livro de Ezequiel estas palavras:
Abominação - 4 ocorrências - Abominações - 41 ocorrências -  Abominável - 2 ocorrências
E sabereis - para que saibais - saberão - saberás - para que soubessem-(QUE EU SOU O SENHOR) 64 ocorrências
Ez.1.1 - Ezequiel. 43.3 - O profeta Ezequiel chorou junto ao Rio Quebar, teve visões de Deus e contemplou a Sua glória até o fim do seu ministério.
Ezequiel 29.17 - Algumas datas indicam que Ezequiel ministrou como profeta aproximadamente durante 23 ou 27 anos.

Ezequiel teve o privilégio de ouvir uma só vez Deus falar assim com ele: Levanta-te
 Ezequiel 3.22 - E a mão do SENHOR estava sobre mim ali, e ele me disse: Levanta-te e sai ao vale, e ali falarei contigo

Também ouviu uma só vez Deus falar assim com ele: Põe-te em pé
Ezequiel 2.1 - E disse-me: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo.

Ezequiel 2.8-10 - Ezequiel 3.1-5 - O profeta Ezequiel foi ordenado por Deus a levantar-se e colocar-se de pé, para exercer o ministério de profeta em Judá, que estava no cativeiro em Babilônia, por conseqüência do pecado desta nação.
Para exercer este ministério de profeta, Ezequiel precisou comer um rolo que lhe foi dado por Deus.
Jeremias 15.16 - Apocalipse 10.8-10 - Jeremias e o Apóstolo João também comeram este rolo - a Palavra de Deus

NÃO POSSO OLHAR PARA TRÁS




Amado (a) irmão (ã), tenha curiosidade, leia até o fim este estudo, mesmo que você já conheça a história da mulher de Ló, Deus vai falar profundamente ao seu coração, e você poderá extrair diversas mensagens, até mesmo, outros estudos, sobre o vinho, a desobediência, o companheirismo da esposa, a falta de fé das filhas de Ló, a conseqüência de filhos gerados na caverna, enfim, são vários estudos que você poderá ampliar, e  quem sabe, até repassar para mim.

Gênesis 19.1-26
Encontramos na Bíblia Sagrada a história de uma mulher que por desobediência a Deus, olhou para trás e foi transformada numa estátua de sal. Não aparece o seu nome. Sabemos que ela era a mulher de Ló.
Gn. 19.17 - E aconteceu que, tirando-os fora, disse: Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças.
Gn.19.26 - E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.

À conseqüência desta desobediência, sobreveio sobre suas duas filhas, ao se sentirem sozinhas e sem a presença da mãe, decidiram embebedar o pai na caverna, dando-lhe vinho para beber. Tiveram relações sexuais com ele, conceberam e deram a luz. Dando origem assim a dois povos: Moabitas e Amonitas.

Gn.19.31-38:
31 Então, a primogênita disse à menor: Nosso pai é já velho, e não há varão na terra que entre a nós, segundo o costume de toda a terra.
32 Vem, demos a beber vinho a nosso pai e deitemo-nos com ele, para que em vida conservemos semente de nosso pai.
33 E deram a beber vinho a seu pai naquela noite; e veio a primogênita e deitou-se com seu pai, e não sentiu ele quando ela se deitou, nem quando se levantou.
34 E sucedeu, no outro dia, que a primogênita disse à menor: Vês aqui, eu já ontem à noite me deitei com meu pai; demos-lhe a beber vinho também esta noite, e então entra tu, deita-te com ele, para que em vida conservemos semente de nosso pai.
35 E deram a beber vinho a seu pai, também naquela noite; e levantou-se a menor e deitou-se com ele; e não sentiu ele quando ela se deitou, nem quando se levantou.
36 E conceberam as duas filhas de Ló de seu pai.
37 E teve a primogênita um filho e chamou o seu nome Moabe; este é o pai dos moabitas, até ao dia de hoje.
38 E a menor também teve um filho e chamou o seu nome Ben-Ami; este é o pai dos filhos de Amom, até o dia de hoje.

Homossexualismo - Prática abominável aos olhos de Deus.





Gênesis 1.27 - E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

Homossexualismo – Prática homossexual. Atração erótica entre indivíduos do mesmo sexo.
Lesbianismo – Homossexualidade feminina.

Este estudo tem por finalidade, esclarecer à luz da Palavra de Deus toda a verdade sobre a prática do homossexualismo.

Em Gênesis Capitulo 1 - Encontramos a narração da criação realizada por Deus do céu, da terra e de tudo o que neles se contém.
A bíblia deixa claro que Deus não criou três nem quatro sexos, mas somente dois. macho e fêmea

Gênesis 1.27 - E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

Após criar o casal Adão e Eva, e não dois Adãos ou duas Evas, Deus disse:

Gênesis 1.28 - E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

Ora, se Deus disse: multiplicai-vos e enchei a terra – De que maneira, dois homens ou duas mulheres poderiam multiplicar a raça humana e encher a terra?

Quando Deus criou Adão, Ele viu que o homem precisava de uma companheira e não de um companheiro.

Gênesis 2.18 - E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.

A CONSEQUÊNCIA DA MENTIRA


Gostaria que você lesse este estudo até o fim. Afinal, existem pessoas que têm o hábito de mentir.
Mentem para: Pastores, irmãos, pai, mãe, esposa, esposo, filhos, patrões, amigos, professores, médicos, vizinhos, taxistas, empregados, só não conseguem mentir para Deus. 
Eu quero abençoar sua vida. E em nome de Jesus, se você está incluído aqui, nesta relação de mentiras praticadas, Deus vai te libertar. E se você é uma pessoa sincera, que fala a verdade, saiba que Deus se agrada de sua maneira de viver.

Mentir é pecado? Qual a conseqüência da mentira? Estarei respondendo, usando a Palavra de Deus.

PARA ONDE VÃO OS MENTIROSOS?

Apocalipse 21.8 - Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte.

Apocalipse 21.23-27 - E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.
24  E as nações andarão à sua luz, e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra.
25  E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite.
26  E a ela trarão a glória e honra das nações.
27  E não entrará nela coisa alguma que contamine e cometa abominação e mentira, mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.

Apocalipse 22.14-15 - Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas.
15 Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.

QUEM É O PAI DA MENTIRA?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sete Certezas Sobre o Arrebatamento

"Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras" (1 Ts 4.13-18).

Primeira certeza: os mortos não estão mortos

"Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem" (v.14). Esta certeza consiste em três partes:

a) No Novo Testamento, a ressurreição se refere principalmente ao corpo

Evangelismo !!!

PARTE - 1

INFORMAÇÃO


Só ha uma maneira de combatermos ou pelo menos restringirmos o crescimento das seitas. Esta maneira é a preventiva, ou seja: “CHEGUE ANTES DELAS” através do evangelismo pessoal, o que muitos chamam de corpo a corpo, de casa em casa e termos semelhantes...

Se retrocedermos a historia e formos parar no período apostólico, verificaremos que a igreja primitiva usava a alavanca do evangelismo pessoal como método natural de crescimento. Naquela época, não havia aviões, televisão, radio,Internet ou quaisquer meios modernos e rápidos de comunicação, mas o escritor apostólico registrava que: “...a multidão dos que criam no Senhor,tanto homens como mulheres,crescia cada vez mais.”(Atos 5:14). Mas como se não havia todos estes recursos discriminados acima? Simplesmente porque eles usaram o evangelismo pessoal.

Infelizmente esse método que se constitue no maior segredo de ganharmos almas, esta sendo usado pelas seitas, para espalharem seu falso evangelho nos lares de nossos vizinhos, parentes e amigos. Quantas vezes não acordamos no sábado ou no domingo de manhã com uma Testemunha de Jeová batendo à nossa porta, tentando nos empurrar suas literaturas cheias de doutrinas heréticas? Elas estão alí,cumprindo um programa de visitação para qual foram destinadas, até parece que não surte efeito de imediato, mas no final do ano, após sair o relatório de crescimento delas na revista “A Sentinela”, veremos que não é bem assim. Muitas vezes crescem mais do que muitas de nossas igrejas evangélicas, porque simplesmente estão colocando em ação um segredo deixado por Jesus, e que nós, seus verdadeiros discípulos, não estamos usando. Não é por acaso que Jesus disse: “...os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz”. (Lucas 16:8).

Devemos então perguntar: Porque um método tão importante como esse foi esquecido pela igreja durante tanto tempo?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Santificação

Através de toda a Bíblia, a santificação tem sido um elemento essencial na relação entre Deus e seu povo. Esta qualidade de ser separado do pecado é uma característica fundamental da santidade de Deus, que tem que ser desenvolvida como parte do caráter de seus filhos. Depois de observar brevemente a importância da santificação através de toda a Bíblia, consideraremos as implicações de um texto desafiador na segunda carta de Paulo aos cristãos em Corinto.

Deus Quer um Povo Santo

Desde a criação, Deus quis um povo santo. Ele desejou uma comunhão especial com os homens que fossem capazes de andar com ele e falar com ele numa união especial. Mas a própria natureza de Deus estabelece limites para tal associação. Seu caráter santo não pode permitir ser contaminado pelo pecado e pela corrupção. Os homens só podem estar na sua presença se forem puros.

Adão e Eva andavam no mesmo jardim que Deus, e falavam com ele. Mas logo pecaram e perderam esta convivência especial. Foram expulsos do jardim do Éden ­separados de Deus­ o que foi a morte espiritual que Deus havia prometido como conseqüência do pecado (Gênesis 2:17; 3:23-24). Povo sem santidade não podia permanecer na presença do santo Deus.

Depois que gerações de pecadores morreram num mundo corrompido, Deus escolheu os descendentes de Abraão para serem um povo santo. Ele os separou da má influência dos senhores egípcios e preparou uma terra onde poderiam habitar livres da corrupção dos povos idólatras. Ele até mesmo lhes deu uma lei especial, que ressaltava a distinção entre o puro e o impuro. Deus explicou a necessidade da pureza deles quando lhes deu essa lei:

sábado, 22 de janeiro de 2011

Dons do Espírito Santo


a) Dons Ministeriais para a Igreja
Dom Definição Textos Exemplos
Apóstolo
(especifico)
Os diretamente comissionados pelo Senhor Jesus para estabelecer a igreja e a mensagem genuína do evangelho.
At 4.33-37; 5.12-42; 9.27; 11.1; 15.1-6;
1Co 9.5; 12.28,29;
Gl 1.17;
Ef 2.20; 4.11;
Jd 17
Apóstolos: Mt 10.2; Mc 3.14
Paulo: Rm 1.1; 1Co 1.1
Pedro: 1Pe 1.1; 2Pe 1.1
Apóstolo
(geral)
Qualquer mensageiro biblicamente comissionado como missionário ou para outras responsabilidades especiais. At 13.1-3
1Co 12.28,29
Ef 4.11
Barnabé: At 14.4,14
Andrônico: Rm 16.7
Tito e ouros: 2Co 8.23
Epafrodito: Fp 2.25
Tiago: Gl 1.19
Profeta
Os que falavam sob a inspiração do Espírito Santo, trazendo da parte de Deus uma mensagem para a igreja, e cuja motivação e preocupação principais tinham a ver com a vida espiritual e a pureza da igreja. Rm 12.6
1Co 12.10; 14.1-33
Ef 4.11
1Ts 5.20,21
1Tm 1.18
1Pe 4.11
1Jo 4.1-3
Pedro: At 2.14-40; 3.12-26
Paulo: At 13.1,16-41
Barnabé: At 13.1
Simeão: At 13.1
Ágabo: At 11.27,28; 21.10
Judas e Silas: At 15.32
João: Ap 1.1,3; 10.8-11
Evangelista
Os que receberam dons de Deus para proclamar o evangelho aos não salvos. Ef 4.11 Filipe: At 8.5-8, 26-40
Paulo: At 26.16-18
Pastor
Os escolhidos e dotados por Deus para dirigir a igreja e cuidar das suas necessidades espirituais. At 14.23; 15.1-6
Rm 12.8
Ef 4.11,12
Fp 1.1
1Tm 3.1-7; 5.17-20
Tt 1.5-9
Hb 13.17
1Pe 5.1-5
Timóteo: 1Tm 1.1-4; 4.12
Tito: Tt 1.4,5
Pedro: 1Pe 5.1
João: 1Jo 2.1,12-14
Gaio: 3Jo 1-7
Mestre
Os dotados por Deus para esclarecer e explicar a Palavra de Deus para a edificação da igreja. Rm 12.7
Ef 4.11
Cl 3.16
1Tm 3.2; 5.17
2Tm 2.2,24
Paulo: At 15.35; 20:20
Barnabé: At 15.35
Apolo: At 18.25-28
Timóteo: 1Co 4.17
Tito: Tt 2.1-3,9,10
Diácono
Os escolhidos e dotados por Deus para prestar assistência prática aos membros da igreja. At 6.1-6
Rm 12.7
Fp 1.1
1Pe 4.11
Sete diáconos: At 6.5
Febe: Rm 16.1,2
Socorro
Os dotados por Deus para várias modalidades especificas de auxilio. 1Co 12.18 Paulo: At 20.35
Lídia: At 16.14,15
Gaio: 3Jo 5-8
Administrador
Os dotados por Deus pra orientar e supervisionar atividades diversas da igreja. 1Co 12.7
Ef 4.11,12
1Tm 3.1-7
Hb 13.7-17,24
Pedro: At 6.3,4; 11.1-18
Paulo: At 20.1-35
Exortador
Os dotados por Deus para motivar outros cristãos a uma fé mais profunda em cristo, a uma maior dedicação a Ele, a uma manifestação mais plena do fruto do Espírito e a uma separação completa do mundo. Rm 12.8
1Co 14.3
1Ts 5.11,14-22
Hb 10.24,25
Barnabé: At 11.23,24
Paulo: Gl 5.16-26
Judas e Silas: At 15.32
Timóteo: 1Ts 3.2; 2Tm 4.2
Tito: Tt 2.6,13
Pedro: 1Pe 5.1,2
João: 1Jo 2.15-17; 3.1-3
Doador
Os capacitados por Deus para darem liberalmente dos seus recursos para as necessidades do povo de Deus. At 2.44,45; 4.34,35
1Co 16.1-4
2Co 8.9
Ef 4.28
1Tm 6.17-19
Barnabé: At 4.36,37
Cristãos da Macedônia:
Rm 15.26,27; 2Co 8.1-5
Cristãos da Acaia:
Rm 15.26,27; 2Co 9.2
Consolador
Os chamados por Deus para consolar os aflitos mediante atos de misericórdia. Rm 12.8
2Co 1.3-7
Paulo: 2Co 1.4
Cristãos hebreus:
Hb 10.34
Dorcas: At 9.36-39
b) Manifestações do Espírito Santo na vida dos crentes
Palavra de
Sabedoria
Uma enunciação do Espírito Santo aplicando a Palavra de Deus, ou a sua sabedoria, a uma determinada situação. At 6.3
1Co 12.8; 13.2,9,12
Estevão: At 6.10
Tiago: At 15.13-21
Palavra de Conhecimento
É o Espírito Santo revelando conhecimento a respeito de pessoas, circunstâncias, ou verdades bíblicas. At 10.47,48; 13.2
1Co 12.8; 13.2,9,12
Pedro: At 5.9,10
Fé sobrenatural comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em Deus, para a realização de milagres. Mt 21.21,22
Mc 9.23,24
Lc 17.6
At 3.1-8; 6.5-8
1Co 12.9; 13.2
Tg 5.14,15
Centurião: Mt 8.5-13
Mulher Enferma: Mt 9.20
Cegos: Mt 9.27-29
Mulher Pecadora: Lc 9.36
Leproso: Lc 17.11-19
Cura
Restauração da saúde de alguém por meios sobrenaturais divinos. Mt 4.23,24; 8.16
Mc 1.32-34; 6.13
Lc 4.40,41; 9.1,2
Jo 6.2; 14.12
At 4.30;5.15,16
1Co 12.9,28,30
Jesus e Apostolos:
Veja os milagres
Operação de Maravilhas
Poder divino sobrenatural para alterar o curso da natureza Mt 4.23,24; 8.16
Mc 1.32,33,39
Lc 4.40,41; 9.1
Jo 7.3; 10.25,32
At 2.22,43; 4.30
Rm 15.19
1Co 12.10,29
2Co 12.12
Gl 3.5
Jesus e Apostolos:
Veja os milagres.
Profecia
A capacidade momentânea e especial para transmitir mensagem, advertência, exortação ou revelação da parte de Deus sob a direção do Espírito Santo. Lc 12.12
At 2.17,18
1Co 12.10; 13.9
Ef 4.11
1Ts 5.20,21
2Pe 1.20,21
1Jo 4.1-3
Isabel: Lc 1.40-45
Maria: Lc 1.46-55
Zacarias: Lc 1.67-79
Pedro: At 2.14-40; 4.8-12
Ágabo: At 21.10,11
Discernimento de espíritos
Capacidade especial para julgar se profecias e enunciações sobrenaturais outras, provém do Espírito Santo. 1Co 12.10; 14.29 Pedro: At 8.18-24
Paulo: At 13.8-12; 16.16
Falar em outras Línguas
Expressar-se a nível do espírito, sob a influência direta do Espírito Santo, numa língua que a pessoa não aprendeu e nem conhece. 1Co 12.10,28,30;
13.1; 14.1-40
Discípulos: At 2.4-11
Cornélio: At 10.44,45
Crentes: At 19.2-7
Paulo: 1Co 14.6,15,18
Interpretação de Línguas
Capacidade especial para interpretar o que é falado em línguas estranhas, pelo Espírito Santo. 1Co 12.10,30;
14.5; 13.26-28

Fonte: BEP

40 Anos no deserto


 As peregrinações que os filhos de Israel realizaram, marchando desde o Egito até à terra de Canaã, foram uma escola importante para sua instrução.

Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur. Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder.
Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que "retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom" (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo "desorientados na terra".
Esse movimento teve o efeito  de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança  no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar  em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina.

A doutrina do Espirito Santo


At 5.3,4

 Disse, então, Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a, não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus.
É essencial que os crentes reconheçam a importância do Espírito Santo no plano divino da redenção. Sem a presença do Espírito Santo neste mundo, não haveria a criação, o universo, nem a raça humana (Gn 1.2; Jó 26.13; 33.4; Sl 104.30). Sem o Espírito Santo, não teríamos a Bíblia (2Pe 1.21), nem o NT (Jo 14.26, 1Co 2.10) e nenhum poder para proclamar o evangelho (1.8). Sem o Espírito Santo, não haveria fé, nem novo nascimento, nem santidade e nenhum cristão neste mundo. Este estudo examina alguns dos ensinamentos básicos a respeito do Espírito Santo.
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A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO.
Através da Bíblia, o Espírito Santo é revelado como Pessoa, com sua própria individualidade (2Co 3.17,18; Hb 9.14; 1Pe 1.2). Ele é uma Pessoa divina como o Pai e o Filho (5.3,4). O Espírito Santo não é mera influência ou poder. Ele tem atributos pessoais, a saber: Ele pensa (Rm 8.27), sente (Rm 15.30), determina (1Co 12.11) e tem a faculdade de amar e de deleitar-se na comunhão. Foi enviado pelo Pai para levar os crentes à íntima presença e comunhão com Jesus (Jo 14.16-18,26). À luz destas verdades, devemos tratá-lo como pessoa, que é, e considerá-lo Deus vivo e infinito em nosso coração, digno da nossa adoração, amor e dedicação (ver Mc 1.11, nota sobre a Trindade).
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A OBRA DO ESPÍRITO SANTO.

(1) A revelação do Espírito Santo no AT. Para uma exposição da operação do Espírito Santo no AT. (2) A revelação do Espírito Santo no NT. (a) O Espírito Santo é o agente da salvação. Nisto Ele convence-nos do pecado (Jo 16.7,8), revela-nos a verdade a respeito de Jesus (Jo 14.16,26), realiza o novo nascimento (Jo 3.3-6), e faz-nos membros do corpo de Cristo (1Co 12.13). Na conversão, nós, crendo em Cristo, recebemos o Espírito Santo (Jo 3.3-6; 20.22) e nos tornamos co-participantes da natureza divina (2Pe 1.4). (b) O Espírito Santo é o agente da nossa santificação. Na conversão, o Espírito passa a habitar no crente, que começa a viver sob sua influência santificadora (Rm 8.9; 1Co 6.19). Note algumas das coisas que o Espírito Santo faz, ao habitar em nós. Ele nos santifica, i.e., purifica, dirige e leva-nos a uma vida santa, libertando-nos da escravidão ao pecado (Rm 8.2-4; Gl 5.16,17; 2Ts 2.13). Ele testifica que somos filhos de Deus (Rm 8.16), ajuda-nos na adoração a Deus (At 10.45,46; Rm 8.26,27) e na nossa vida de oração, e intercede por nós quando clamamos a Deus (Rm 8.26,27). Ele produz em nós as qualidades do caráter de Cristo, que O glorificam (Gl 5.22,23; 1Pe 1.2). Ele é o nosso mestre divino, que nos guia em toda a verdade (Jo 16.13; 14.26; 1Co 2.10-16) e também nos revela Jesus e nos guia em estreita comunhão e união com Ele (Jo 14.16-18; 16.14). Continuamente, Ele nos comunica o amor de Deus (Rm 5.5) e nos alegra, consola e ajuda (Jo 14.16; 1Ts 1.6). (c) O Espírito Santo é o agente divino para o serviço do Senhor, revestindo os crentes de poder para realizar a obra do Senhor e dar testemunho dEle. Esta obra do Espírito Santo relaciona-se com o batismo ou com a plenitude do Espírito. Quando somos batizados no Espírito, recebemos poder para testemunhar de Cristo e trabalhar de modo eficaz na igreja e diante do mundo (1.8).

A VIDA DO APÓSTOLO PAULO




“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”

Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves   e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).
Sua verdadeira aparência teremos de deixar por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.
Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes de sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloqüente testemunho da paixão de suas convicções e do poder de sua lógica.
Aqui e acolá em suas cartas encontramos pedacinhos de autobiografia. Também temos, nos Atos dos Apóstolos, um amplo esboço das atividades de Paulo. Lucas, autor dos Atos, era médico e historiador gentio do primeiro século.
Assim, enquanto o teólogo tem material suficiente para criar intérminos debates acerca daquilo em que Paulo acreditava, o historiador dispõe de parcos registros. Quem se der ao trabalho de escrever a biografia de Paulo descobrirá lacunas na vida do apóstolo que só poderão ser preenchidas por conjeturas.
A semelhança de um meteoro brilhante, Paulo lampeja repentinamente em cena como um adulto numa crise religiosa, resolvida pela conversão. Desaparece por muitos anos de preparação. Reaparece no papel de estadista missionário, e durante algum tempo podemos acompanhar seus movimentos através do horizonte do primeiro século. Antes de sua morte, ele flameja até entrar nas sombras além do alcance da vista.

O APÓSTOLO PAULO



Depois de Jesus, Paulo deve ser a pessoa mais influente na história da fé cristã. A conversão de um inimigo zeloso dos cristãos para um advogado incansável do evangelho, se classifica entre uma das histórias mais dramáticas das escrituras. Seus anos de ministério o levaram a inúmeras cidades na Ásia Menor e na Europa. Ele também escreveu treze cartas que estão incluídas no Novo Testamento.

EDUCAÇÃO

Apesar de ter nascido em Tarso, Paulo testifica que cresceu em Jerusalém e que estudou sob a tutela de Gamaliel (Atos 22:3). Não é muito claro quando que Paulo chegou a Jerusalém, mas é provável que ele tenha começado os seus estudos rabínicos entre seus 13 e 20 anos.

SAULO O PERSEGUIDOR

Pouco tempo depois dos eventos que mudaram o mundo, a ressurreição de Jesus e o pentecostes, os membros de certas sinagogas em Jerusalém, inclusive uma sinagoga da Cilícia (Atos 6:9), da terra nativa de Paulo, resolveram anular a nova igreja. Eles lutaram contra a sabedoria e o espírito (6:10) de Estevão (6:5,8). Eles o acusaram de blasfêmia diante do sinédrio (6:11-15) e, depois de sua defesa eloqüente (7:1-53), arrastaram-no para fora da cidade, aonde ele foi apedrejado até a morte. Ele se tornou o primeiro mártir cristão.

Armadura e Armas no Antigo Testamento



A localização da Palestina no encontro de três continentes lhe deu uma importância estratégica no Velho Mundo de proporções um tanto superdimensionadas. Circundada pelas grandes potências militares (Egito, Mesopotâmia, os hititas de Anatólia), aquela faixa de terra era constantemente alvo das ambições agressivas de outras nações. A invenção de novas armas, fortificações e táticas exerceram profunda influência sobre outras invenções. Inovação tática de um lado levava a invenção de contra-armas de outro.
Os três elementos básicos da arte de guerrear são mobilidade, poder de fogo e segurança. As armas em si raramente determinavam os resultados da batalha, particularmente quando ambos os lados estavam competindo equilibradamente.
A habilidade com que estratégia e tática foram disponibilizadas, o espírito do comandante em dirigir sua tropa e a precisão com que elas manejam suas armas foram fatores importantes em muitas batalhas mencionadas na Bíblia. Se bem que a Bíblia deixa claro que o fator mais decisivo para o sucesso de Israel na guerra foi sua obediência e a vontade de Deus.

ARMAS DE ATAQUE

O arsenal de um comando militar na antiguidade consistia da variedade de armas ofensivas destinadas a manter o inimigo envolvido a longo, médio e curto prazo. O arco e o estilingue eram as principais armas desenvolvidas para um conflito de longa distância, o dardo e a lança para média distância; a espada, o machado e a clava para curta distância.

O MINISTÉRIO DOS APÓSTOLOS



A história bíblica termina no livro de Atos, que descreve o ministério da igreja primitiva. Em Atos vemos como a mensagem concernente a Jesus - a mensagem da redenção - propagou-se de Jerusalém até Roma, centro do mundo Ocidental.
O livro de Atos mostra a expansão da igreja:
a) Em Jerusalém;
b) De Jerusalém para a Judéia, Samaria e região.
c) De Antioquia até Roma.


a) A Igreja em Jerusalém - As primeiras experiências dos discípulos de Jesus em Jerusalém revelam muita coisa acerca da igreja primitiva. O livro de Atos mostra com que zelo esses cristãos divulgaram as notícias a respeito de Jesus.
O livro inicia-se numa colina próxima a Jerusalém, onde Jesus estava prestes a ascender ao céu. Ele disse aos discípulos: "...ao descer sobre vós o ES, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra" (At 1.8). Esse era o plano de Jesus para evangelizar o mundo.
Poucos dias mais tarde os discípulos substituíram Judas, que se havia matado depois de trair a Jesus. Escolheram a Matias para completar o grupo dos doze.
Então o Cristo ressurreto deu à igreja seu ES, que capacitou os cristãos a cumprirem a tarefa de âmbito mundial (At 1.8).

OS APÓSTOLOS


No começo do seu ministério Jesus escolheu doze homens que o acompanhassem em suas viagens. Teriam esses homens uma importante responsabilidade: Continuariam a representá-lo depois de haver ele voltado para o céu. A reputação deles continuaria a influenciar a igreja muito depois de haverem morrido.
Por conseguinte, a seleção dos Doze foi de grande responsabilidade.  "Naqueles dias retirou-se para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. E quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolo"  (Lc 6.12-13).
A maioria dos apóstolos era da região de Cafarnaum, desprezada pela sociedade judaica refinada por ser o centro de uma parte do estado judaico e conhecida, em realidade, como "Galiléia dos gentios". O próprio Jesus disse: "Tu, Carfanaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno"  (Mt 11.23). Não obstante, Jesus fez desses doze homens líderes vigorosos e porta-vozes capaz de transmitir com clareza a fé cristã. O sucesso que eles alcançaram dá testemunho do poder transformador do Senhorio de Jesus.
Nenhum dos escritores dos Evangelhos deixou-nos traços físicos dos doze. Dão-nos, contudo, minúsculas pistas que nos ajudam a fazer "conjeturas razoáveis" sobre como pareciam e atuavam. Um fato importante que tem sido tradicionalmente menosprezado em incontáveis representações artísticas dos apóstolos é sua juventude. Se levarmos em conta que a maioria chegou a viver até ao terceiro e quarto quartéis do século e que João adentrou o segundo século, então eles devem ter sido não mais do que jovens quando aceitaram o chamado de Cristo.