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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

"E no princípio era..." o que mesmo?

Carta enviada por um biólogo à revista Época, contestando as afirmações da revista, sobre a controvérsia do ensino do criacionismo no Brasil.

Texto na íntegra: http://www.scb.org.br/controversia/epoca.asp

Brasília, 3 de Janeiro de 2005.

Para
EDITORA GLOBO
Revista Época
época@edlgobo.com.br
Av. Jaguaré, 1485
05342-900 São Paulo, SP.

Prezados Senhores,

Li com atenção o tema especial: "E no princípio era..." o que mesmo?

Certamente é motivo de grande atenção o fato do enorme fracasso do ensino obrigatório, exclusivo do evolucionismo durante o último século no Brasil, apoiado pelas cátedras e coadjuvado pela mídia, ter produzido apenas 11% evolucionistas ateus!

A causa principal deste fracasso é que as evidências estão destruindo a frágil idéia da evolução. Vejamos algumas:

1. Nada em biologia faz sentido à luz do acaso cego.
O acaso nega o conceito científico de causa e efeito, introduz conceitos mitológicos e mágicos inaceitáveis sob o ponto de vista científico, mas defendidos por "cientistas" evolucionistas. ... É uma maneira enganosa de não explicar nada.

2. A abiogênese é uma crendice popular aceita e defendida pela evolução!
Desde 1864, Louis Pasteur, cientista criacionista convicto, destruiu esta crendice que continua até hoje nos livros de biologia. Eis um excelente exemplo para tirar das trevas nossa ciência, pois como Pasteur, estaríamos produzindo vacinas, e fazendo a verdadeira ciência progredir.

3. Os "incontáveis" elos de Darwin não foram encontrados.
Não encontramos mais do que 30 supostos elos intermediários. Deveriam ser bilhões. A árvore da vida evolutiva está comprometida.

4. Os fósseis contestam a evolução.
Os fósseis segundo a evolução seriam poucos e escassos. Só o fato de encontrarmos milhões, toneladas de fósseis animais e bilhões de toneladas de carvão fóssil vegetal, além das toneladas de fósseis nas gélidas turfeiras e o petróleo fóssil, desmentem a evolução.
Os fósseis surgem por soterramento rápido, afogamento na lama. Catástrofe. Nada de uniformismo lento!

5. A ancestralidade comum está em cheque.
A embriologia evolucionista é uma fraude. Ensino enganoso e fraudulento já contestado desde 1868, mas teimosamente defendido por cientistas descuidados.
A similaridade da morfologia dos ossos ou órgãos homólogos apontam para um arquiteto, engenheiro e Criador inteligente.
Os órgãos vestigiais humanos inventados pelo evolucionismo (que chegou a ter mais de 150 órgãos vestigiais listados), é produto da ignorância.

6. A seleção natural fracassou.
Os exemplos citados são muito frágeis. As 13 "espécies" dos tentilhões de Darwin se cruzam entre si e dão descendentes férteis. Confundiram variedades com espécies. A mariposa Biston betularia está sendo contestada, e a resistência de bactérias ou outros seres vivos são exemplos frágeis.

7. O coordenador do Projeto Genoma Humano é criacionista.
O Dr. Francis Collins, afirma com todas as letras, que o genoma humano, sempre foi conhecido por Deus, pois é o seu Criador, e codificador desta enciclopédia informativa, o nosso DNA. No princípio Deus. Nada dos "zilhões" de anos que o propagandista evolucionista Richard Dawkins precisa para aplicar o seu relojoeiro cego que nunca fez coisa nenhuma. No princípio a cegueira evolutiva...?

Sugerimos uma entrevista com o Dr. Francis Collins.

Lembramos ainda que Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Johanes Kepler, Francis Bacon, Isaac Newton, Carlos Linneu, Gregório Mendel, Louis Pasteur; todos eles foram criacionistas. Os modernos criacionistas estão nos ombros de gigantes da ciência. Merecem o mesmo nível de atenção, respeito, e exposição na mídia e na cátedra.

O resultado da pesquisa do IBOPE mostra o óbvio: 89% dos leitores da Revista Época, os pais dos alunos e os estudantes não agüentam mais este ensino evolucionista unilateral! Acordem!

Está na hora de despertar, comparar e discutir o criacionismo com o evolucionismo, na base das evidências científicas dentro das salas de aulas, desde o ensino fundamental até a pós-graduação. Daqui a pouco o evolucionismo, o maior mito científico pode estar banido, como querem 75% dos brasileiros.

Apenas como contribuição, mandamos um pequeno artigo e dois livros: "A Origem Superior das Espécies" e "Genoma, Passado, Presente e Futuro".

Cordialmente,

Roberto César de Azevedo
Bacharel e Licenciado em Biologia pela Universidade de São Paulo

A SOBREVIVÊNCIA DO MAIS FALSO

A ciência sabe que muitos dos pilares da teoria Darwiniana ou são falsos ou são equivocados. Contudo, os livros de biologia continuam a apresentá-los como evidência factual a favor da evolução. No que isso implica, sobre os padrões científicos desses livros?

Jonathan Wells

Este artigo foi originalmente publicado em The American Spectator Dezembro 2000 / Janeiro 2001.


Prefácio

Se você me perguntasse, durante os meus anos estudando ciências em Berkeley, se eu acreditava ou não no que lia nos meus livros de ciências, eu teria respondido de forma semelhante àquela dos meus outros amigos estudantes: surpreso que tal questão teria de ser feita. Pode se encontrar pequenos erros, claro, erros de digitação ou de impressão. E a ciência está sempre descobrindo coisas novas. Mas eu acreditava – tinha como certo – que meus livros de ciências representavam o melhor conhecimento científico disponível no tempo.

Entretanto, foi somente quando eu estava terminando meu Ph.D. em biologia celular e do desenvolvimento, que eu notei o que primeiramente pensei ser uma anomalia estranha. O livro que eu mais utilizava apresentava desenhos de embriões de vertebrados – peixes, galinhas, humanos, etc. – onde as similaridades eram apresentadas como evidência para se crer que todos tinham um ancestral comum. Realmente, os desenhos pareciam muito semelhantes. Mas eu já estava estudando embriões por algum tempo, observando-os com o microscópio. E eu sabia que os desenhos estavam simplesmente errados.

Eu chequei todos os meus livros novamente. Todos eles tinham desenhos similares, e todos eles estavam obviamente errados. Não somente eles distorciam os embriões apresentados; eles omitiam estágios anteriores nos quais os embriões pareciam muito diferentes uns dos outros.

Como a maioria dos outros estudantes de ciências, como a maioria dos cientistas, eu deixei passar. Isso não afetava o meu trabalho diretamente, e eu assumi que, enquanto os livros, de alguma forma, erraram neste ponto, isso era uma exceção à regra. Porém, em 1997, meu interesse no desenho dos embriões reviveu quando o embriologista Michael Richardson e seus colegas publicaram o resultado de seu estudo comparando os desenhos dos livros com embriões reais. Como o próprio Richardson foi citado no prestigioso jornal Science: “Parece que isso está se tornando uma das falsificações mais famosas da biologia.”

Pior, esta fraude não era recente. Nem foi descoberta recentemente. Os desenhos de embriões que aparecem na maioria dos livros do ensino médio e universidades são as reproduções ou são baseados numa série de desenhos feitos pelo biólogo alemão do Século XIX Ernst Haeckel, um Darwinista fervoroso. E há mais de 100 anos os estudiosos de Darwin e da teoria da evolução sabem que estes desenhos são falsificações. Mas aparentemente, nenhum deles achou certo corrigir esta informação errônea quase onipresente.

Ainda crendo que isto era uma circunstância especial, eu fiquei curioso para ver se poderia encontrar outros erros nos livros texto padrão de biologia lidando com a evolução. Entretanto, minha busca revelou um fato assustador: Longe de ser uma exceção, tais informações errôneas freqüentemente são a regra. Em meu livro recente, eu os chamo: Icons of Evolution [Ícones da Evolução], devido ao fato de que tantos deles são representados por ilustrações freqüentemente repetidas que, como os desenhos de Haeckel, serviram seu propósito pedagógico muito bem – estabelecer informações errôneas básicas sobre a teoria da evolução na opinião do público.


Todos nós lembramos delas das aulas de biologia: O experimento que criou os “blocos de construção da vida” em um tubo; a “árvore” evolutiva, enraizada na lama primordial e ramificando-se em vida animal e vegetal. Então havia as estruturas ósseas semelhantes de, digamos, a asa de um pássaro e a mão de um homem, as mariposas pimenta [Biston betularia], e os tentilhões de Darwin. E, claro, os embriões de Haeckel.

Casualmente, todos estes exemplos, como também muitos outros presumivelmente representando evidências a favor da evolução, mostramse incorretos. Não só ligeiramente incorretos. Os textos continham distorções massivas e até mesmo evidências falsas sobre a evolução Darwiniana. Também não estamos falando só sobre os livros de ensino médio, que alguns podem perdoar (mas não deveriam) por aderirem a um padrão mais baixo. Alguns dos mais prestigiados livros universitários também são culpados, como Evolutionary Biology de Douglas Futuyma e Molecular Biology of the Cell, que tem como co-autor o presidente da National Academy of Sciences – NAS [Academia Nacional de Ciências], Bruce Alberts [Ambos os livros têm edições traduzidas para a língua portuguesa]. Na verdade, quando a “evidência” falsa é retirada, a defesa da evolução Darwiniana, pelo menos nos livros textos, torna-se magra ao ponto de ser quase invisível.

SUMÁRIO

A VIDA EM UMA GARRAFA


Qualquer um que já era velho o bastante em 1953 para entender a importância das notícias, lembra-se quão chocante, e para muitos, estimulante, ela foi. Os cientistas Stanley Miller e Harold Urey tiveram sucesso em criar “os blocos de construção” da vida em frascos. Imitando o que se acreditava ser as condições naturais da atmosfera da Terra primitiva, e então emitindo fagulhas elétricas através dela, Miller e Urey tinham produzido aminoácidos simples. Como os aminoácidos são os “blocos de construção” da vida, pensou-se que seria apenas uma questão de tempo até que os cientistas pudessem criar organismos vivos.

No tempo, parecia uma confirmação dramática da teoria da evolução. A vida não era um “milagre”. Nenhuma intervenção externa ou inteligência divina era necessária. Ponha os gases certos juntos, adicione eletricidade, ea vida certamente surgirá. É um evento comum. Carl Sagan poderia então prever seguramente na PBS que os planetas orbitando aquelas “bilhões e bilhões” de estrelas no espaço devem estar simplesmente repletos de vida.

Entretanto, havia problemas. Os cientistas nunca foram capazes de ir além dos aminoácidos mais simples em suas simulações de ambientes primordiais, e a criação de proteínas começou a parecer não com um passo simples ou alguns poucos passos, mas sim, como uma grande barreira, talvez intransponível.

Todavia, o golpe fatal no experimento de Miller-Urey veio nos anos de 1970, quando os cientistas começaram a concluir que a atmosfera primitiva da Terra não era nem um pouco parecida com a mistura de gases utilizada por eles. Ao invés de ser o que os cientistas chamam de um ambiente “redutor”, ou rico em hidrogênio, a atmosfera da Terra primitiva provavelmente consistia de gases liberados pelos vulcões. Hoje em dia há quase um consenso sobre isso dentre os geoquímicos. Mas se você colocar esses gases vulcânicos no aparelho de Miller-Urey, o experimento não funciona – em outras palavras, não produz “blocos de construção” da vida.

O que os livros fazem com este fato inconveniente? Geralmente eles ignoram isso e continuam a utilizar o experimento de Miller-Urey para convencer os estudantes de que os cientistas demonstraram um primeiro passo importante na origem da vida. Isto inclui o já mencionado Molecular Biology of the Cell, que tem o presidente da NAS, Bruce Alberts como coautor. A maioria dos livros também continua dizendo aos estudantes que os cientistas que pesquisam a origem da vida também encontraram uma abundância de outras evidências para explicar como a vida teria se originado espontaneamente – mas eles não contam aos estudantes que os próprios pesquisadores atualmente reconhecem que a explicação ainda os ilude.


Atualmente, há quase um consenso dentre os geoquímicos de que a atmosfera da Terra primitiva consistia de gases vulcânicos. Ponha estes gases na aparelho de Miller-Urey e o experimento não funciona. (Figura – Biology: The Dynamics of Life, McGraw-Hill).

SUMÁRIO

EMBRIÕES FALSIFICADOS

Darwin Pensava que “de longe, a mais forte categoria de fatos a favor” de sua teoria viria da embriologia. Porém, ele não era um embriologista, então se apoiou no trabalho do biólogo alemão Ernst Haeckel, que produziu desenhos de embriões de várias classes de vertebrados para mostrar que eles são virtualmente idênticos nos seus estágios iniciais de desenvolvimento, e tornam-se notavelmente diferentes somente quando se desenvolvem. Foi esse padrão que Darwin achou tão convincente.

Isto pode ser a mais rude das distorções, visto que os biólogos já sabem há mais de um século que os embriões de vertebrados nunca se parecem tão semelhantes como Haeckel os desenhou. Em alguns casos, Haeckel utilizou a mesma xilogravura para copiar os embriões que supostamente eram de classes diferentes. Em outras, ele tratou seus desenhos para fazer os embriões parecerem mais semelhantes do que eram na verdade. Os contemporâneos de Haeckel repetidamente criticavam-no por estas adulterações e houve abundantes acusações de fraude durante sua vida. Em 1997 o embriologista britânico Michael Richardson e um time internacional de estudiosos compararam os desenhos de Haeckel com fotografias reais de embriões de vertebrados, demonstrando de forma conclusiva que os desenhos deturpavam a verdade.

Os desenhos também são enganosos de outra forma. Darwin baseou sua inferência de ancestralidade comum na crença de que os estágios iniciais do desenvolvimento embrionário são os mais similares. Os desenhos de Haeckel, contudo, omitem completamente os estágios iniciais, que são muito diferentes, e começa em um ponto, na metade do caminho do desenvolvimento, em que são mais similares. O embriologista William Ballard escreveu em 1976 que é “somente com o uso de truques semânticos e seleção subjetiva da evidência”, ao “dobrar os fatos da natureza”, que alguém pode argumentar que os estágios iniciais dos vertebrados são mais semelhantes que seus adultos.

Contudo, algumas versões dos desenhos de Haeckel podem ser encontrados na maioria dos livros atuais de biologia. Stephen Jay gould, um dos maiores proponentes da teoria da evolução, escreveu recentemente que nós deveríamos estar “estupefatos e envergonhados pelo século de reciclagem descuidada que levou à persistência desses desenhos em um grande número, se não na maioria dos livros modernos.” (Eu irei retornar abaixo à questão do por que somente agora o Sr. Gould, que sabia dessas falsificações por décadas, decidiu trazê-las para o grande público).


Os embriões falsificados de Haeckel, apresentados como evidência a favor da evolução, em Molecular Biology of the Cell, 3ª ed. Por Bruce Alberts, presidente da NAS, et al. (Garland Publishing)

SUMÁRIO

A ÁRVORE DA VIDA DE DARWIN

Darwin escreveu em A Origem das Espécies: “Eu vejo todos os seres não como criações especiais, mas como os descendentes diretos de alguns poucos seres” que viveram no passado distante. Ele acreditava que as diferenças entre as espécies modernas surgiram primariamente através de seleção natural, ou sobrevivência do mais apto, e descreveu todo o processo como “descendência com modificação”.

É claro que ninguém duvida que certa quantidade de descendência com modificação ocorra dentro das espécies. Mas a teoria de Darwin alega explicar a origem de novas espécies – na verdade, de todas as espécies, desde que as primeiras células surgiram no caldo primordial.

Esta teoria tem a virtude de fazer uma previsão: Se todos os seres vivos são descendentes gradativamente modificados de uma ou mais formas originais, então a história da vida deveria parecer com uma árvore cheia de ramos. Infelizmente, apesar dos pronunciamentos oficiais, esta previsão, em alguns aspectos, mostrou-se errônea.

O registro fóssil mostra os maiores grupos de animais aparecendo completamente formados aproximadamente no mesmo período, em uma “explosão Cambriana”, ao invés de divergirem a partir um ancestral comum. Darwin sabia disso, e considerou isso como uma objeção séria à sua teoria. Mas ele atribuía este fato à imperfeição do registro fóssil, e achava que pesquisas posteriores supririam os ancestrais perdidos.
Mas um século e meio de coleta constante de fósseis somente agravou o problema. Ao invés das diferenças ligeiras aparecerem primeiro, são as grandes diferenças que aparecem logo no início. Alguns especialistas em fósseis descrevem isso como “evolução de cima pra baixo”, e notam que isto contradiz o padrão “de baixo pra cima” previsto pela teoria de Darwin. Contudo, a maioria dos livros de biologia modernos nem mesmo menciona a explosão Cambriana, muito menos aponta o desafio que ela representa para a evolução Darwiniana.

Então veio a evidência da biologia molecular. Os biólogos dos anos 1970s começaram a testar o padrão da árvore ramificada de Darwin ao comparar moléculas de várias espécies. Quanto mais semelhantes as moléculas de duas espécies diferentes são, presume-se que são mais proximamente relacionadas. Inicialmente essa abordagem pareceu confirmar a árvore da vida de Darwin. Mas à medida que os cientistas comparavam mais e mais moléculas, eles descobriram que moléculas diferentes geravam resultados conflitantes. O padrão de árvore ramificada inferido a partir de uma molécula freqüentemente contradiz o padrão obtido com outra.
O biólogo molecular canadense W. Ford Doolitle não crê que o problema irá embora. Talvez os cientistas “tenham falhado em encontrar a ‘árvore verdadeira’”, escreveu em 1999, “não porque os métodos sejam inadequados ou porque eles escolheram os genes errados, mas porque a história da vida não pode ser representada de forma apropriada como uma árvore”. Contudo, os livros de biologia continuam a assegurar aos estudantes de que a Árvore da Vida de Darwin é um fato científico esmagadoramente confirmado pelas evidências. Porém, julgando pelas evidências fósseis e moleculares reais, é uma hipótese não verificada mascarada como fato.


A “Árvore da Vida” de Darwin, e seus ramos, tem sido seriamente questionada pelo registro fóssil e a biologia molecular moderna. (Figura – Biology, Miller & Levine, publicado por Prentice Hall).

SUMÁRIO

TODOS ELES SÃO PARECIDOS: A HOMOLOGIA EM MEMBROS DE VERTEBRADOS

A maioria dos livros de biologia contém desenhos de membros de animais vertebrados mostrando similaridades em suas estruturas ósseas. Os biólogos antes de Darwin notaram este tipo de similaridade e a chamaram “homologia”, eles atribuíram isso à construção sobre um protótipo ou design comum. Entretanto, em A Origem das Espécies, Darwin argumentou que a melhor explicação para a homologia é a descendência com modificação, e considerou isso como evidência a favor de sua teoria.

Os seguidores de Darwin dependem das homologias para organizar os fósseis em ramos de árvores que supostamente mostram relações do tipo ancestral-descendente. Em seu livro de 1990, Evolution and the Myth of Creationism, o biólogo Tim Berra comparou o registro fóssil com uma série de modelos da Corvette: “Se você comparar um Corvette 1953 e um 1954, lado a lado, depois um modelo 1954 com um 1955, e assim por diante, a descendência com modificação é esmagadoramente óbvia.”

Mas Berra esqueceu de considerar um ponto crucial e óbvio: Os Corvettes, até onde alguém já foi capaz de determinar, não dão à luz a Corvettinhos. Como todos os automóveis, eles são projetados pelas pessoas que trabalham para as companhias automotivas. Em outras palavras, uma inteligência externa. Então, embora Berra acreditasse que estava dando apoio à evolução Darwiniana, em detrimento da explicação pré-Darwiniana, sem perceber ele mostrou que a evidência do registro fóssil é compatível com ambas as explicações. O professor de Direito (e crítico do Darwinismo) Phillip E. Johnson apelidou isso como: “O erro de Berra”.

A lição a ser aprendida com o erro de Berra é que devemos especificar um mecanismo natural antes de podermos excluir cientificamente a construção via design como a causa da homologia. Os biólogos Darwinianos propuseram dois mecanismos: caminhos desenvolvimentais e programas genéticos. De acordo com o primeiro, as características homólogas surgem de células semelhantes e processos no embrião; de acordo com o segundo, as características homólogas são programadas por genes semelhantes.

Mas os biólogos já sabem há 100 anos que as estruturas homólogas freqüentemente não são produzidas por caminhos desenvolvimentais semelhantes. E eles sabem há 30 anos que elas também não são produzidas por genes semelhantes. Então não há um mecanismo empiricamente demonstrado para estabelecer que as homologias sejam devidas à ancestralidade comum, ao invés de design comum.

Sem um mecanismo, os Darwinistas modernos simplesmente têm definido homologia como significando semelhança devida à ancestralidade comum. De acordo com Ersnt Mayr, um dos principais arquitetos do Neo-Darwinismo moderno: “Após 1859 tem havido apenas uma definição de homologia que faz sentido biologicamente: Os atributos de dois organismos são homólogos quando derivados de uma característica equivalente do ancestral comum.”
Esse é um caso clássico de raciocínio circular. Darwin via a evolução como teoria, e a homologia como evidência a favor dela. Os seguidores de Darwin assumem que a evolução está independentemente estabelecida e a homologia é o resultado dela. Todavia, você não pode utilizar a homologia como evidência a favor da evolução, exceto com o uso de raciocínio circular: Similaridade devido à ancestralidade comum demonstra a ancestralidade comum.

Os filósofos da biologia têm criticado esta abordagem por décadas. Como escrito por Ronald Brady em 1985: “Ao transformar nossa explicação em definição da condição a ser explicada, expressamos não uma hipótese científica, mas uma crença. Estamos tão convencidos de que nossa explicação é verdadeira que não mais vemos qualquer necessidade de distingui-la da situação que estamos tentando explicar. Esforços dogmáticos deste tipo devem eventualmente deixar o reino da ciência.”

Então como os livros tratam esta controvérsia? Novamente, ignorando-a. Na verdade, eles dão aos estudantes a impressão de que faz sentido definir homologia em termos de ancestralidade comum e então retorcem as palavras e utilizam a homologia como evidência a favor da ancestralidade comum. E chamam isso de “ciência”.


Os argumentos Darwinistas sobre a “homologia” (topo) são um caso clássico de raciocínio circular. Distorção grosseira (abaixo): Embriões humanos nunca têm brânquias – nem mesmo rudimentares. (Figura – Biology, 5ª ed. Raven & Johnson, McGraw-Hill).

SUMÁRIO

NADA QUE UM POUCO DE COLA NÃO POSSA CONSERTAR: AS MARIPOSAS PIMENTA

Darwin estava convencido de que no curso da evolução, “a Seleção Natural foi o meio de modificação mais importante, mas não o único”, contudo, ele não tinha evidência direta disso. O melhor que ele pôde fazer em A Origem das Espécies foi dar “um ou dois exemplos imaginários”.

Porém, nos anos de 1950, o médico britânico Bernard Kettlewell forneceu o que parecia ser uma evidência conclusiva da seleção natural. Durante o século anterior, as mariposas pimenta [Biston betularia] da Inglaterra mudaram predominantemente, de coloração clara para coloração escura. Pensou-se que a mudança ocorreu porque as mariposas escuras eram mais bem camufladas nos troncos das árvores, escurecidos devido à poluição, e dessa forma, era menos provável que fossem comidas por pássaros predadores.

Para testar essa hipótese de forma experimental, Kettlewell soltou mariposas claras e escuras sobre troncos de árvores próximos em bosques poluídos e não-poluídos, e então observou enquanto os pássaros comiam as mariposas mais visíveis. Como esperado, os pássaros comeram mais mariposas claras no bosque poluído, e mais mariposas escuras no bosque não-poluído. Em um artigo escrito para a Scientific American, Kettlewell chamou isso de “a evidência perdida de Darwin”. As mariposas pimenta logo se tornaram o exemplo clássico de seleção natural em ação, e a história ainda é recontada na maioria dos livros de biologia, acompanhada de fotografias das mariposas nos troncos das árvores.

Entretanto, nos anos de 1980, os pesquisadores descobriram evidências de que a história oficial era falha – incluindo o fato pertinente de que as mariposas pimenta normalmente não descansam nos troncos das árvores. Ao invés disso, elas voam de noite, e aparentemente se escondem sob os ramos superiores das árvores durante o dia. Ao soltar as mariposas nos troncos das árvores próximas à luz do dia, Kettlewell criou uma situação artificial que não existe na natureza. Muitos biólogos agora consideram os seus resultados inválidos, e alguns ainda questionam se a seleção natural foi a responsável pelas mudanças observadas.

Então de onde vêm todas essas fotos de mariposas em troncos de árvores? Elas foram todas encenadas. Para apressar as coisas, alguns fotógrafos colaram mariposas mortas nas árvores. É claro que, as pessoas que encenaram essas fotos antes dos anos de 1980 acreditavam que estavam representando a situação real, mas agora sabemos que eles estavam errados. Mesmo assim, uma olhada em quase todos os livros de biologia atuais revelam que elas ainda estão todas sendo utilizadas como evidência a favor da seleção natural.


Em 1999, um autor canadense justificou a prática: “Você tem de olhar para a audiência. Quão enrolado você quer tornar isto para alguém que está aprendendo pela primeira vez?” Bob Ritter foi citado dizendo na edição de Abril de 1999 da revista Alberta Report Newsmagazine. Os estudantes de ensino médio “ainda são muito concretos em sua forma de aprender”, continuou Ritter. “Nós queremos comunicar claramente a idéia de seleção adaptativa. Mais tarde, eles podem analisar o trabalho de forma crítica.”

Aparentemente, o “mais tarde” pode ser muito mais tarde. Quando o professor da Universidade de Chicago, Jerry Coyne, descobriu a verdade em 1998, já estava bem enraizado em sua carreira como biólogo evolucionista. Sua experiência mostra quão insidiosos os ícones da evolução realmente são, visto que eles enganam tanto os especialistas quanto os novatos.


Evidência fabricada: Como as mariposas pimenta normalmente não descansam nos troncos das árvores, os pesquisadores simplesmente as colaram no lugar adequado. (Figura – Biology, Burton S. Guttman, McGraw-Hill).

SUMÁRIO

BICOS E PÁSSAROS: OS TENTILHÕES DE DARWIN

25 anos antes de Darwin publicar A Origem das Espécies, ele estava formulando suas idéias como um naturalista a bordo do brigue de exploração H.M.S. Beagle. Quando o Beagle visitou as Ilhas Galápagos em 1835, Darwin coletou espécies da fauna local, inclusive alguns tentilhões.

Na verdade, embora os tentilhões tivessem pouco a ver com o desenvolvimento da teoria evolutiva de Darwin, eles atraíram considerável atenção dos biólogos evolucionistas modernos como evidência adicional a favor da seleção natural. Nos anos de 1970, Peter e Rosemary Grant, e seus colegas, notaram um aumento de 5 % no tamanho dos bicos após uma seca rigorosa, porque os tentilhões foram deixados apenas com sementes difíceis de quebrar. A mudança, embora significativa, foi pequena; contudo, alguns Darwinistas alegam que, antes de qualquer coisa, ela explica como as espécies de tentilhões surgiram.

Em 1999, um livreto publicado pela NAS [Nota do tradutor: Este mesmo livreto também é publicado no Brasil pela sociedade Brasileira de Genética.] descreve os tentilhões de Darwin como “um exemplo particularmente convincente” da origem das espécies. O livreto cita o trabalho dos Grant, e explica como “um simples ano de seca nas ilhas pode conduzir mudanças evolutivas nos tentilhões.” O livreto também calcula que “se as secas ocorressem cerca de uma vez a cada 10 anos nas ilhas, uma nova espécie de tentilhão poderia surgir em apenas 200 anos.”

Mas o livreto falha em apontar que os bicos dos tentilhões retornaram ao normal após o retorno das chuvas. No “ganho líqüido”, não ocorreu evolução. Na verdade, parece que agora várias espécies de tentilhões estão surgindo através de hibridização, ao invés de divergirem através de seleção natural como a teoria de Darwin requer.

Esconder evidências com o intuito de dar a impressão de que os tentilhões de Darwin confirmam a teoria evolutiva beira o comportamento impróprio no que diz respeito à pesquisa científica. De acordo com o biólogo de Harvard Louis Guenin (escrevendo para a Nature em 1999), as leis de segurança americanas provêem “nossa mais rica fonte como guia experimental” ao definir o que se constitui em comportamento impróprio científico. Mas um investidor que diz aos seus clientes que pode se esperar que certas ações tenham seu valor dobrado em 20 anos porque elas subiram 5 % em 1998, ao mesmo tempo em que esconde o fato de que as mesmas ações declinaram em 5 % em 1999, pode muito bem ser acusado de fraude. Como escrito pelo professor de Direito Phillip E. Johnson no The Wall Street Jorunal em 1999: “Quando os nossos principais cientistas têm de se utilizar do tipo de distorção que colocaria um investidor na cadeia, você sabe que eles estão com um problema.”


O tipo de distorção que poderia colocar um investidor na cadeia. (Figura
– Biology, 5ª ed, Raven & Johnson, McGraw-Hill).

SUMÁRIO

DOS GRANDES MACACOS AOS HUMANOS

A teoria de Darwin rende ao máximo quando aplicada às origens humanas. Enquanto ele dificilmente menciona este tópico em A Origem das Espécies, posteriormente Darwin escreveu extensivamente sobre o assunto em The Descent of Man. “Meu propósito”, ele explicou, “é mostrar que não há uma diferença fundamental entre o homem e os animais superiores em suas faculdades mentais” – mesmo em moralidade e religião. De acordo com Darwin, a tendência de um cachorro em imaginar um agente escondido em coisas movidas pelo vento “poderia facilmente passar como crença na existência de um ou mais deuses”.

Claro, a consciência de que o corpo humano é parte da natureza já estava presente há muito tempo antes de Darwin. Mas ele estava alegando muito mais. Como os filósofos materialistas desde a Grécia antiga, Darwin acreditava que os humanos são nada mais que animais.

Contudo, Darwin precisava de evidências para confirmar sua proposição. Embora os Neandertais já tivessem sido encontrados, naquele tempo eles não eram considerados como ancestrais dos humanos, então Darwin não tinha evidência fóssil para apoiar sua visão.

Somente em 1912 o paleontologista amador Charles Dawson anunciou que tinha descoberto o que os Darwinistas estavam procurando, em uma cascalheira, em Piltdown, Inglaterra.

Dawson encontrou parte de um crânio humano e parte de uma mandíbula simiesca com dois dentes. 40 anos depois um time de cientistas provou que o crânio de Piltdown, embora tivesse milhares de anos, pertencia a um humano moderno, enquanto o fragmento da mandíbula era mais recente e pertencia a um orangotango moderno. A mandíbula tinha sido quimicamente tratada para parecer como um fóssil, e os dentes tinham sido deliberadamente lixados para parecerem mais humanos. O homem de Piltdown foi uma falsificação.

A maioria dos livros de biologia modernos nem mesmo menciona Piltdown. Quando os críticos do Darwinismo trazem isso à tona, a resposta normalmente é que esse incidente simplesmente prova que a ciência é autocorretiva. E assim foi, neste caso – embora a correção demorasse mais de 40 anos para acontecer. Porém a lição mais interessante a se aprender com Piltdown é que os cientistas, como todo mundo, podem ser enganados a ver o que querem ver.

A mesma subjetividade que preparou o caminho para Piltdown continua a atormentar a pesquisa sobre as origens humanas. De acordo com a paleoantropologista Misia Landau, as teorias sobre as origens humanas “excedem em muito o que pode ser inferido sobre o estudo apenas dos fósseis, e na verdade, põem um fardo pesado na interpretação do registro fóssil – um fardo que é aliviado ao se posicionar os fósseis em estruturas de narrativas pré-existentes.” Em 1996, o curador do Museu Americano de História Natural, Ian Tattersal reconheceu que “em paleo-antropologia, os padrões que percebemos são mais provavelmente o resultado inconsciente da nossa mentalidade do que da evidência em si.” O antropologista da Universidade Estadual do Arizona, Geoffrey Clark repetiu esta visão em 1997, quando escreveu: “Nós selecionamos dentre os conjuntos de alternativas de conclusões de pesquisa, de acordo com as nossas influências e pressuposições.” Clark sugeriu que “a paleo-antropologia tem a forma, mas não tem a substância da ciência.”

Os estudantes de biologia e o público em geral raramente são informados sobre as profundas incertezas acerca das origens humanas refletidas nos pronunciamentos acima, de cientistas especialistas na área. Em vez disso, eles são nutridos com a última especulação, como se isso fosse fato. E a especulação é tipicamente ilustrada com desenhos extravagantes de homens das cavernas, ou fotos de atores humanos com maquiagem pesada.

SUMÁRIO

O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?

A maioria de nós admite que aquilo que ouvimos dos cientistas é comparativamente confiável. Os políticos podem distorcer ou “raspar” a verdade a fim de apoiar uma agenda pré-concebida, mas nos dizem que os cientistas lidam com os fatos. É claro que algumas vezes eles podem entender algo errado, mas a beleza da ciência é que ela é empiricamente testável.

Se uma teoria está errada, isso será descoberto por outros cientistas realizando experimentos de forma independente, para repetir, ou refutar seus resultados. Desta forma os dados são constantemente revistos e as hipóteses se tornam teorias amplamente aceitas. Sendo assim, como explicaremos tais distorções impregnantes e antiquadas dos fatos específicos, utilizadas para apoiar a teoria da evolução?

Talvez a evolução Darwiniana tenha imposto um significado em nossa cultura que tem pouco a ver com o seu valor científico, qualquer que possa ser. Uma indicação disso foi vista na recente reação universal e censuradora do Conselho de Diretores de Escolas do Kansas e sua decisão de não permitir que se discorde da teoria da evolução padrão (muito da qual, como acabamos de ver, está simplesmente errada).

De acordo com a imprensa, somente os fundamentalistas religiosos questionam a evolução Darwiniana. Dizem-nos que as pessoas que criticam o Darwinismo querem bombardear a ciência de volta à idade da pedra, e substituí-la com a Bíblia. O crescente conjunto de evidências científicas contradizendo as alegações Darwinianas é firmemente ignorado. Quando o bioquímico Michael Behe apontou no The New York Times, no ano passado, que a “evidência” dos embriões a favor da evolução era falsa, o Darwinista Stephen Jay Gould admitiu que sabia disso há décadas (como notado anteriormente) – mas acusou Behe de “criacionista” por apontar isso.

Ora, embora Behe apóie a idéia de que algumas características dos organismos sejam mais bem explicadas por design inteligente, ele não é um “criacionista” da forma como essa palavra é normalmente utilizada. Behe é um biólogo molecular cujo trabalho científico o convenceu de que a teoria Darwiniana não está de acordo com as observações e evidências experimentais. Por que Gould, sabendo que os embriões de Haeckel eram falsos, repudia Behe como um criacionista por criticar isso?

Eu suspeito que além de ciência pura, haja uma outra agenda em ação aqui. Minha evidência é a mensagem materialista tecida de forma mais ou menos explícita em muitas explicações dos livros. O livro Evolutionary Biology de Futuyma é característico disso, informando aos estudantes de que “foi a teoria da evolução de Darwin,” junto com a teoria de Marx da história e a teoria de Freud sobre a natureza humana, “que propiciaram a tábua crucial para a plataforma do mecanicismo e materialismo” que desde então tem sido “o palco da maioria do pensamento ocidental.” Um livro cita Gould, que declara abertamente que os humanos não são criados, mas sim os ramos meramente sortudos em uma árvore da vida “contingente” (i.e.
acidental). O Darwinista de Oxford, Richard Dawkins, embora não tenha escrito isso em um livro, expressa de forma ainda mais direta: “Darwin fez com que fosse possível ser um ateu intelectualmente satisfeito.”

[Nota do tradutor: Ver página 2 do livro Biologia Evolutiva, 2ª edição, de Douglas J. Futuyma, publicado pela Sociedade Brasileira de Genética em 1997.]

Estas visões são obviamente filosóficas, e não científicas. Futuyma, Gould e Dawkins têm o direito de ter sua filosofia. Mas eles não têm o direito de ensiná-la como se fosse ciência. Em ciência, todas as teorias – incluindo a evolução Darwiniana – devem ser testadas contra as evidências.

Visto que Gould sabe que a evidência real da embriologia contradiz os desenhos falsos em livros de biologia, por que ele não assume um papel mais ativo na limpeza da educação científica? As adulterações e omissões que eu examinei aqui são apenas uma pequena amostra. Há muito mais. Por muito tempo o debate sobre a evolução assumiu “fatos” que não são verdadeiros. Chegou a hora de limpar as mentiras que obstruem a discussão popular sobre a evolução, e insistir que as teorias estejam de acordo com as evidências. Em outras palavras, é hora de fazer ciência como se supõe que seja feita.

Direitos autorais

Concede-se a permissão para copiar este artigo com propósitos não comerciais, desde que seja dado o devido crédito ao Discovery Institute.


Sobre o autor:

Jonathan Wells têm dois Ph.D.s, um em Biologia Celular e Molecular pela Universidade da Califórnia em Berkeley, e um em Estudos Religiosos pela Univerdade de Yale. Trabalhou como biólogo pesquisador durante um pós-doutorado na Universidade da Califórnia em Berkeley, como supervisor de um laboratório médico em Fairfield, Califórnia, e já lecionou biologia na Universidade Estadual da Califórnia em Hayward.

O Dr. Wells já publicou artigos nos periódicos: Development, Proceedings of the National Academy of Sciences USA, BioSystems, The Scientist e The American Biology Teacher. Também é co-autor de Charles Hodge's Critique of Darwinism (Edwin Mellen Press, 1988) e Icons of Evolution: Why much of what we teach about evolution is wrong (Regnery Publishing, 2000).
O Dr. Wells atualmente está trabalhando em um livro que critica a ênfase excessiva dos genes na biologia e medicina.


Tradução: Maximiliano Mendes. Quer saber mais sobre a Teoria do Design Inteligente? Visite: http://crentinho.wordpress.com O artigo original pode ser encontrado < aqui >.

A comercialização deste texto NÃO é permitida!

A limitação na inteligência dos Animais.

Um cientista de Harward descobriu, depois de 15 anos, o que a Bíblia já dizia. Os animais tem a inteligência limitada e nada faz com que ela se torne ilimitada. Ou seja, realmente o homem foi criado para dominar os outros animais.

Retirado da Folha de São Paulo On-line

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u373738.shtml

19/02/2008 - 09h17

Cientista de Harvard vê limitações em linguagem animal

CLAUDIO ANGELO
Enviado especial da Folha de S.Paulo a Boston

Depois de passar mais de 15 anos estudando o comportamento de animais em busca das raízes da cognição humana, o psicólogo Marc Hauser, da Universidade Harvard (EUA), chegou a uma conclusão frustrante: nós somos muito mais inteligentes do que eles.

Parece óbvio, certo? Mas nem tanto. Até agora, a aposta dos cientistas era que as semelhanças evolutivas entre humanos e outras espécies, em especial os chimpanzés, eram tamanhas que traços como a habilidade para linguagem e matemática também estivessem presentes nos animais, e que tudo o que nos separava deles era uma questão de gradação.

Para entender isso, cientistas gastaram anos de trabalho e carreiras inteiras treinando animais como o papagaio Alex (morto em 2007), e o macaco bonobo Kanzi a aprender linguagem humana. Foi uma frustração: o limite de inteligência dos bichos parecia muito baixo.

Hauser diz que esse tipo de pesquisa está mesmo condenado a não dar certo, porque, em apenas 6 milhões de anos de evolução (o tempo em que a linhagem humana tem estado separada da dos chimpanzés), os humanos desenvolveram características únicas e sem paralelo evolutivo. Não adianta procurar por elas em fósseis ou em outros animais. De fato, talvez seja impossível determinar totalmente sua origem. "O buraco entre os humanos e outras espécies ditas "inteligentes", como chimpanzés, golfinhos e elefantes, é muito maior que o que há entre essas espécies e as minhocas", diz o cientista.

Singularidade

No domingo (17), durante a Reunião Anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), em Boston, Hauser apresentou o que ele chamou de "hipótese da singularidade humana" ("humaniqueness", em inglês). Segundo o cientista, quatro inovações mentais explicam por que humanos fabricam computadores e chimpanzés não --embora ambas as espécies usem ferramentas.

A primeira é que os sistemas de conhecimento humano são integrados e os dos animais não. Os humanos também são únicos em possuir recursividade, a habilidade de encaixar idéias umas nas outras e formar frases infinitas ("João amava Maria, que amava Joaquim" e assim por diante), em converter representações mentais analógicas em símbolos digitais e em separar o pensamento de impulsos sensoriais primários.

"Uma maneira de pensar sobre isso é que todas as espécies possuem uma inteligência de raio laser, dedicada a resolver problemas ecológicos específicos [num laser a luz é altamente concentrada e se propaga em apenas uma direção]. Mas apenas nós desenvolvemos uma inteligência de lâmpada, na qual a capacidade de resolver um problema é usada para lidar com vários outros.

Hauser ilustra a diferença com um exemplo apropriado pelos defensores da inteligência animal: a dança das abelhas, descoberta no meio do século passado pelo austríaco Karl Von Frisch e considerada uma forma de linguagem. "Ela tem propriedades específicas da linguagem: a abelha busca comida, volta e informa à colméia onde está e a que distância está a comida. É uma linguagem simbólica e separada da ação no tempo e no espaço", diz. "O problema é que as abelhas só conversam sobre comida."

Micos dissonantes

Outro exemplo de limitação cognitiva foi dado pelo próprio Hauser e por seus alunos em um estudo com sagüis. Os animais eram colocados em uma gaiola isolada com dois ambientes.

Em um deles, uma melodia agradável era tocada; no outro, um som dissonante. Os micos não exibiram preferência especial por nenhum dos dois ambientes --enquanto em humanos a preferência por música consonante é universal.

"Animais têm a capacidade de reagir emocionalmente e têm discriminação de percepção, mas essas habilidades não interagem no cérebro como na cognição humana."

O mesmo raciocínio, diz, vale para o uso de ferramentas. Essa habilidade era considerada um traço distintivo da espécie humana até os anos 1960, quando a primatóloga britânica Jane Goodall viu chimpanzés usando ferramentas na natureza.

De novo, segundo Hauser, diferenças fundamentais existem: ferramentas de bicho são feitas de um só material (dada a incapacidade combinatória deles), servem a um único propósito e são jogadas fora após o uso. "Então, aqui, embora você tenha o que parecem ser tijolos básicos evolutivos do uso de ferramentas em animais, algo se transformou no curso da evolução humana."

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O Evolucionismo e o “dom” da adivinhação


Uma das maiores perguntas que o ser humano faz, diz respeito a sua origem: De onde viemos?
O Criacionismo responde: Viemos de Deus. Ele fez tudo o que existe em seis dias literais, e toda descrição encontra-se na Bíblia e pode ser respaldada pela evidência científica.
O Evolucionismo diz: Viemos do acaso, através de uma seqüência inexplicável de eventos fortuitos que ocorreram aleatoriamente.
No ano de 1734 (antes de Darwin e antes da formulação da Teoria do Big Bang) Emmanuel Swedenborg admitiu que, em uma sessão espírita, foi-lhe falado que o gás no espaço, isto é, uma espécie de nebulosa, revirou-se e transformou-se no que hoje conhecemos como o sol e as estrelas. Swedenborg propagou tal pensamento, na época, passando a ser considerado como a primeira fonte da Teoria da Hipótese Nebular. Uma das teorias que é aceita atualmente como sendo a explicação “científica” para a origem do cosmos. Uma sessão espírita?! Ora, qualquer evolucionista dirá que se alguma fonte de informação tiver origem metafísica a mesma não pode ser tida como científica. Porém, essa “regrinha” evolucionista só pode ser aplicada para os seguimentos que discordam da denominada teoria evolucionsta.
Paul Davies, físico e evolucionista escreveu em seu livro The Edge of Infinity, acerca da origem do universo, defendendo o Big Bang:

“[O Big bang] representa a suspensão instantânea das leis físicas, o súbito e abrupto clarão do estado sem sei permitiu que algo surgisse a partir do nada. Isso representa um verdadeiro milagre…”


Robert Jastrow em seu livro God and Astronomers nos diz o seguinte:


“Neste momento parece que a ciência nunca poderá levantar a cortina que cobre o mistério da criação. Para o cientista que teria vivido por sua fé no poder da razão, a história termina como um pesadelo. Ele escalou as montanhas da ignorância; está a ponto de conquistar o pico mais alto; ao alcançar finalmente a última rocha, é saudado por um grupo de teólogos que aí se assentavam havia séculos”


O evolucionismo sempre falhou, e sempre falhará em suas deduções acerca da origem do homem e do universo.
Sendo sabedores disso, os evolucionistas trataram de desenvolver, ao longo dos anos, inúmeros exemplares que “supostamente” comprovariam a imaginação darwiniana, tratando de produzir fraudes constantemente.
Produziram o Ramaptecus, que era um fóssil composto apenas por um fragmento de mandíbula e vários dentes. Desenhistas criativos foram contratados e a partir dessa “peça” constituíram todo o restante do corpo desse suposto ser, fazendo-o semelhante a um homem das cavernas. Tudo a partir de um pedaço de mandíbula e alguns dentes. Todavia, o Dr. Pielbeen encontrou cerca de quarenta desses fósseis, bem completos e afirmou que são semelhantes a orangotangos e não a seres humanos. Em 1961, foi abandonada a idéia de que o Ramapithecus seria a primeiro homem. No ano de 1982, a comunidade científica passou a considerá-lo simplesmente como uma espécie de orangotango já extinto, de acordo com: Roger Lewin, Bones of Contention.
Produziram o Pitecanthropus erectus, conhecido como Homem de Java, ou mais popularmente como Homo erectus. Tal exemplar foi “encontrado” pelo Dr. Marie Eugene François Thomas Dubois, que apresentou uma parte de um crânio semelhante ao de um macaco e um fêmur semelhante ao humano. Mais uma vez, reconstituíram todo o restante do “hominídeo”. 30 anos depois, descobriu-se que o fêmur humano foi encontrado a aproximadamente 15 metros de distância do crânio do “macaco” e que junto ao fêmur estavam mais dois crânios humanos. Antes de morrer, Dubois confessou haver realmente os dois crânios humanos junto ao fêmur e declarou ter mudado de opinião, concluindo que o Homem Java (Homo erectus) era provavelmente um macaco gibão e não um ancestral do homem.
Produziram o Australoptecus auforenses (Lucy), no ano de 1974, que supostamente andaria “de pé”, e por isso seria um exemplar “intermediário” entre homens e “macacos”. Porém, mais tarde descobriu-se que os ossos essenciais, no esqueleto de Lucy, para classifica-la como “elo de transição” foram encontrados a mais de 1,5 Km de distância do restante do esqueleto e a mais de 60 metros de profundidade. Hoje, os cientistas sérios acreditam que Lucy era uma espécie de chimpanzé.
Produziram o Homem de Piltdown, que passou a ser considerado como o exemplo clássico de fraude no evolucionismo. Tal exemplar teria sido formada a partir de uma mandíbula de macaco, que foi “serrada”, inclusive os dentes, para que se encaixasse num crânio humano.
Produziram o Homem de Neandertal, muito conhecido como Homo sapiens. Alguns especialistas da Universidade John Hoppikins, na Europa, procederam a testes em “exemplares de Homo sapiens” e concluíram que os mesmos sofriam de raquitismo, ou alguma doença causada pela carência de vitamina C, como artrite por exemplo. O Homo sapiens nada mais era que alguém que sofria de artrite.
Produziram o Hesperopithecus, conhecido como Homem de Nebraska. Tal exemplar foi apresentado como elo de transição, e seu esqueleto, por completo, foi formado a partir do achado de um único dente. Um único dente! Os evolucionistas afirmaram que o dente pertencia a um homem pré-histórico que teria vivido a um milhão (1.000.000) de anos atrás. Artigos foram escritos sobre o Sr. E Sra. Herperopithecus. Desenhistas foram chamados para reproduzir todo o ser, bem como o seu habitat. Mais tarde, através de pesquisas que foram realizadas, terminou-se por descobrir que o dente pertencera a uma espécie de porco extinto.
Faltam adjetivos para descrever o quão ridículo, inconsistente, brutal, grotesco, insignificante, escarnecedor, irresponsável e irrisório chega a ser o Evolucionismo.


Parecia que os evolucionistas haviam se cansado de procuram “elos de transição” da árvore genealógica humana, até que uma nova onda de “elos” começou a surgir por volta de 1999. Por não conseguirem exemplares “humanos” começaram, agora, a buscar por exemplres de “dinos”.
Vários espécimes foram apresentados como “elos de transição” entre dinos e aves. Apresentaram o Archaeopteryx, Sinosauropteryx, Archaeoraptor liaoningensis, Caudipteryx, Velociraptor mongoliensis, Microraptor gui, Bambiraptor feinbergorum e o Compsognathus.
Em novembro de 1999 a National Geographic publicou uma matéria em que afirmava que foi encontrado o elo de ligação, ou transição, entre os dinos e os pássaros. O escritor da matéria Christopher P. Sloan disse:


“Agora nós podemos dizer que pássaros são tão terópodes como confiantemente nós dizemos que os humanos são mamíferos” (National Geographic, Vol. 196, No. 5, November 1999, "Feathers for T. Rex?)


Um dos exemplares apresentados era o Archaeoraptor liaoningensis.
Revitas foram publicadas, jornais noticiaram a descoberta, a comunidade científica ficou alarmada, porém, MAIS UMA VEZ, esse fóssil era uma fraude!
A revista evolucionista National Geographic apresentou uma matéria sobre o referido “elo” defendendo sua autenticidade, apesar do Dr. L. Olson Storrs (Curador de Pássaros do Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsoniano) afirmar que o citado fóssil era uma fraude. Veja o documento original em: "Open Letter: Smithsonian decries National Geographic's "editorial propagandizing" of dinosaur-to-bird evolution;" http://www.trueorigin.org/ birdevoletter.asp
O Archaeoraptor liaoningensis era formado por cinco partes distintas de seres distintos.
Em matéria para o jornal a Folha de S.Paulo, em 05/04/2001, Cláudio Ângelo diz:


“Uma das maiores fraudes da história da ciência chegou ao seu capítulo final. A revista britânica "Nature" publicou a análise de tomografia computadorizada do Archaeoraptor, o fóssil forjado que enganou paleontólogos do mundo todo e expôs ao ridículo outra revista importante, a americana "National Geographic".”


Todos os outros exemplares apresentados, mais recentemente, foram desmascarados como fraudes.
O Caudipteryx zoui e o Protarchaeopteryx robusta, de acordo com o Dr. Feduccia, não pode ser catalogado como um transicional. O Dr. Alan Feduccia teve uma matéria publicada no Jornal do San Diego Museum of Natural History, no dia 29 de Novembro de 2004 na qual contesta a afirmação evolucionista de que o Caudipteryx é um transicional. Veja: http://www.ideacenter.org/contentmgr/showdetails.php/id/1275.
Vale salientar que Alan Feduccia é evolucionista, e não criacionista.
O Dr. Feduccia comentou:


“O Archaeoraptor é apenas o topo do iceberg. Há sinais de falsos fósseis lá fora, e eles lançaram uma escura sombra em cima do campo inteiro. Quando você olhar esses fósseis que são apresentados, será difícil dizer quais são falsos e quais não são. Eu tenho ouvido dizer que há uma fábrica de fraudar fósseis no nordeste da China, na Província de Liaoning, próxima aos depósitos onde muitos desses alegados dinossauros emplumados têm sido recentemente achados”.
(‘Plucking Apart the Dino-Birds,' Discover Magazine, Feb 2003)


Esses “Elos de Transição” não apenas são fraudes, mas existe uma fábrica de falsos elos.


Mais recentemente, uma exposição na França mostra como serão os animais do futuro.
Parece piada de mal gosto.
Em uma matéria para a BBC, intitulada “Exposição na França mostra os 'animais do futuro'”, Daniela Fernandes disse que:


Uma exposição na França, batizada de Animais do Futuro, tenta mostrar como será a fauna do planeta daqui a milhões de anos, com base em trabalhos científicos e projeções que levam em conta questões como as mudanças climáticas e os movimentos das placas terrestres...os visitantes podem descobrir as futuras paisagens da Terra e a evolução dos animais em 5 milhões, 100 milhões e até 200 milhões de anos...O meio-ambiente e os animais representados nessa exposição são fruto de uma teoria desenvolvida por cientistas britânicos a partir da evolução dos movimentos geológicos da Terra, do clima e da capacidade de resistência da fauna, que mudaria para se adaptar ao novo ambiente...os macacos uacari, ao darem origem aos "baboukari", desceriam das árvores da Amazônia, que não existiriam mais, para viver no solo...Um outro animal do futuro seria o "tortunossauro", que evoluiria a partir da tartaruga gigante. Esse réptil, em 100 milhões de anos, seria o maior animal terrestre, com sete metros de altura...Maior do que um dinossauro, seu peso, de 120 toneladas, seria 40 vezes maior do que o de um elefante. Sem temer nenhum predador, perderia a maior parte de sua carapaça.

Poderia até ser engraçado, se não soubéssemos que os evolucionistas estão levando a sério esse projeto, e gastando milhões de dólares em sua realização. "Baboukari"? "Tortunossauro"?
Agora, o que nos resta perguntar é: Por que os evolucionistas têm tanto medo de confessar que têm muito mais fé que qualquer crente, se eles são capazes de continuar acreditando em uma mentira desmascarada tantas vezes?
Entendemos que até a presente data os evolucionistas, assim como o evolucionismo, foram incapazes que apresentar uma só prova científica que possa dar o mínimo de sustentabilidade a tal pensamento. De fato, o evolucionismo está arraigado em uma fé cega, anda de braços dados com a mentira e o engano e usa a máscara da falsidade de uma religião disfarçada de ciência para ludibriar uma legião de incautos que pensam ser estudiosos, eruditos e intelectuais. E mais ainda, eu e você temos que pagar impostos para sustentar tais pessoas e tais “pesquisas”. Pesquisas? Seria melhor chamar de piadas! Piadas extremamente caras.
Que Deus nos dê força.

Autor: Robson T. Fernandes

Perguntas acerca de Criacionismo e Evolucionismo

No decorrer de algum tempo pesquisando sobre Criacionismo e Evolucionismo, bem como ministrando palestras acerca do assunto, algumas perguntas têm sido feitas, e que – sinceramente – o evolucionismo não consegue responder com honestidade.
São perguntas simples, mas que põe uma séria dúvida quanto a suposta decência do evolucionismo.
Os ateus, por exemplo, que tentam explicar tudo de maneira “científica” sempre se fazendo utilizar de falácias, afirmam que a origem de todas as coisas está no Big-Bang. Todavia, tal defesa não apresenta respostas convincentes e finais, pois poderíamos perguntar:

De onde veio o espaço para o Universo?
É necessário que exista espaço para ocorrer qualquer reação ou ação, e de onde veio o espaço necessário para que tal suposto e hipotético evento ocorresse?


De onde veio a matéria?
Ainda, para ocorrer o tal suposto e hipotético evento seria necessário que existisse matéria. A matéria que foi utilizada nessa grande explosão. Pois bem, de onde veio essa matéria?


De onde veio a energia para organizar tudo?
Além do espaço e da matéria se faz necessário que exista energia. A energia que será utilizada em qualquer reação. De onde veio essa energia?
De acordo com o Dr. Issac Asimov, em seu livroThe Genetic Code, seria necessária a energia e a matéria de 10 sextilhões de universos por segundo, durante 10 trilhões de trilhões de anos para se produzir simplesmente as combinações de hemoglobina, por acaso. Que dirá, agora, para se produzir aleatoriamente, através de uma explosão espontânea todo o universo?


De onde veio a informação?
Além do espaço, matéria e energias necessárias, é de fundamental importância a existência de informação.
A informação é algo imaterial, pois informação não pesa, não se apalpa e nem se vê a olho nu. A informação, por exemplo, é a capacidade de organizar de maneira lógica as letras de um livro de tal maneira que este possua uma forma definida, com uma mensagem compreensível e organizada.
Se um livro não consegue se formar sozinho, aleatoriamente e por acaso, que dirá, agora, todo o universo conhecido e o desconhecido?
A “simples” informação contida em apenas duas moléculas do DNA humano, se transcrita em livros do tamanho da cabeça de um alfineta formaria uma pilha 500 maior que a distância da Terra à Lua.
A informação é essencial, pois sem ela não há organização no processo. De onde veio a informação necessária para a formação e manutenção do universo e de tudo o que nele há?


De onde vieram as leis do Universo?
O universo funciona com base em leis, sejam físicas biológicas, matemáticas etc.
Por exemplo, só na Física temos algumas leis como: Princípio de Arquimedes, Lei de Avogadro, Equação de Bernoulli, Lei de Boyle-Mariotte, Lei de conservação da energia, Lei dos corpos, Lei de Coulomb, Lei de Faraday da eletrólise, Lei de Faraday-Neumann-Lenz, Lei de Gay-Lussac, Lei de Hooke, Lei de Joule, Leis de Kepler, Leis de Newton, Lei de gravitação universal, Resistor ôhmico, Lei de Ohm, Lei de Stefan-Boltzmann etc.
De onde vieram essas leis que regem o universo?


Como pode a matéria estar tão perfeitamente organizada?
A matéria encontra-se organizada de forma matematicamente perfeita, e a sua formação espontânea, natural, casual, fortuita, acidental e aleatória constitui-se como uma verdadeira negação das leis existentes como Lei da Probabilidade (MATEMÁTICA), 2ª Lei da Termodinâmica (FÍSICA), Lei da Biogênese (BIOLOGIA) e Leis da Informação (INFORMÁTICA).


Quando, onde, por que e como a vida veio de matéria morta?
No ano de 1862, Louis Pasteur publicou a prova que foi um golpe mortal contra a abiogênese, provando que os micróbios vivem realmente no ar, cuja idéia Pouchet havia ridicularizado, e que enquanto estes organismos do ar fossem mantidos fora dos caldos, não surgiam fungos (mofo). Demonstrando que vida só pode surgir de vida.
Portanto, se antes da grande explosão (Big-Bang) não existia vida, de onde ela veio? Será que dos homenzinhos verde de Marte?


Afirmar que a vida e o sistema que hoje existe são frutos de uma grande explosão é o mesmo que estar pronto para jogar fora toda a ciência conhecida e descoberta, como bem disse Paul Davies, físico e evolucionista, em seu livro The Edge of Infinity, ao falar sobre o Big Bang:
.
“[O Big bang] representa a suspensão instantânea das leis físicas, o súbito e abrupto clarão do estado sem sei permitiu que algo surgisse a partir do nada. Isso representa um verdadeiro milagre…”


O ateu se torna capaz de acreditar até em milagres espontâneos e aleatórios. Uma causa sem um causador.


“Ao pesquisar todas as evidências persiste o pensamento de que algum agente sobrenatural deve estar envolvido...seria possível que subitamente sem a menor intenção tenhamos descoberto uma prova científica da existência de um ser supremo?”
George Greenstein, The Simbiotic Universe, p. 27


Deus existe!


“Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus” (Salmo Sl 10:4)



robson2.jpgRobson Tavares Fernandes é casado com Maria José Fernandes e residem na cidade de Campina Grande, onde são membros da Igreja Cristã de Nova Vida. É bacharel em Teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional). Tem se dedicado desde 1998 ao ensino e pesquisa bíblica na área de Apologética, sendo autor de vários artigos já publicados. Atuação como professor: Curso de Teologia da Igreja Batista da Palmeira, CBA (Curso Básico de Apologética) e ITESMI (Instituto Teológico Superior de Missões). Atuação como pesquisador: VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã). Atuação como palestrante: Encontro para a Consciência Cristã, Simpósio Criacionista da Paraíba, Seminário Criacionista da Alagoas. Tem ministrado, ainda, palestras em igrejas, escolas e universidades.

Sorria: Você está sendo enganado pelas ´certezas das datações fósseis´

UM PANORAMA SOBRE O EVOLUCIONISMO E OS ´MEIOS DE DATAÇÃO´
Por Robson T. Fernandes
Adaptado por Artur Eduardo








Composição artística de um ´ancestral´ humano, o ´australopitecus´.

Diversos métodos de datação são empregados na pesquisa científica. Tal variedade deve-se ao fato de que alguns desses testes não podem ser aplicados em determinadas situações, devido ao tipo de material utilizado. Ou seja, testes como o Carbono 14 (14C), por exemplo, não pode ser executado em seres inanimados. Os principais métodos de datação utilizados são:
O Relógio de Urânio-Chumbo; O Relógio de Potássio-Argônio; O Relógio de Rubídio-Estrôncio; O Relógio Radiocarbônico; Carbono 14 (14C); Dendrocronologia (datação pelos anéis de crescimento das árvores); Racemização dos Aminoácidos.

A datação por Carbono 14 (14C), a mais conhecida, foi inventada pelo Dr. Willard Frank Libby (1908 - 1980), químico americano nascido em Grand Valley. A razão de existirem tantos métodos é devido ao fato de, por muitos anos, tentarem desenvolver um método que finalmente estivesse de acordo com o pensamento de tais pesquisadores.

Na época em que surgiu A Origem das Espécies (de Darwin), a idade da terra estava ‘cientificamente’ determinada em 100 milhões de anos. Em 1932, ‘descobriram’ que a terra tinha 1.6 bilhões de anos. Em 1947, geólogos ‘firmemente’ estabeleceram a idade da terra em 3.4 bilhões de anos. E finalmente, em 1976, eles descobriram que a terra tinha ‘realmente’ 4.6 bilhões de anos, períodos em que essas datas foram estipuladas, você seria chamado de louco ou fanático ou até ignorante se discordasse tanto das idades como dos métodos de datação utilizados. Entretanto, essas idades não pararam de crescer até que se alcançasse o que era desejado.

Essas datas indicam que, por cerca de 100 anos, a idade da terra dobrou a cada 20 anos. Se esse ritmo continuasse, a terra teria 700 mil trilhões-trilhões-trilhões de anos pelo ano 4000 d.C. Devemos saber, contudo, que essa data é alicerçada em algumas suposições. Existem dezenas de testes de datação que atribuem uma idade jovem para a Terra. Porém, a minoria, talvez 6 ou 7, atribuem uma idade avançada para o planeta e são esses que são aprovados e adotados pelos evolucionistas. Isso não é honesto.

J.E. O'Rourke, afirmou:O leigo inteligente já há muito suspeitou do raciocínio em círculos no uso de rochas para datar fósseis e de fósseis para datar rochas. O geólogo nunca se importou em pensar em uma boa resposta, considerando que as explicações não compensam o esforço uma vez que o trabalho traga resultados”. American Journal of Science, 1976, 276:51.

Ao datarem-se alguns fósseis, procede-se da seguinte forma:
A idade da rocha é baseada na idade, que se supõe, que o animal fossilizado nela possui;

- A idade do animal fossilizado na rocha é baseado na idade, que se supõe, que a rocha possui. Isso chega a ser cômico, para não dizer ridículo. Um raciocínio em círculos. Os métodos de datação quando são comparados revelam uma absurda discrepância. Podemos observar isso através de alguns exemplos:

1. Amostras da Lua, do Projeto Apollo, foram datadas tanto com o método do Urânio-Tório-Chumbo como Potássio-Argônio. Os resultados apresentaram resultados que variaram de 2 milhões a 28 bilhões de anos de um método para outro. Isso é bastante tempo e não há como saber qual o método merecedor de crédito!

2. Algumas amostras de lava provenientes de vulcões da margem norte do Grand Canyon (EUA), foram datadas pelo método do Potássio-Argônio e mostram idades UM BILHÃO de anos ‘mais velhas’ do que as rochas mais antigas da base do Grand Canyon. Isso é ridículo. Nunca, jamais, em tempo algum, uma rocha que está na superfície será mais antiga do que a que está na base!

3. Lava proveniente de vulcões subaquáticos perto da Havaí, que entraram em erupção no ano de 1801 dC, foram ‘datadas’ pelo método do Potássio-Argônio, sendo que os resultados variaram de 160 milhões, a aproximadamente 3 bilhões de anos. Nesses casos, os laboratórios afirmam que já conhecem a idade certa e, portanto, descartam a outra ou as outras que não estão de acordo com o que querem. Isso nunca foi ciência, o vulcão entrou em erupção em 1801!

4. O Vulcão Kilauea – Havaí – que a cerca de 200 anos atrás entrou em erupção, teve o seu fluxo de lava submetido a datação através do método, também, potássio-argônio, sendo que o mesmo fluxo de lava, só por causa da variação de profundidade, teve uma enorme divergência no resultado da datação.

• A uma profundidade de 4600 m, a idade estipulada foi de ~21 milhões de anos;
• A uma profundidade de 3420 m, a idade estipulada foi de ~12 milhões de anos;• A uma profundidade de 1400 m, a idade estipulada foi de 0 (zero) anos, ou seja, algo que aconteceu a 200 anos atrás estava sendo datado como se não possuísse nem um ano sequer de idade. A mesma “peça”, mesma rocha. só por aumentar a profundidade possuiria 21 milhões de anos.

Foto de um ´bebê australopitecus´. E, como se sabe? Pela ´idade´, baseada nos meios que você está lendo! (Bem, parece-me o de um macaco...).

Os testes radiativos, inclusive o mais conhecido – 14C – possuem em comum o mesmo problema, a tabela usada na datação. Os métodos de coleta de material são corretos, os testes laboratoriais, em alguns casos, são corretos e os cálculos para obtenção da quantidade de isótopos são corretos.

O problema encontra-se na tabela usada na datação. Todos os testes laboratoriais são feitos de forma correta, contudo ao se descobrir – mediante testes – a quantidade de isótopos existentes em determinado elemento, recorre-se a uma tabela que não segue nenhum critério metodológico ou científico, antes, essa tabela foi elaborada com base em suposições. O autor de tal tabela, usada em testes de datação radioativos, a elaborou da seguinte forma:

- Se a amostra tiver 10% de isótopo, então acho que deve ter, por exemplo, 3 bilhões de anos;
- Se a amostra tiver 15% de isótopo, então imagino que deve ter, por exemplo, 2,5 bilhões de anos;
- Se a amostra tiver 20% de isótopo, então deduzo que deve ter, por exemplo, 2 bilhões de anos;
- Se a amostra tiver 80% de isótopo, então suponho que deve ter, por exemplo, 3 milhões de anos ...
E assim sucessivamente.

Agora perguntamos:
- Em qual planeta isso pode ser chamado de ciência?
- Quem faz isso pode ser considerado como um cientista sério?

Veja bem, não estamos reprovando a ciência, de forma alguma. Estamos reprovando, sim, cientistas mal intencionados. Aqueles que usam a ciência de forma inconseqüente, má intencionada e a manipulam em favor de interesses próprios e pessoais.
A teoria da evolução transgride duas leis fundamentais da natureza: a primeira e a segunda Lei da Termodinâmica. A Primeira Lei declara que não importa que mudanças se efetuem, nucleares, químicas ou físicas, a soma total da energia e da matéria (realmente equivalentes) permanece constante. Nada atualmente está sendo criado ou destruído, embora transformações de qualquer espécie possam acontecer. A Segunda Lei declara que cada alteração que acontece tende natural e espontaneamente a sair de um estado ordenado para um estado desordenado, do complexo para o simples, de um estado de energia alto para um estado de energia baixo." - Duane T Gish, Ph. D.
Fonte: Vinacc

FAMOSO APOLOGETA CRISTÃO, EM ENTREVISTA, FALA DE ATEÍSMO, DIZ QUE EVOLUCIONISMO E FÉ NÃO SÃO INCOMPATÍVIES


ALISTER McGRATH COMENTA SOBRE O SEU LIVRO "O DELÍRIO DE DAWKINS"


Alister McGrath (foto) e Richard Dawkins, (este último) autor do livro "Deus, um delírio", têm trajetórias bastante parecidas. Ambos são cientistas de Oxford, estudiosos das ciências naturais e mostram-se abertos a novas formas de pensar, desde que as evidências o levem a isso. A diferença é que o raciocínio lógico levou Dawkins a pregar o ateísmo e McGrath a acolher a fé. Leia, nesta entrevista, como ele considera que a existência de Deus pode ajudar o conhecimento científico.

ÉPOCA - Quando você passou a acreditar em Deus?
Alister McGrath
- Na juventude estive apaixonadamente persuadido pela veracidade e relevância do ateísmo. Quando fui para Oxford estudar química, comecei a refletir sobre se aquilo faria sentido. Mais tarde conheci Joanna (sua atual esposa) e percebi que a força dos argumentos que levam a Deus é mais satisfatória do que a que leva ao ateísmo.

ÉPOCA - Vocês e Richard Dawkins são amigos?
McGrath
- Não, somos apenas professores da mesma universidade. Nós estamos presentes em alguns congressos e nos encontramos. Somos cordiais. Mas não posso dizer que somos amigos. Nós nos conhecemos mais pelas publicações que um e outro produziu. E nossas divergências também aparecem no que escrevemos.

ÉPOCA - Você diz que Dawkins se tornou um fanático. Qual a sua suspeita?
McGrath
- A agressividade de Dawkins é reflexo de sua frustração. Ele passou a ser mais agressivo porque sabe que a religião está cada vez mais presente na vida das pessoas. Ele convoca seus leitores para militar contra a religião e rompe com sua própria argumentação. Seu único argumento é de que a religião não descobriu nenhum indício sobre a existência de qualquer realidade que não seja a natural. É por frustração que ele afirma que toda a religião é perniciosa e deve ser banida da sociedade.

ÉPOCA - Quais seus argumentos para acreditar que Deus existe?
McGrath
- Neste meu livro, eu realmente não dou argumentos para acreditar em Deus, mas rebato os de Dawkins. A forma como você acredita em Deus dá sentido ao mundo. Acreditar em Deus traz esperança e motivação para se manter vivo e se relacionar com as pessoas.

ÉPOCA - Você acredita na evolução?
McGrath
- Eu discordo de Dawkins em sua insistência de que a evolução biológica exclui Deus do processo. Não entendo como ele chegou a essa conclusão. Na minha opinião, as duas coisas são compatíveis.

ÉPOCA - As pessoas religiosas têm a moral mais desenvolvida que os ateus?
McGrath
- Não quero dizer que ateus são pessoas ruins. O que quero dizer é que acreditar em Deus dá habilidade e ferramentas para tratar melhor deste assunto.

ÉPOCA - Dawkins diz que é importante submeter a fé a um exame crítico. Você acredita nisso?
McGrath
- Sim, acho que isso é uma importante coisa a se fazer. Acredito que todo mundo deveria submeter suas crenças a um exame crítico. Sempre. A razão pela qual sou cristão é porque submeti minhas crenças e descobri que elas não ficavam em pé. Para mim, acreditar em Deus tem razões muito mais robustas.

ÉPOCA - Quando a ciência não pode explicar Deus?
McGrath
- Penso que a ciência é extremamente efetiva para explicar o mundo natural. Mas quando tenta explicar questões como valores ou significados, não acredito que ela consiga com êxito. Dawkins diz que a ciência pode explicar todas as coisas. Eu digo que acreditar em Deus ilumina partes da vida que a ciência não pode explicar. As duas podem trabalhar muito bem juntas.

ÉPOCA - Você votaria em um candidato ateu?
McGrath
- Eu não escolheria meu candidato considerando a religiosidade dele. Dawkins exagerou no preconceito. Eu não cultivo o preconceito que ele próprio tem. Há um grande preconceito dentro da universidade, especialmente contra cristãos.

Fonte: G1

domingo, 29 de novembro de 2009

PORQUE NÃO SOU ATEU


1. Porque não creio na "Teoria da Evolução", não creio que o mundo originou-se do nada, ou de uma explosão no espaço, muito menos que o homem veio do macaco... Creio sim, que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, criou os céus, as estrelas, a terra e tudo que há nela, como exposto no livro de Gênesis. o próprio Charles Darwin, autor do livro "a origem das espécies", que conspira contra a Bíblia, abandonou sua teoria pouco antes de morrer. os ateus e materialistas convictos, na verdade seguem uma religião, a que dão o nome de Ciência, no entanto a ciência é incapaz de responder às questões básicas do ser humano: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? respostas encontradas na Bíblia Sagrada.
2. Porque creio no castigo eterno para os incrédulos. Jesus disse: "Quem não é por mim, é contra mim, quem não ajunta, espalha" (Mt 12.30). o caminho dos ímpios perecerá, o destino do ateu é o lugar descrito na Bíblia como inferno, onde haverá choro e ranger de dentes (Lc 13.27-28). O maior truque de Satanás é levar o homem a acreditar que ele não existe. disse Jesus: "Quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte" (Ap 21:8).
3. Porque a Bíblia ensina a não nos apoiar em nosso próprio entendimento, mas antes, confiar no Senhor de todo o nosso coração (Pv 3.5). não podemos admitir, como cristãos, nada que engrandeça o homem. O nosso "eu" não pode estar no comando de nossas vidas. Nosso ego não deve estar no trono: "Todo aquele que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado" (Lc 14.11). Jesus disse: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e todo o teu pensamento" (Mt 22.37). "Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz e não segue após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de mim, acha-la-á. Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou", "portanto, qualquer que me confesse diante dos homens, eu o confessarei diante de meu pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu pai, que está nos céus" (Mt 10.32,33 e 37-40). Devemos evitar todo ensinamento de "auto-ajuda" que apresente o ser humano como auto-suficiente capaz de conseguir o que quiser por méritos próprios, e alcançar sucesso sem a presença de Deus. Cuidado com livros como os do Dr. Lair Ribeiro, ou os de Lauro Trevisan, que defendem que: "o ser-humano possui uma chave poderosa capaz de produzir qualquer coisa que queira. Basta pensar positivamente, visualizar, desenvolver o potencial ou fazer uma reprogramação mental.". assim diz o Senhor: " maldito o homem que confia no homem, que faz da carne o seu braço, e cujo coração se aparta do Senhor! " (Jr 17.5).
4. Porque embora um homem sem Deus consiga juntar tesouros para si neste mundo, não os levará consigo depois da morte (1Tm 6.7). Trata-se, portanto de uma alegria passageira. A Bíblia garante: "que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mc 8.36). "Os que querem ser ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males, e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmo com muitas dores" (1Tm 6.10). "Ninguém pode servir a dois Senhores, ou há de odiar a um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas" (Mt 6.24).
5. Porque não preciso de provas da existência de Deus. Como cristão posso sentir a sua maravilhosa presença em minha vida e tenho fé no que dizem as sagradas escrituras. "Bem aventurados os que não viram e creram" (Jo 20.29). Além do que, podemos observar no mundo, fenômenos que a ciência não explica. Fenômenos como a manifestação de espíritos imundos no espiritismo, ou, a própria glossolalia, ou línguas estranhas, que se pode ouvir quando um crente fala em mistério com Deus e, que serve também para que os descrentes passem a acreditar que existe o mundo espiritual descrito na Bíblia. "De sorte que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos" (1Co 14.22). Não acredito que se trata de fenômenos psicológicos ou parapsicológicos.
6. Porque um homem sem Deus, está desprotegido, e lançado a toda sorte de enfermidades, desgraças e demais males provocados pelos demônios. Alguém sem Deus pode também criar "uma mente mais aberta", para aceitar filosofias humanas, doutrinas estranhas, e para tolerar pecados por os considerarem normais. Exemplos: o adultério, a liberdade sexual, o homossexualismo, a violência e o desprezo pelo próximo, o homicídio. Pobre alma. A Bíblia diz: "não se enganem, não herdarão o reino de Deus os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os difamadores, os marginais" (1Co 6.9-10).
7. Porque os ateus vivem na ignorância ao não reconhecer a mensagem e o conteúdo da Bíblia Sagrada. A própria Bíblia diz que o evangelho embora pareça loucura para o homem, é a garantia de salvação para os que crêem. "O justo viverá pela fé" (Gl 3.11) "De sorte que os que são da fé são benditos" (Gl 3.9). As conversas entre eles passam a ser fúteis, os programas passam a ser errados e associam-se com pessoas que não edificam. Em 1Co 15.33 lemos: "Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes", e ainda: "Estes são fontes sem água, névoas impelidas pela tempestade, para os quais está reservada a escuridão das trevas eternamente" (2Pe 2:17).
8. Porque "liberdade" não é o que as pessoas em geral pensam. "Liberdade" para fazer o que quer, para fumar, para beber, para cheirar, para transar, curtir e "aproveitar a vida" e o que este mundo oferece em termos de prazer. Isso é prisão. É estar algemado ao pecado, e "o salário do pecado é a morte" (Rm 6.23). A verdadeira liberdade encontramos em Cristo. É estarmos livres de nossos vícios, de nossos males, livres do poder do diabo e do fogo do inferno! Isso é liberdade. Só o perdão de nossos pecados e uma comunhão com Deus nos torna livres!
9. Porque o ateu sente dentro de si um vazio imenso, é uma pessoa solitária e infeliz, pois pensa que a morte é o fim de tudo. Não tem a esperança de uma vida futura, não acredita num paraíso, onde não haverá mais mortes, nem pranto, nem dor. Tal visão materialista não proporciona felicidade. O homem cético pode até enfrentar a vida com um sorriso ou com uma atitude heróica, mas no fundo, ao se deparar com as doenças e com a velhice, reconhece a sua fragilidade, a sua fraqueza e brevidade de vida.