domingo, 6 de dezembro de 2009

O Espiritismo é de Deus?

Hippolyte Léon Denizard Rivail, nasceu em Lyon, a 3 de outubro de 1804 e morreu em Paris a 31 de março de 1869. Seus primeiros estudos foram feitos na sua terra natal.

Em 1814 transferiu-se para a Suíça onde estudou sob a direção de Pestalozzi, de quem recebeu grande influência, chegando mesmo a substituí-lo. Mais tarde, de volta a Paris, publicou um plano de aperfeiçoamento para o ensino público, fundando o Instituto Rivail. Publicou, também, uma gramática francesa, dentro do seu plano de ensino, mas não foi muito feliz com seu instituto, necessitando fechá-lo, em 1834, por dificuldades financeiras.

Fechado o instituto, passou a traduzir livros e a lecionar cursos gratuitos de química, física astronomia e anatomia. Nessa ocasião, escreveu também várias obras didáticas tornando-se membro da Real Academia de Ciências Naturais da França. A partir de 1852, começou a manifestar interesse por problemas mentais, investigando fenômenos já observados por médicos e estudiosos de outros países. Nas suas investigações, acabou entrando em contato com alguns praticantes do espiritismo como, por exemplo, o médium Fortier que fazia trabalhos com mesas gigantes, e outros que praticavam uma espécie de psicografia sobre uma lousa. Conta-se que, certa vez, ficou muito impressionado com as respostas que eram dadas por "espíritos", através de objetos, sem qualquer interferência humana.

Nos seus contatos, acabou ingressando no mundo do espiritismo e sendo contaminado por ele. Crédulo e ingênuo, nesse campo, logo lhe apresentaram um "espírito familiar' que seria o seu "guia" (Método que o espiritismo usa ainda em nossos dias para iniciar os seus seguidores). Tal espírito fez-lhe saber que o conhecera em existência anterior, na época dos druidas, nas Gálias, com o nome de Allan Kardec, que teria sido um poeta celta.

Em 1856, Kardec reuniu todas as informações que tinha sobre o espiritismo e codificou uma série de leis, publicando no ano seguinte uma obra com o nome Le Livre des Esprits. Este livro alcançou tremenda repercussão, e a ele se seguiram outros treze livros, dos quais, o Livro dos Médiuns é considerada sua obra mais importante sobre a prática do Espiritismo. Escreveu também o Evangelho Segundo o Espiritismo, onde se baseia em alguns ensinamentos de Jesus Cristo para expor suas idéias. Naturalmente, como não podia deixar de ser, Kardec interpreta sermões e parábolas de Jesus, torcendo o significado e apelando de todas as formas para fazê-los concordar com suas teses, e com as crenças espíritas e animistas que sempre existiram desde as mais remotas épocas.

Kardec e as irmãs Fox

O espiritismo codificado por Allan Kardec, tem como base o desenvolvimento de práticas espíritas antigas. Dentre os nomes mais evidentes do espiritismo antigo, encontramos Franz Anton Mesmer, que assombrou a Europa lá pelos idos de 1774 com seus prodígios na prática do espiritismo e hipnotismo, e Swedemborg, contemporâneo de Mesmer que dizia ter recebido de Deus poder para explicar as Escrituras e comunicar-se com o outro mundo.

Além da influência de Mesmer e Swedemborg, o que realmente despertou a atenção de Kardec, foi a experiência das irmãs Magie e Katie Fox, que levantaram uma onda de uma série de pesquisas e experiências resultando no espiritismo moderno. Alan Kardec entrou nessa "onda". Fez experiências semelhantes com diversos médiuns e acreditou se comunicar com várias entidades espirituais que, inclusive, "orientaram" o livro dos Espíritos.

Magie ou Margareth Fox e sua irmã Katie promoveram o início do espiritismo moderno em Hydesville, Nova Iorque, em 1848. Segundo elas, ouviram pancadas compassadas na casa onde moravam e responderam com pancadas e com estalidos de dedos ouvindo as respostas. Criaram, então, uma espécie de código de comunicação com o "espírito" que teria pertencido a Charles Rosna, antigo morador daquela casa, assassinado com a idade de trinta e um anos.

Curiosos de toda a parte foram atraídos, e as irmãs Fox davam verdadeiros "shows" de comunicação com tal espírito, fazendo perguntas e respondendo também às suas "pancadas". Dentre as muitos curiosos, apareceram estudiosos e pesquisadores do assunto, que divulgaram tal acontecimento de maneira que abalou o mundo na época. Um esqueleto humano, encontrado na adega, em local escondido, deu ao fato maior divulgação e credibilidade tão grande, que atraiu pessoas de todas as classes e camadas sociais. As irmãs Fox ficaram famosas e passaram a promover espetáculos de efeitos físicos os quais, segundo elas, eram promovidos pelos espíritos.

Leão Dinis, no livro No Invisível, escreve o seguinte: "A história do moderno Espiritualismo começou por um caso de natureza mal-assombrada. As manifestações na casa de Hydesville, assim visitada em 1848, e as tribulações da família Fox, que nela residia, são bem conhecidas".

Dr. Boaventura Kloppenburg, no livro O Espiritismo no Brasil, falando sobre as irmãs Fox, escreve: "Dizem-nos as próprios espíritas que o Espiritismo começou com as irmãs Fox. Com efeito, no Congresso Internacional do Espiritismo, de 1925, em Paris, foi aprovada a proposta de exigir um monumento comemorativo em Hydesville, que recebeu a seguinte inscrição: "Erigido a 4 de dezembro de 1927, pelos espíritas de todo o mundo, em comemoração da Revelação do Espiritismo Moderno em Hydesville (N.Y.), a 31 de março de 1848, em homenagem Mediunidade, base de todas as demonstrações sobre as quais se apoia o espiritismo".

A morte não existe. Não há mortos. "E em homenagem particular as irmãs Fox, gravaram neste lugar, estava, em Hydesville, a casa de habitação das irmãs Fox, cuja comunicação mediúnica com o mundo espírita foi estabelecida a 31 de março de 1848. A morte não existe. Não há mortos. Esta lápide foi aqui colocada por Mme. Cadwallader".

Tanto Katie coma Magie se retrataram diante da sociedade, acerca da farsa que engendraram. Magie for a primeira. Sempre tivera uma vida desgraçada. Enquanto ganhava dinheiro e ficava famosa as custas das representações, cada vez mais se lançava no vício da bebida. Chegou a ser processada pelos maltratos aos filhos, e sua vida particular era um verdadeiro inferno. Depois de muito sofrimento, caindo em si, resolveu confessar sua fraude. O jornal New York Herald de 24 de setembro de 1888 publicou na íntegra a sua retratação, enquanto que o mesmo jornal, pouco depois, em 10 de outubro do mesmo ano, publicou a da sua irmã .

Magie, em 21 de outubro de 1888, quase um mês após a sua retratação pública, fez uma exibição na Academia de Música de Nova Iorque, onde se desmascarou a si mesma. Eis a citação do jornal The World, de 22 de outubro de 1888, na reportagem sobre a histórica sessão:

"Ontem à noite, a Academia de Música estava repleta de uma multidão de pessoas que, havendo lido as confissões de Margareth Fox-Kane publicadas no World da véspera, estavam ansiosas por vê-la expor o caráter fraudulento das chamadas manifestações espiritas. Como sucedera na ocasião em que aquele invencível feiticeiro da predestinação, Prof. Herrmann procurou provar, na mesma Academia, que ele nada pedia de excessivo aos espíritos desencarnados, para que executassem coisas aparentemente ocultas e sobrenaturais, a casa achava-se completamente cheia de homens e mulheres declaradamente espíritas. Pessoas para quem a evidência fornecida pelos sentidos parece ser de mínima importância. Havendo elas firmemente esposado a crença de que Shakespeare, Milton e Wellington, sem falar em São Paulo e os outros apóstolos, podem ser induzidos a visitar este mundo para o benefício pecuniário dos "médiuns", consideram todas as tentativas sadias de as desiludir dessa abominável idéia, como outros tantos insultos pessoais...

No dia 21 de outubro, a Sra. Margareth Fox Kane, realizou pela primeira vez seu intento de, com os próprios lábios, denunciar publicamente o espiritismo e seu séquito de truques. Apresentou-se á Academia de Música em Nova York perante numerosa e distinta assembléia e, sem reservas, demonstrou a falsidade de tudo quanto no passado fizeram sob o disfarce de mediunidade espirita. Foi dura provação. A grande tensão nervosa de que padecia tomou-lhe a mente altamente excitada, e o grande número de espíritas presentes na casa tentava criar uma perturbação, ou uma diversão desleal que teria por fim romper a força da renúncia da Sra. Fox. Falharam, porém, completamente, graças ao caráter superior que possuía a maioria dos ouvintes. o efeito moral dessa exibição não poderia ter sido maior. A Sra. Kane manteve-se de pé sobre o palco; tremendo e possuída de intensos sentimentos, fez a seguinte e extremamente solene abjuração do espiritismo, enquanto a Sra. Catharine Fox Jencken assistia de um camarote vizinho dando, por sua presença, inteiro assentimento a tudo que a irmã dizia... Foi colocado diante dela um banco de madeira ou mesinha pousada sobre quatro curtos pés e possuindo as propriedades de uma tábua de sons. Tirando o sapato, a Sra. Fox Kane, colocou sobre a mesa o pé direito. Toda a platéia prendeu a respiração, sendo recompensada por uma série de pequenas e fortes pancadas - aqueles misteriosos sons que, por mais de quarenta anos, têm assustado e atordoado milhares de pessoas neste país e na Europa. Uma comissão composta de três médicos escolhidos entre a platéia, subiu ao palco e após haver-lhe examinado o pé enquanto batia os "toques", concordou, sem hesitação, que o ruído era produzido pela ação da primeira articulação do dedo grande do pé. Somente as pessoas irremediavelmente possuídas de preconceitos e os fanáticos do espiritismo poderiam obstinar-se contra a irresistível força dessa explicação e exibição tão simples de como os toques espíritas são produzidos. A demonstração foi perfeita e completa. E, se os "toques espíritas" encontrarem doravante crédito nessa comunidade, pareceria prudente precaução da parte das autoridades, começar sem demora e aumentar a capacidade dos asilos de alienados do Estado".

Kardec Não Leu Isso

O Codificador do Espiritismo moderno, que baseou suas experiências e observações a partir da experiência das irmãs Fox, infelizmente, não viveu o suficiente para assistir á retratação daquelas irmãs. Morreu cerca de dezenove anos antes. Talvez, se estivesse vivo na época e se fosse sincero, teria feito uma revisão de tudo o que escrevera e, quem sabe, a história do espiritismo teria sido outra.

O Mas não foi assim, e a verdade é que os escritos de Kardec ganharam força. Já que da prática as espíritas nada podiam provar e estavam desmoralizados, passaram para a exploração da teoria é o que fazem até hoje.

O Espiritismo Kardecista e todas as formas de espiritualismo que conhecemos, bem como todas as correntes do baixo espiritismo, nada apresentam de prático que possa provar as suas teorias. Pele contrário, as pessoas que se envolvem com o baixo espiritismo, principalmente, mas não somente, são pessoas, na sua maioria, de vida desregrada, infelicitadas, viciadas e problemáticas. Os "bons" espíritos de nada servem a elas. Os praticantes do chamado Espiritismo Científico ao do Espiritualismo ou do Espiritismo Kardecista, nada têm dado como contribuição à sociedade. Afirmam conversar com espíritos superiores e até com espíritos habitantes de outros planetas, mas o que fazem esses espíritos por eles?. Nada! Nunca apresentaram a cura para as enfermidades dos homens; não contribuem em nada para o aperfeiçoamento moral ou espiritual da humanidade e não têm nenhuma ação digna de nota em toda a história humana. Alguém pode apontar algo importante que concretamente foi realizado por um espírito desencarnado? Onde estão os sábios, as filósofos e os super evoluídos espíritos desencarnados que sequer conseguem dar um conselho às autoridades para ajudar a resolver nossos problemas. Por que não aparecem ao Presidente da República, ao Ministro do Planejamento ou da Educação, ou aos nossos líderes espirituais? Por que só aparecem as pessoas ausentes dos grandes problemas nacionais e comunitários? Por que se escondem?.

A grande realidade é que o Espiritismo, nas suas diversas denominações ou filosofias, é uma grande farsa. O autor destas linhas acredita numa ação demoníaca e enganosa no mundo do espiritismo. Não descreio do sobrenatural. A farsa das irmãs Fox poderia ser verdadeira. Creio que tais estalidos poderiam ter outra origem, menos a de ter origem em alguém que já tivesse morrido. Veremos isso a seguir.

No Brasil, o espiritismo Kardecista está apoiado nas doutrinas básicas de seu profeta, Allan Kardec. Seus praticantes costumam dizer que são os verdadeiros espíritas, sendo as demais, "espiritistas" ou "mediunistas".

A essência do Espiritismo é a mesma. Mudam-se apenas os nomes e as práticas. Embora Kardec tenha mesclado a sua doutrina com alguns ensinamentos de Jesus, tais ensinamentos são explanados de maneira torcida e comprometida com as doutrinas do próprio Kardec. Suas citações dos Evangelhos são interpretadas, torcidas e mutiladas numa tentativa de adaptá-las aos ensinamentos demoníacos e falsos do espiritismo.

Espiritismo Kardecista brasileiro está dividido em várias correntes. Os ortodoxos ficam apenas com os ensinamentos de Kardec, enquanto que as demais correntes assimilam também, ensinamentos de diversos espíritas como Pastorino, Chico Xavier e outros.

10. Cabral, no Livro "Religiões, Seitas e Heresias", identifica as seguintes práticas espíritas no

11. kardecismo brasileiro:

De um modo geral usam as seguintes práticas:

- Comunicação com os mortos: espíritos de pessoas que viveram entre nós e que ora são mensageiros celestes, ora necessitam de caridade.

- Comunicação com espíritos evoluídos: espíritos de seres que estão em plano superior, no éter. Alguns desses dizem habitar em outros planetas.

- Comunicação com extra - terrestres: espíritos que não viveram entre nós; são de outra esfera espiritual, super evoluídos.

- Caridade espiritual: feita a espíritos errantes, obsessores, em evolução (conselhos, doutrina, imprecações magnéticas, etc.) .

- Doutrinamento: Palestras baseadas na doutrina Kardecista; palestras feitas por mensageiros do além, estudos nos livros espíritas, etc.

- Cânticos: usam cânticos durante as reuniões: têm corais, conjuntos de jovens, etc.

Os centros kardecistas têm sempre um mentor espiritual (como o pai de santo da umbanda), um protetor (entidade desencarnada) e organizações sociais que contribuem para com orfanatos, asilos, etc.

Emborca o espiritismo não se considere uma religião, o fato de invocar os espíritos, como nas religiões primitivas, para obter comunicações e aconselhamentos, não deixa de ser uma atitude religiosa que induz a cultos, ritos e crenças. As crenças básicas do espiritismo, baseadas na sua própria prática, como vimos anteriormente, são a existência de um Deus inteligente, causa suprema de tudo o que existe, a existência da alma ou espírito, unido durante a vida terrestre ao corpo físico, por um elemento intermediário, o "perispírito", espécie de corpo etéreo, a imortalidade da alma e a sua evolução, que se dá em estágios progressivos de perfeição até se sublimar nas esferas superiores; daí as reencarnações postuladas pelo espiritismo kardecista, e a lei da Carma, que garante a responsabilidade individual e coletiva de todos os seres.

As Doutrinas de Kardec

Como já temos dito, Kardec foi muito mais um codificador do que um criador das doutrinas espíritas. Entretanto, a maneira como canalizou certas crenças, fez com que sistematizasse uma espécie de doutrina espírita, criando uma escola seguida por milhares de discípulos, ou reforçando argumentos de outras escolas, dada à sua autoridade como pesquisador e codificador. As doutrinas mais importantes do kardecismo são as seguintes:

A REENCARNAÇÃO - É a crença no simples retorno do espírito à vida terrena, em um corpo humano, ora para purificar-se das más ações praticadas na vida anterior (como no hinduísmo), ora para cumprir uma missão especial. A teoria do Carma - lei da causa e do efeito - está implícita nessa doutrina Crêem que o que se faz aqui, paga-se aqui. Admitem que o sofrimento ou é a paga de algum mal praticado, ou um benefício que visa aperfeiçoar o espírito.

Costumam classificar os espíritos em quatro categorias; imperfeitos, bons, superiores e puros. Certamente que, tal ensinamento, está em oposição com os ensinamentos de Jesus Cristo. A doutrina da reencarnação invalida a obra de redenção do pecador mediante a morte de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Leia A Bíblia. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. Hebreus c9v.27,28

COMUNICAÇÃO COM OS MORTOS - A crença na vida além do túmulo é comum a todas as religiões. No espiritismo moderno, devido a estudos de comunicação com os espíritos por intermédio da mediunidade, tem-se enfatizado a possibilidade de se comunicar com espíritos desencarnados. Essa prática, embora enfatizada modernamente por alguns falsos profetas do espiritismo, é muito antiga. Já nos tempos do Antigo Testamento, encontramos os judeus envolvidos com a consulta àquilo que entendiam serem os mortos. Deus, na Sua Palavra, proíbe explicitamente tal prática. Não por ser ela verdadeira, mas por ser enganosa e perigosa, uma vez que enreda o praticante nas teias venenosas da prática espirita.

Leia A Bíblia

Não se achará entre ti quem faça passar polo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os (mortos); pois todo aquele que faz tal coisa é abominado ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus as lança de diante de ti. Deuteronômio c18.v 10-12

AUTO-SALVAÇAO - É a doutrina que afirma que os homens vão se aperfeiçoando, pela evolução espiritual, a cada reencarnação. Dessa forma, através do sofrimento e da prática das boas obras, o "espirito" atinge uma categoria de pureza tal, que se pode dizer ter atingido a sua própria salvação.

O choque com os ensinamentos de Jesus é evidente. O Mestre dos mestres ensinou que a salvação só se alcança mediante a fé nele, como nosso Salvador, por Sua graça e misericórdia, e nunca meritoriamente.

Leia A Bíblia

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome. João c1v12

Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em cristo Jesus.

Romanos c3v.23,24

Kardec Não Acreditava:

NA EXISTÊNCIA DO CÉU - Para ele e para o espiritismo, existem diferentes mundos para habitações dos espíritos. Segundo eles, diferentes "planos espirituais" destinados aos vários estágios de evolução. Jesus Cristo afirmou: Na casa de meu Pai há muitas moradas... (João 14.2), mas, claramente, estava se referindo a muito lugar, á amplitude junto ao Pai Celestial, e não àquilo que imaginam. Ao ladrão da cruz, Jesus prometeu estar com ele imediatamente no paraíso, ou seja, na presença de Deus. Segundo a doutrina espírita, ele teria ainda de reencarnar muitas vezes para purgar a sua vida indigna naquela encarnação. Leia A Bíblia

Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso .Lucas c23v,43

Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus João c3v,18

Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, O Senhor Jesus cristo. Filipenses c3.v20

NA EXISTÊNCIA DO INFERNO - Para Kardec, o inferno era mera superstição. Isso está bem de acordo com a sua teoria da evolução do espírito. Se o espírito evolui constantemente, certamente não viria alcançar um castigo no inferno como crêem os cristãos. É bom frisar, que no espiritismo kardecista a crença é que o espirito está sempre em evolução. Por menor que seja a evolução de um espirito, o seu estado é de aperfeiçoamento constante. Assim, um determinado momento na evolução, por pior que seja, nada tem a ver com o inferno cristão, que é fixo e do qual, os que ali estão condenados, jamais sairão.

Kardec, pôr essa crença, logicamente, desprezava também a idéia da extinção, conforme crêem algumas seitas orientais e alguns grupos de cristãos que não aceitam a eternidade do inferno.

Leia A Bíblia

Então o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.

Mateus c25v.4I

Ora, se Deus não poupou a anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, as entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo. 2 Pedro c2v.4

NA EXISTÊNCIA DO DIABO - No espiritismo kardecista, bem como nos demais, o diabo apenas é a representação do mal. Embora seja confundido com alguns exus ou outros espíritos "malignos", nas mais diversas ramificações e filosofias espíritas, na verdade, os adeptos do espiritismo não acreditam que ele seja uma personalidade, um ser espiritual, dotado de vontade, razão e raciocínio.

A Bíblia, por meio de símbolos e alegorias e principalmente por expressões que devem ser traduzidas literalmente, atesta a existência do diabo como um ser pessoal. O Livro de Deus nos apresenta o diabo como um anjo que, por seu orgulho e desobediência, foi destitúido de sua posição tornando-se um "adversário" de Deus, arrastando consigo milhares de anjos.

Não podendo comungar com Deus, Satanás e seus seguidores buscam compartilhar com os homens de suas atividades na terra. suas experiências terra. Sua ação tem dois objetivos principais: comungar com o homem e participar de suas experiências e, ao mesmo tempo, procurar afastá-lo de Deus, uma vez que este tomou o seu lugar no plano divino, e goza de regalias junto ao Criador

. Como são espíritos, e vivem em outra "dimensão", necessitam do corpo humano para se expressar. Por isso, participam de todas as atividades humanas. Jogam, brincam, bebem, fumam, dançam, praticam o sexo, dirigem empresas e têm as suas "igrejas", as quais o próprio Jesus chamou de "Sinagogas de Satanás".

Leia A Bíblia

Perguntou ainda o Senhor a Satanás: Observaste a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Jó c1v.8

Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere a mentira, fala do que lhe e próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. João c8v. 44

E não é de admirar. porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. 2 Coríntios c11v.14

Não somente Kardec ou o espiritismo negam a existência de Satanás. Muitos eruditos e intelectuais, inclusive religiosos e cristãos , também o fazem. Pergunto-me como isso pode ser possível, se a Bíblia está cheia de referências diretas à existência deste ser.

Admitir que é apenas uma questão de linguagem é um absurdo, principalmente pelas milhares de referências bíblicas direta com relação ao assunto. Crer que a linguagem estava diretamente ligada ao conhecimento da época e á sua cultura, é menosprezar a Bíblia como a "revelação" de Deus e diminuir, senão eliminar os fatores "inspiração" e "revelação" tanto dos escritos como dos próprios personagens bíblicos, principalmente Jesus Cristo. Seria dizer que Jesus também viveu enganado pela "cultura" do seu tempo, e acreditava em coisas que não existiam.

Admitir, por outro lado, que as escritores bíblicos e o próprio Jesus apenas "usaram a linguagem da época", é admitir que eles enganaram aos seus ouvintes e seguidores, não lhes falando a verdade, simplesmente para não fugirem à sua "cultura".

Somente um exame cuidadoso das Escrituras Sagradas podem nos revelar a verdade. É claro que seria muito cômodo o fato de satanás não existir, nem demônios, nem inferno, nem condenação. Todos gostariam de que as coisas fossem assim. Dessa forma não precisaríamos ter responsabilidades, nem teríamos contas a acertar com Deus e tudo o que fizéssemos seria justo. A Bíblia, por sua vez, não advoga tais crenças. Satanás existe sim, está vivo e ativo e tem como uma de suas principais estratégias fazer com que o homem lhe negue a existência. só assim poderá trabalhar com sossego, na construção do seu reino, arrastando para si os ingênuos, os incautos e aqueles que, deliberadamente fazem a sua vontade

.

NA EXISTÊNCIA DE DEMÔNIOS

O kardecismo não aceita o diabo como um líder de uma organização, nem como pessoa. Também não aceita a existência de demônios. Para ele, o que o vulgo chama de demônios são ora espíritos desencarnados, que por vários motivos se comunicam com os homens, ora são apenas meras superstições ou produtos da mente humana.

Kardec não advogava a idéia dos demais espíritas de que existem entidades desencarnadas, de outra natureza, origem ou dimensão. Nessa categoria, poder-se-ia incluir os exus, os orixás e os deuses e semi-deuses do paganismo. Para o codificador do espiritismo moderno, todos os espíritos têm a mesma origem e o estado em que se encontram deve-se á evolução de cada um deles.

Para os cristãos, os demônios são anjos decaídos que, sob a liderança de Satanás, uma espécie de "chefe", forarn afastados da comunhão com Deus e que por isso mesmo, além de buscarem se expressar através do corpo humano e das atividades dos homens, tudo fazem para afastá-los de Deus. Pelo menos, é essa a crença tradicional da igreja cristã, baseada em ensinamentos bíblicos.

Leia A Bíblia

Antes digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam, e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. 1 Coríntios c10v.20,21

Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até as demônios crêem e tremem. Tiago c2v,19

Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém não encontra. Por isso diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Mateus c12v.43.44

Existe uma hipótese, muito defendida entre os cristãos, de que há uma diferença marcante entre anjos decaídos e demônios, sendo estes últimos espíritos desencarnados, que viveram provavelmente na terra antes da criação do homem. Tais espíritos, como um todo, estão condenados a viver sob uma forma incorpórea, daí sua obsessão em se apossarem dos corpos dos homens para, através deles, se expressar.

Mesmo essa hipótese, nada tem a ver com o ensinamento de Kardec. Para ele, os espíritos estão em eterna evolução. No caso de tais espíritos "demoníacos", não lhes cabe evoluir. Não podem mais se redimir da sua culpa. Estão condenados eternamente. Lendo o livro de Atos dos Apóstolos, vemos que os judeus faziam Clara distinção entre anjos e demônios:

Não achamos neste homem mal algum; e será que algum espírito ou anjo lhe tenha falado? Atos c23.v981

Um bom argumento contra essa hipótese é que os judeus chamavam de anjos somente aos bons mensageiros de Deus. Os anjos decaídos eram chamados de demônios.

Tais considerações deixa Clara uma coisa: a certeza da existência de demônios como seres espirituais de natureza diferente da nossa, e que vivem tentando afastar o homem de Deus. Kardec negava isso. Seus discípulos o negam até hoje, como o fazem com todas as doutrinas básicas da fé cristã. O espiritismo cristão tão apregoado por Allan Kardec, não existe. É mero rótulo e ilusão. Pena que muitos incautos estejam caindo na ratoeira preparada por Kardec e seus seguidores.

João Batista era Elias?

Objeção Bíblica

Um dos conceitos de hermenêutica mais conhecido é aquele que diz que a bíblia interpreta-se a si mesma. Portanto, somos impedidos de lançar mãos de recursos alheios ao espírito bíblico para interpretar o mais simples dos seus ensinos . A bíblia mesma dá respostas às suas indagações. A pergunta: - João Batista era Elias reencarnado ou não? Ele mesmo responde a esta indagação, dizendo: - "Não sou" (João c1v21.) .

Sobre João Batista, diz Lucas c1v.17: "E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto". Isto não quer dizer que fosse Elias, mas que no seu mistério haveria peculiaridades do ministério de Elias. De fato, a Bíblia não trata de nenhum outro caso de dois homens, cujos ministérios tenham tanta semelhança como João Batista e Elias. Lembra o refrão popular: "Tal pai, tal filho". Isto não quer dizer que o filho seja absolutamente igual ao pai, ou que um seja a reencarnação do outro, mais sim, que existem hábitos comuns entre ambos.

Cinco Pontos a Considerar

Dentre as muitas razões pelas quais cremos que João Batista não era Elias reencarnado, queremos citar as seguintes:

Os judeus criam que João Batista fosse ressuscitado, não reencarnado (Lucas c9v7,8).Se os judeus realmente acreditassem que João era Elias reencarnado e não ressuscitado, não teriam noutra oportunidade admitido que Cristo fosse Elias ressuscitado. João Batista e Cristo, que viveram simultaneamente por cerca de trinta, anos não podiam ser Elias ressuscitado ou reencarnado, ao mesmo tempo (Lucas c9v7,9).

Se reencarnação é o ato ou efeito de reencarnar, pluralidade de existências com um só espírito, é evidente que um vivo não pode ser reencarnação de alguém que nunca morreu. Fica claro assim que João Batista não era Elias, que este não morreu, pois foi arrebatado vivo ao Céu (2 Reis c2v11).

Se João Batista fosse Elias, quem primeiro teria conhecimento disso teria sido ele mesmo e não os judeus ou os espíritas. Àqueles que lhe perguntaram: - "Ès tu Elias?", ele respondeu desembaraçadamente: -"Não sou". (João c1v21).

Se João Batista fosse Elias reencarnado, no momento da transformação de Cristo aparecido Moisés e João Batista, e não Moisés (Mateus 17.18).

Fica mostrado, portanto, que a Bíblia não apoia a absurda teoria espirita da reencarnação. Até mesmo os chamados "fatos comprovados" da reencarnação, apresentados pelos advogados do espiritismo, na verdade não comprovam coisa alguma.

SAUL E A MEDIUM DE EN-DOR

(Antes de prosseguir, tome a sua Bíblia abrindo-a no capítulo 28 de 1 Samuel. Leia todo esse capítulo e em seguida volte à leitura deste livro.)

Concluída a leitura desta porção das Escrituras, vem à mente perguntas, tais como: É ou não possível comunicar-se com os espíritos de pessoas falecidas? Foi ou não Samuel quem apareceu na sessão espírita de En-Dor? Muitas respostas poderiam ser dadas aqui, como por exemplo: A assembléia judaica sempre acreditou que Samuel realmente apareceu naquela ocasião. Essa também era a opinião dalguns dos mais destacados lideres da Igreja dos primeiros séculos, entre eles, Justino Mártir e Origens. Já Tertuliano, Jerônimo, Lutero e Calvino acreditavam que um demônio apareceu em forma de pessoa, personificando Samuel.

ANÁLISE DO CASO

Até mesmo uma despretensiosa análise de 1 Samuel 28, mostra clareza meridiana que um espirito de engano, e não Samuel, foi quem apareceu na sessão espírita de En-Dor. Dentre as muitas contra a opinião de que Samuel apareceu naquela ocasião, destacam-se as seguintes:

1. Nem a médium nem o seu espirito de mediunidade exerciam qualquer poder sobre a pessoa de Samuel. Só Deus exercia esse poder; pelo que não iria permitir que o próprio deus condenou (DT 18.9-14).

2. Após informar a Saul que deus o tinha rejeitado, Samuel nunca mais disse coisa alguma a esse rei.

3. se fosse Samuel que tivesse aparecido na ocasião, ele não teria mentido, dizendo que tivesse aparecido na ocasião, ele não ele não teria mentido, dizendo que Saul perturbara seu descanso, se Deus e não Saul, lhe tivesse ordenado; nem dizendo que Saul e seus filho estariam com ele no dia seguinte (VV 15,16).

4. Saul mesmo disse que Deus já não lhe responderia nem pelo ministério dos profetas e nem por sonhos (VV 6,15), pelo que Deus, no último momento, não teria cedido de Saul de receber outra revelação; não teria entrado em contradição com a sua palavra que nega a possibilidade de vivos terem contato com os mortos (JÓ 7.9,10 Es 9.5,6; LC 16.31); não teria criado a impressão de que tentar entrar em contato com os mortos não é tão mau como antes ele mesmo dissera ser (DT 18.9-14); não teria afirmado que Saul deveria morrer por causa da consulta feita à médium (1 CR 10.13).

5. Saul disse à médium a que deveria chamar. De acordo com o estudo dos fenômenos psíquicos, a médium teria lido na mente de Saul qual seria a aparência de Samuel, e a descrevera como Saul costumava vê-lo.

6. A médium temeu porque: em seu transe ela reconheceu Saul (V. 12) que era conhecido como inimigos das práticas espiritas; ou, ela viu um espirito adejando por cima da aparição que com "prodígios de mentira", se fazia passar por Samuel.

7. Saul mesmo não viu Samuel. De acordo com a descrição da médium, foi que ele mesmo supôs que a personagem descrita era Samuel.

8. Quanto à profecia a abordada durante a sessão em En-Dor,J.K. Van Baalem, no seu livro o Caos das Seitas, dá as seguintes possibilidades: a mulher percebeu o medo de Saul, de que o seu fim era iminente, e isso ela predisse; a mulher tomou conhecimento da profecia feita antes por Samuel (1 SM 15.16 ,18),que vinha perseguindo Saul (1 SM 16.2; 20.31,etc.), pelo que lhe disse o que ele esperava ouvir; se um demônio se fazia passar por Samuel e falou por meio da médium, então a mulher ter-se-ia lembrado da profecia de Samuel, fazendo uso dela.

9. não era necessário que alguém fosse perito ou estrategista em guerras para prever a derrotar de Saul e de Israel diante dos filisteus. Em todos os tempos o salário do pecado é a morte. No capítulo 15 de 1 Samuel, a questão dessa consultar a médium.

10. A parte final do vaticínio da médium não foi verdadeira no seu cumprimento, pois, nem Saul morreu no dia seguinte, nem morreram nesse dia todos os seus filhos.

o A- Satanás é o pai da mentira João c8v44

o B- imita a realidade com seus encantos EXODO C7.22 8.7

o C- transforma-se em anjo de luz 2 corintos c11v14

o D- Opera milagres 2Tessalonicenses ccv9



O PECADOR ESTÁ PERDIDO

ROMANOS [6]:23 O salário do pecado é a morte.

EZEQUIEL [18]:4 A alma que pecar, essa morrerá.

EFÉSIOS [2]:1 Estando vós mortos nos vossos delitos e pecados.

JOÃO [8]:24 Se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados.

ISAíAS [59]:2 As vossas iniqüidade fazem separação entre vós e o vosso Deus.

JOÃO [3]:3 Em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

JOÃO [3]:18 Quem crê nele não é julgado; mas quem não crê, já está julgado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.

JOÃO [3]:36 Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.

MATEUS [25]:41,46 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos... E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.

APOCALIPSE [21]:8 Quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.

MATEUS [13]:49,50 Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes.

COMO POÇO SER SALVO

ROMANOS [5]:8 Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.

I PEDRO [2]:24 Levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.

I PEDRO [3]:18 Porque também Cristo morreu uma só vez pêlos pecados, o justo pêlos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito.

ISAíAS [53]:5,6 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidade; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.

I JOÃO [2]:1,2 Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.E ele é a propiciação pêlos nossos pecados, e não somente pêlos nossos, mas também pêlos de todo o mundo.

JOÃO [1]:29 No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Merece crédito o "Evangelho segundo o Espiritismo"?

Um Pequeno histórico

O Espiritismo remonta aos tempos mais antigos da Humanidade. Dele tomamos conhecimento através dos escritos da Bíblia, como advertência dos profetas de Deus para que não nos envolvamos com esta prática, pois ela esta em confronto com a Palavra de Deus. Os povos que adoravam a deuses estranhos e que não seguiam aos ensinos dados por Deus, eram usuários deste costume. Foi para que os adoradores do Verdadeiro Deus não se envolvessem com eles que Moisés falou:
"Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações."
"Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;"
"Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;"
"Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti." (Dt 18:9 a 12)

O espiritismo é uma das heresias que mais cresce no mundo de hoje e está enraizada em quase todas as religiões, principalmente naquelas relacionadas com a Nova Era. O espiritismo é o mais antigo engano religioso que já surgiu. Porém, em sua versão moderna, começou no século XIX, ou pouco antes. Houve um avivamento, um recrudescimento ou um ressurgimento, com um fato que aconteceu com certa família, na América do Norte, em Hydesville (Nova Iorque), em 1848.

Esta família se chamava Fox. O casal tinha duas filhas, Margarida (Margaret), de 14 anos, e Catarina (Kate), de onze, que foram protagonista de uma fatos que deram origem ao atual espiritismo.

Em meados de março de 1848, começaram a ouvir-se golpes nas portas e objetos que se moviam de um lugar para outro, sem auxílio de mãos, assustando as crianças. Às vezes, a vibração era tamanha que sacudia as camas. Finalmente, na noite de 21 de março de 1848, a jovem Kate desafiou o poder invisível e repetiu o barulho como um estalar de dedos. O desafio foi aceito e cada estalar de dedos era repetido, o que surpreendeu toda a família. Dessa forma se estabeleceu contato com o mundo invisível, e a notícia alastrou-se por outras partes, admitindo-se que tais espíritos eram dos mortos.

Partindo desse acontecimento, que recebeu ampla cobertura dos meios de comunicação da época, propagou-se o espiritismo por toda a América do Norte e na Inglaterra. Na época, outros países da Europa também foram visitados, com sucesso, pelos espíritas norte-americanos. As irmãs Fox passaram à História como as fundadoras do Espiritismo moderno.

Na França, o figura máxima que deu força ao espiritismo é conhecida pelo nome de Allan Kardec. Chamava-se Hippolyte Léon Denizard Rivail, nascido em Lyon, em 3 de outubro de 1804. Era formado em letras e ciências, doutorando-se em medicina. Estudou com Pestalozzi, de quem se tornou fiel discípulo e cujo sistema educacional ajudou a propagar.

Rivail tomou conhecimento de um algo extraordinário que acontecia no momento, e que causava um grande alvoroço na sociedade francesa: o fenômeno das mesas girantes e falantes, que afirmavam ser, um resultado da intervenção dos espíritos. A princípio ele não acreditou e rejeitou esta idéia, por considerá-la absurda. Porém, assistiu a uma reunião na casa da Sra. Plainemaison, onde presenciou fenômenos que o impressionaram profundamente, como ele próprio relatou depois.

Daí, foi um passo para manter contato com os espíritos que o orientaram a escrever e codificar seus ensinos. Dizia Kardec que havia recebido a missão de pregar uma nova religião, o que começou a fazer a 30 de abril de 1856. Um ano depois, publicou "O LIVRO DOS ESPÍRITOS", que contribuiu para propagação desta "doutrina". Dotado de inteligência e inigualável sagacidade escreveu outros livros que deram mais força ao espiritismo: O Evangelho Segundo o Espiritismo, A Gênese, O Céu e o Inferno, e, O Livro dos Médiuns. Foi ele o introdutor no espiritismo da idéia da reencarnação. Fundou "A Revista Espírita", periódico mensal editado em vários idiomas.

Rivail (Allan Kardec) morreu em 1869.

Para aqueles que desejarem conhecer um pouco mais sobre a história do espiritismo, indicamos a leitura dos livros que citamos no final.

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O Conceito de Deus no Espiritismo

doutrina espírita acerca de Deus é ambígua, ora assumindo aspectos deístas, ora aspectos panteístas, ora confundindo-se com a doutrina de Deus do Cristianismo histórico. Os autores espíritas parecem não conseguir estabelecer um consenso sobre esse assunto de vital importância. Até mesmos nas obras de um único autor encontram-se contradições flagrantes.

Sobre as qualidades de Deus, Allan Kardec define: "Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente justo e bom". (O Livro dos Médiuns, cáp. I, 13)
Mas, depois, definindo a alma, nega sua imaterialidade, alegando que o imaterial é o "nada", ao passo que a alma é alguma coisa. Diante disto, será que o espiritismo acredita que Deus é nada?

A fim de explicar a existência de Deus, Allan Kardec, se vale de argumentos clássicos do deísmo, de que "não há efeito sem causa". De acordo com o conceito deísta, Deus teria criado o universo e depois se retirado dele, deixando-o entregue à ação das leis físicas que, desde então, governam, como se o universo fosse um grande relógio.

No Capitulo II, item 19, de "A Gênese" (Allan Kardec), lemos que são atributos de Deus: "Deus é, pois a suprema e soberana inteligência; é único, eterno, imutável, imaterial, todo poderoso, soberanamente justo e bom, infinito em todas as suas perfeições, e não pode ser outra coisa". Esta conceituação concorda com o que o Cristianismo histórico reconhece como alguns atributos divinos. Porém, o fato de uma determinada religião ou seita ter pontos em comum com o Cristianismo bíblico não é suficiente para lhe qualificar como cristã.

Embora o conceito espírita de Deus tenha nuanças deístas e ao mesmo tempo uma certa semelhança com a doutrina bíblica, é inegável que ela às vezes também possui um forte sabor panteísta. Senão, vejamos o que León Denis escreveu: "Deus é a grande alma universal, de que toda alma humana é uma centelha, uma irradiação. Cada um de nós possui, em esta latente, forças emanadas do divino foco." (Léon Denis, Cristianismo e Espiritismo, 5a. ed., pág. 246). Conceito totalmente panteísta!

Em outro lugar, Denis faz as seguintes assertivas acerca de Deus e sua relação com o universo (conceitos também panteísta): "Deus é infinito e não pode ser individualizado, isto é, separado do mundo, nem subsistir à parte... [Deus é o] Deus imanente, sempre presente no seio das coisas [sendo que] o Universo não é mais essa criação, essa obra tirada do nada de que falam as religiões. É um organismo imenso animado de vida eterna... o eu do Universo é Deus." (Léon Denis, Depois da Morte, pág. 114, 123, 124 e 349).

Entretanto a Palavra de Deus (a Bíblia), refuta com veemência estes ensinos. Façamos um rápido confronto doutrinário, em conformidade com a inspiração bíblica:

* Deus é um ser pessoal: "Ele é um ser individual, com autoconsciência e vontade, capaz de sentir, escolher e ter um relacionamento recíproco com outros seres pessoais e sociais." (Millard J. Erickson, Christian Theology, Baker Book House, Grand Rapids, 1986, p. 269). Citaremos a seguir algumas provas bíblicas da personalidade de Deus:

a) Ele fala: "E disse Deus: Haja luz; e houve luz." (GN 1:3)
"HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,"
"A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo." (HB 1:1 e 2)

b) Ele tem emoções (sentimentos):
Misericórdia: "Misericordioso e piedoso é o SENHOR; longânimo e grande em benignidade."
"Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem." (SL 103:8 e 13)
Amor: "Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor." (1JO 4:8)
"E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." (RM 5:5)

c) Ele tem vontade própria: "Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou." (SL 115:3)

* Deus é transcendente e imanente e também distinto de sua criação: A Bíblia mostra claramente que Deus não é um ser distante, que teria criado o universo e depois se ausentado dele, como pensa o deísmo. "Faz crescer a erva para o gado, e a verdura para o serviço do homem, para fazer sair da terra o pão," (SL 104:14)
"Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos." (MT 5:45)
Pode-se ver, assim, que ele está presente na criação, tem interesse nela e cuida dela, principalmente do homem, criado à sua imagem e semelhança.
Transcendência: "Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado." (1RS 8:27)
Imanência: "Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o SENHOR. Porventura não encho eu os céus e a terra? diz o SENHOR." (JR 23:24)
"ASSIM diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso?" (IS 66:1)

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Cristo no Espiritismo

Para falarmos na Divindade de Jesus Cristo, temos de falar também no assunto da Trindade, pois estas teses são básicas do Cristianismo bíblico e histórico e fazem parte do fundamento doutrinário que o distingue de todas as demais religiões e também da maioria das seitas pseudo-cristãs. O espiritismo, em geral, através de suas autoridades exponenciais, negam tanto a Trindade, quanto a Divindade de Jesus. Isto porque, em sua tentativa de oferecer ao homem um sistema religioso de auto-salvação, isto é, em que ele se salva por seus próprios méritos, excluem e negam a existência do Deus trino. Entretanto, a revelação bíblica aponta para a impossibilidade de o homem efetuar sua própria salvação, e mostra como o próprio Deus se encarnou para tornar possível ao homem o acesso ao seu Criador. No próximo item examinaremos a doutrina da salvação, do ponto de vista bíblico, em confronto com plano de salvação do espiritismo.

Grande parte dos escritores espíritas assumem uma posição frontalmente contrária à crença da Trindade. Para eles, Deus é um ser monopessoal, existindo em forma de uma só pessoa, o Pai, e negam que o Filho seja Deus e até rejeitam a existência do Espírito Santo como ser pessoal. O Jornal Espírita de março de 1953 respondendo à pergunta sobre se há mais de uma pessoa em Deus, declara o seguinte: "Não; a razão nos diz que Deus é um ser único, indivisível; que o Pai celeste é um só para todos os filhos do Universo". (Jornal Espírita, Rio de Janeiro, março 1953, p. 4)

A Bíblia, a Palavra de Deus, revela-nos um Deus trino, isto é um Deus eternamente subsistente em três pessoas, iguais entre si em natureza, essência e poder.

Muitos usam as passagens seguintes para dizer que Deus é um só, ou seja, uma unidade absoluta:

* "Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR." (DT 6:4)
* "Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá." (IS 43:10)
* "Eu sou o SENHOR, e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que tu não me conheças;" (IS 45:5)
"Para que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que fora de mim não há outro; eu sou o SENHOR, e não há outro." (IS 45:6)

Essas passagens bíblicas afirmam claramente a unidade de Deus e demonstram que a natureza divina é indivisível. Poderíamos acrescentar outras passagens para reforçar esse aspecto da natureza de Deus. Entretanto, devemos levar em consideração que muitas vezes as Escrituras, principalmente no Antigo Testamento, apresentam determinadas realidades como sendo constituídas de uma unidade composta.
Por exemplo: o casamento. A Bíblia diz que "deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gn 2:24). É evidente que a unidade constituída por marido e mulher é uma unidade composta e não uma unidade simples ou absoluta. Da mesma forma, pode-se dizer que há no Antigo Testamento muitas evidências de que a unidade de Deus é uma unidade composta, como é indicado por muitas passagens, que revelam uma pluralidade de pessoas na Divindade. No Novo Testamento, por sua vez, a doutrina da Trindade é apresentada com clareza.

O espiritismo não só nega a Divindade de Jesus, assim como defende a tese de que seu corpo não era real, de carne e ossos, mas fluídico, dando apenas a impressão de real.

Léon Denis, seguindo a mesma linha de pensamento de Kardec, segundo a qual Jesus teria sido mero homem e elevado à categoria de Deus por seus seguidores. Diz ele:

* "Com o quarto Evangelho e Justino Mártir, a crença cristã efetua a evolução que consiste em substituir a idéia de um homem honrado, tornado divino, a de um ser divino que se tornou homem. Depois da proclamação da divindade de Cristo, no século IV, depois da introdução, no sistema eclesiástico, do dogma da Trindade, no século VII, muitas passagens do Novo Testamento foram modificadas, a fim de que exprimissem as novas doutrinas."

Assim se expressa Roustaing quanto à natureza do corpo de Jesus:

* "A presença de Jesus entre vós, durante todo aquele lapso de tempo, foi, com relação a vós outros, uma aparição espírita, visto que, pelas suas condições fluídicas, completamente fora dos moldes da vossa organização, seu corpo era harmônico com a vossa esfera, a fim de lhe ser possível manter-se longo tempo sobre a Terra no desempenho da missão com que a ela baixara."

Não queremos aqui negar que Cristo veio em plena humanidade, pois Bíblia afirma reiterada vezes a plena humanidade do Filho de Deus. O apóstolo João condenou os ensinos gnósticos de sua época, que entre outros ensinos negavam que Jesus tivesse vindo em carne, dizendo que o seu corpo humano era mera aparência. Diz o apóstolo:

* "AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo." (1JO 4:1)
"Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;" (1JO 4:2)

Quanto ao corpo de Jesus, vejamos o que o relato bíblico nos diz:

* "Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho." (LC 24:39)

Embora o corpo ressuscitado de Jesus tivesse propriedades extraordinárias, como a capacidade de materializar-se e desmaterializar-se:

* "Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes." (LC 24:31)
"E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco." (LC 24:36)

Tinha também a propriedade de entrar em ambientes fechados:

* "Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco." (JO 20:19)

Apesar das características acima, seu corpo era constituído de carne e ossos: "Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho." (LC 24:39)

Embora não seja nossa intenção nos aprofundarmos num estudo sobre a humanidade de Jesus, acrescento que Cristo experimentou sentimentos e necessidades humanos não pecaminosos, como:

* Cansaço: "E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta." (JO 4:6)
* Sede: "Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede." (JO 19:28)
* Fome: "E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;" (MT 4:2)

Quanto a divindade de Cristo, o testemunho das Escrituras é plenamente reconhecido. Tanto os espíritas quanto os Testemunhas de Jeová, negam a divindade de Cristo. Para uma melhor compreensão do assunto, convido-o a ler: A TRINDADE.

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Plano de Salvação do Espiritismo

O espiritismo ensina que o homem, através de sucessivas reencarnações, pelos seus próprios esforços e pela prática das boas obras vai aprimorando-se a si mesmo, sem necessidade do sacrifício vicário de Jesus Cristo. A Bíblia nos diz que a nossa salvação é obra divina; o espiritismo diz que é esforço humano. A Bíblia diz que o sofrimento de Cristo visa a nossa expiação; o espiritismo diz que Jesus foi mero espírito adiantado, que nos serve apenas de exemplo. A Bíblia diz que o sangue de Cristo nos purifica de todo pecado e que o Espírito Santo nos ensina toda a verdade; o espiritismo, ignora a Trindade Divina, reduz toda a expiação à obra dos "espíritos" - os espíritos dos mortos, que nos orientam e aconselham, e o espírito de Cristo, que, tendo alcançado um nível superior, não obstante se encarnou para servir como exemplo.

Diz-nos Kardec, sobre a graça: "... se fosse um dom de Deus, não daria merecimento a quem a possuísse. O espiritismo é mais explícito, porque ensina que quem a possui a adquiriu pelos próprios esforços em suas sucessivas existências, emancipando-se pouco a pouco das suas imperfeições." (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, IV, XVII)

Que contradição com as Escrituras! Deus não nos salva com base em quaisquer méritos pessoais nossos, mas unicamente por sua graça: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;"
"Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus." (RM 3:23 e 24)

O ensino espírita segundo o qual "Fora da caridade não há salvação" identifica a salvação com a prática de boas obras. Entretanto, as boas obras não salvam, nem ajudam ninguém a salvar-se. Paulo afirma em Efésios:
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus."
"Não vem das obras, para que ninguém se glorie;" (EF 2:8 e 9)
Ele declara que fomos criados em Cristo para as boas obras: "Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas." (EF 2:10). Portanto, não somos salvos pelas obras, mas para as boas obras.

As boas obras são o resultado da nossa fé em Cristo, pois quando nos tornamos novas criaturas, mediante a fé nele, abandonamos as práticas más e nos voltamos para a prática do bem. "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (2CO 5:17)
Logo, as boas obras são a manifestação do amor que a pessoa tem a Deus.

A Bíblia nos mostra claramente que todo o problema do homem é motivado pelo pecado, pois "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3:23). Deus ama os pecadores, porém o pecado separa o homem de Deus:
"EIS que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir."
"Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça." (IS 59:1 e 2)
O homem nada pode fazer para alcançar justificação diante de Deus. O sofrimento e as boas obras, como apregoa o espiritismo, jamais serão suficientes para vencer a distância que o separa de Deus, pois, como expressou o profeta Isaías, "... todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam." (IS 64:6)

O estado do homem é profundamente desesperador, porém não irremediável, "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (JO 3:16)
Jesus Cristo veio ao mundo com objetivo específico de "dar a sua vida em resgate de muitos" (Mc 10:45)

Cristo se ofereceu a si mesmo a Deus pelos nossos pecados, para que possamos obter a salvação:

* "Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;" (1 Pe 3:18)
* "Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados." (1 Pe 2:24)

Que contraste com o que ensina o espiritismo! Vejamos o que escreveu Léon Denis ao negar o valor do sacrifício de Cristo em nosso lugar:

* "Não; a missão do Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. Nada de exterior a nós poderia fazê-lo. É o que os espíritos, aos milhares afirmam em todos os pontos do mundo".

Percebe-se aqui uma contundente tentativa de negar o valor da obra expiatória de Cristo na cruz. Ao dizer que o sangue, "mesmo de um Deus", não poderia resgatar ninguém, Denis está implicitamente, mais uma vez, negando a divindade de Jesus, a qual, como vimos, é afirmada pelas Escrituras.

O conceito espírita de salvação é aquele que a Bíblia chama de "outro evangelho". Ele é tão contrário ao caminho da salvação de Deus que a Escritura o colocou sob a maldição divina:

"Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema." (GL 1:6 a 8).

A salvação vem unicamente pela graça (favor imerecido) de Deus e não por qualquer coisa que a pessoa possa fazer para ganhar o favor de Deus, ou pela sua retidão pessoal. "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie". (Ef 2:8 e 9).

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A Bíblia no Espiritismo

O espiritismo nega textualmente a inspiração divina da Bíblia, ensina que o registro bíblico não deve ser tomado literalmente.

Eis o que Kardec diz a respeito das Escrituras:

A Bíblia contém evidentemente narrativas que a razão desenvolvida pela ciência, não poderia aceitar hoje em dia; igualmente, contém fatos que parecem estranhos e repugnantes, porque se ligam a costumes que não são adotados... A ciência, levando suas investigações até a entranhas da terra, e à profundeza dos céus, tem pois demonstrado de modo irrecusável os erros da Gênese mosaica tomada à letra, e a impossibilidade material de que as coisas se hajam passado tal com estão relatadas textualmente... Incontestavelmente, Deus, que é todo verdade, não pode induzir os homens ao erro, nem consciente, nem inconscientemente, pois então não seria Deus. E, pois, se os fatos contradizem as palavras que a ele são atribuídas, necessário se torna concluir, logicamente, que ele não as pronunciou, ou que elas foram tomadas em sentido diverso... Acerca desse ponto capital, ela [a ciência] pôde, pois, completar a Gênese e Moisés, e retificar suas partes defeituosas." (Allan Kardec, A Gênese, IV, 6, 7, 8 e 11).

Léon Denis, outra autoridade do espiritismo, assim se expressa sobre o valor da Bíblia;

"... não poderia a Bíblia ser considerada "a palavra de Deus" nem uma revelação sobrenatural. O que se deve nela ver é uma compilação de narrativas históricas ou legendárias, de ensinamentos sublimes, de par com pormenores às vezes triviais". (Léon Denis, Cristianismo e Espiritismo, FEB, São Paulo, s.d., 7a. ed., pág. 267).

Assim, o espiritismo, através de suas maiores autoridades, nega a revelação divina encontrada nas Escrituras, relegando-as ao nível de uma mera compilação de fatos históricos e lendários. É curioso, entretanto, que querendo dizer-se cristão, o espiritismo freqüentemente lance mão das Escrituras, citando-as com profusão quando lhe convém.

Isto significa que para os espíritas não faz diferença se a Bíblia é ou não a Palavra de Deus - desde que possam usá-la quando desejam dar à sua crença uma aparência cristã, ou seja, citando passagens isoladas que parecem dar apoio à teorias espíritas. Quando, porém, o ensino claro das Escrituras refuta essas mesmas teorias, dizem então que elas não são a inerrante Palavra de Deus pela qual devemos testar o que cremos.

Portanto, o espiritismo não é uma religião cristã, pois nega a inspiração do Livro que é a base do cristianismo, assim como os seus ensinos. Com o que concorda o escritor espírita Carlos Imbassy, quando escreveu:

"O espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas cristãs. Não assenta seus princípios nas Escrituras... a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome - Espiritismo." (Carlos Imbassy, À Margem do Espiritismo, p. 126)

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Conclusão

Pelo exposto, diante das evidências da Palavra de Deus, sigamos os seus ensinos, pois ela, positiva e enfaticamente, condena o espiritismo e proscreve-o em todas as suas formas, tanto antigas como modernas.

Não poderíamos concluir nosso trabalho, sem informar a verdadeira identidade dos espíritos do espiritismo.
Não resta dúvida que seres espirituais fazem suas aparições e manifestam seus poderes nas sessões espíritas. O que desejamos saber é quem são esses seres desencarnados, que vêm ao nosso mundo por convite especial ou invocação dos médiuns.

Podem os mortos comunicarem-se com os vivos?

Para responder a esta e as perguntas que se seguem, apenas as Sagradas Escrituras, a revelação máxima da vontade de Deus, esclarecem com autoridade essa questão, dando-nos a verdadeira e plena satisfação de ter encontrado a resposta.

Gostaria que você lesse no evangelho, no livro de Lucas, a parábola do rico e Lázaro, que se encontra no capitulo 16, versículos de 19 a 31. Nesta passagem vemos claramente que os mortos não podem e não tem permissão para se comunicarem com os vivos. Demos ênfase ao versículo 26: "E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá." (LC 16:26)

Não encontramos em nenhum lugar das Escrituras um só indicio de que o homem, em seu estado atual, possa ter qualquer tipo de relação com os espíritos dos mortos. Pelo contrário, como vimos, o Senhor tem "as chaves da morte e do inferno" (Apocalipse 1:18) e somente Ele tem poder para fazer sair dali os espíritos, o que fará nas duas únicas ocasiões, ou seja, na primeira ressurreição para os santos (1 Ts 4:16) e na ressurreição do juízo para os perversos (João 5:29). Enquanto aguardamos esse evento, o espíritos dos crentes que já morreram está com o Senhor, "ausente deste corpo e presente com o Senhor" (2 Coríntios 5:8); eles partiram para estar com Cristo (Filipenses 1:23), mas os espíritos dos perversos estão "em prisão"
(I Pedro 3:19), motivo pelo qual não têm a liberdade de sair quando são "chamados".

Se não resta dúvida que no espiritismo entra-se em contato com poderes sobrenaturais, com espíritos e forças extra-humanas e extraterrenas, capazes de manifestações surpreendentes, e se esses espíritos, segundo os ensinos das Escrituras, não pertencem aos mortos, então quem são eles? Qual é a sua história? Qual a sua missão? Onde habitam?

Quem são eles?

A Bíblia nos fala de seres espirituais, invisíveis aos homens, que algumas vezes se materializam e exercem poderes sobrenaturais. Tais forças espirituais compõem de duas classes: a de seres bons, chamados de anjos, a quem Deus usa para proteção e auxílio ao homem, e a de seres maus, que assim se tornaram porque voluntariamente se afastaram do plano original de Deus e tomaram parte num movimento de rebelião contra o governo de Deus.

Os anjos são seres espirituais criados por Deus, conforme está escrito: "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele." (CL 1:16)

Mais ainda, as Escrituras afirmam que os anjos são uma ordem de seres mais elevada do que os homens:
"Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste." (SL 8:5)

Qual a sua missão?

Sabemos existir duas categoria de anjos: os bons e aqueles que se tornaram maus.

Os bons tem como missão sempre beneficiar o homem. São chamados na Bíblia "espíritos ministradores" ou mensageiros." Deus os envia para socorrer a humanidade em diferentes circunstâncias da vida.

Anjos tem agido de modo maravilhoso em diferentes ocasiões, algumas vezes assumindo a forma humana, a fim de proteger a crianças e adultos. As Escrituras contem muitas histórias de tais ocasiões.
É bastante conhecida esta passagem que afirma esta realidade: "O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra." (SL 34:7)
Falando dos "pequeninos" Jesus nos diz sobre os anjos de guarda destes: "Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus." (MT 18:10)

Também é bastante conhecido o relato do acontecido com Daniel: "O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano." (DN 6:22)

Então, se os espíritos não são os mortos que voltam, podem ser os anjos bons? A resposta é definitivamente Não, pela simples razão de que os espíritos que aparecem nas sessões são impostores. Afirmam ser os espíritos de seres humanos mortos, e em dizendo isto proferem uma falsidade. Consequentemente, não podem ser anjos de Deus. Os anjos, como Deus, não mentem. O próprio espiritismo admite que alguns dos espíritos são mentirosos. Allan Kardec assevera que "os espíritos enganadores não tem escrúpulos em se abrigarem sob nomes que tomam emprestado, para fazerem aceitar suas utopias". (O Evangelho Segundo o Espiritismo, IDE, Introdução II, p. 12) Mais adiante ele nos diz: "O espiritismo vem revelar uma outra categoria bem mais perigosa de falsos Cristos e de falsos profetas, que se encontram, não entre os homens, mas entre os desencarnados: a dos espíritos enganadores, hipócritas, orgulhosos e pseudo-sábios que da Terra, passaram para a erradicidade, e se adornam com nomes veneráveis para procurar, graças à máscara com a qual se cobrem, recomendar idéias, freqüentemente, as mais bizarras e as mais absurdas." (Idem, cáp. XXI, pág. 261).

Segundo as Escrituras, não somente alguns dos espíritos são mentirosos, como afirma Kardec, mas todos o são, porque mantém a falsidade e procuram passar por quem não são.

A única coisa que nos resta é identificar tais espíritos com as potências do mal, as quais Paulo chama "hostes espirituais da maldade". Mas de onde vêm? Quem as criou? Pode um Deus perfeito e perfeitamente bom criar seres vis e enganadores?

Qual é a sua história? (A origem do mal)

Segundo o espiritismo, "O mal, sendo o resultado das imperfeições do homem, e o homem, sendo criado por Deus, Deus, dir-se-á, se não criou o mal, pelo menos a causa do mal; se houvesse feito o homem perfeito, o mal não existiria". (Allan Kardec, A Gênese, cáp. III, item 9). Em outras palavras, diz o espiritismo que Deus, que Deus, "se não criou o mal, pelo menos (criou) a causa do mal". No parágrafo seguinte desta citação encontramos: "Se o homem tivesse sido criado perfeito, seria levado fatalmente, ao bem". Se Deus tivesse criado o homem perfeito, consequentemente, ele seria igual a Deus, seriam Deuses em potencial e não homens.

Diz-nos o relato bíblico que o homem foi criado "à sua imagem, conforme a sua semelhança" (Ver Gn 1:26 e 27). Deu também ao homem livre arbítrio. ou seja, a capacidade de resolução que depende só da vontade. Colocou a teste sua obediência quando disse: " De toda a árvore do jardim comerás livremente,"
"Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." (GN 2:16 e 17). Bem sabemos o final desta história. O homem desobedeceu a Deus e começou toda a sua desgraça. (Ver Gn 3)

Esta foi a história do pecado, a origem do pecado entre os homens. E a origem do mal? Onde teve seu princípio? Foi com a queda do homem? Certamente que não. Sua origem se deu muito antes da criação do homem.

Deus jamais criou um diabo ou demônios. Mas criou seres perfeitos e bons, com pode de livre escolha:
"Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas." (EZ 28:14)
"Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti." (EZ 28:15)
"Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti." (EZ 28:17)

Deus criou um ser de exaltada beleza, de absoluta perfeição, de maravilhoso poder. Mas a inveja, o orgulho e a ambição egoística corromperam a sua santidade.

No Antigo Testamento, encontra-se registrada a triste história daquele que uma vez fora o ser mais exaltado do universo:
"Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!"
"E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte."
"Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo." (IS 14:12 a 14)

A soberba e a ambição o corromperam. Quis ser semelhante a Deus. Ao iniciar a rebelião contra Deus, foi aviltado e expulso de sua magnífica morada, arrastando, em sua queda, importante contingente da hoste celestial que conseguira enganar.

O capítulo 12 de Apocalipse menciona uma grande batalho no Céu. Aí João, o revelador, fala da visão que Deus lhe deu:
"E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;"
"Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus."
"E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele." (AP 12:7 a 9)

Na sua queda, o diabo, satanás, a antiga serpente, aquele que fora Lúcifer (filho da alva), arrastou a terça parte dos anjos com ele:
"E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho." (AP 12:4)

São eles que estão por trás do espiritismo, o diabo e seus anjos caídos!

Onde habitam?

Deixemos que a Palavra de Deus responda:
"E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;"
"Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus."
"E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele." (AP 12:7 a 9)

Conclusão

As forças misteriosas que produzem as estranhas manifestações sobrenaturais nas sessões se distinguem por três características, e a Bíblia as atribui a Satanás e seus anjos - os demônios:

* São seres espirituais invisíveis, e só ocasionalmente se materializam, numa forma enganadora.
* São mentirosos, impostores, pois se declaram espíritos de mortos, ao passo que a Bíblia afirma que os mortos não podem comunicar-se com os vivos e vice-versa.

Jesus Declara a respeito de Satanás: "Não há verdade nele; quando fala mentira, fala do que lhe é próprio; pois é mentiroso, e pai da mentira". (Jo 8:44)
Desde que lançado fora do Céu com os seus anjos, o principal objetivo de sua existência tem sido enganar, seduzir, impelir os homens para a ruína, e opor-se a toda verdade com respeito a sua própria natureza e a natureza de Deus. Os espíritos nas sessões mostram-se impostores porque declaram falsa identidade.

* São inteligências poderosas e capazes de realizar coisas impossíveis ao homem. Investigações científicas têm provado que as manifestações espíritas são inexplicáveis na moldura de leis naturais conhecidas, e devem ser incluídas entre os fenômenos chamados em linguagem religiosa "milagres".

Dizem as Escrituras que Satanás e seus espíritos malignos agem "com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira". O apóstolo João disse: "E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse." (AP 13:13 e 14)

Jesus advertiu a todos os cristãos: "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." (MT 24:24)

Muito embora tenhamos a mais sincera consideração pelos que ativamente promovem o espiritismo, sentimo-nos obrigados a afirmar, com a autoridade da Bíblia, que o espiritismo tem origem satânica, e sua prática não somente engana os homens, afastado-os do único caminho da salvação mediante o evangelho (que aponta para Jesus Cristo e seu sacrifício vicário), mas freqüentemente perturba a alma, confunde as faculdades mentais e precipita o ser humano numa escravizante dependência dos espíritos, levando à desorientação e ao desespero.

É por isto que a Bíblia condena o espiritismo.

Bibliografia:

1. Forças Misteriosas Que Atuam Sobre a Mente Humana, Fernando Chaij, Casa Pub.Brasileira.

2. Grandes Verdades Sobre o Espiritismo, Reginaldo Pires Moreira, JUERP.

3. O Império das Seitas, Walter Martin, Editora Betânia.

4. Desmascarando as Seitas, Natanael Rinaldi e Paulo Romeiro, Casa Publ. das Assemb. de Deus.

5. Seitas e Heresias, Raimundo F. de Oliveira, Casa Publ. das Assemb. de Deus

Fonte : Luiz Carlos Rubim

Espíritas, Salvos por Obras ?


A prática do espíritismo é conhecida desde a antigüidade, onde lemos sobre magia, adivinhações, necromacia, olcultismo, astrologia, encantamento, encatamento, feitiçaria, bruxaria, etc. Alguém já afirmou que "o espiritismo é tão antigo como a queda de Satanás ...", que, que certamente tem sido o orientador deste sistema religioso. Ele é o "pai da mentira" e seus demonios têm a função de seduzir e enganar os homens (Jo 8:44; 1Tim 4:1,2). É presciso estar informado sobre esta seita, pois ela tem crescido vertiginosamente nas últimas décadas, sobretudo no Brasil.

O Espiritismo moderno, também chamado de "Espiritualismo" ou de "Científico", tem como seu expoente mais famoso um médico francês de nome Hypolito Leon Deniserd de Rivail (nascido em 1856), que adotou o nome de "Allan Kardec". Ele codificou as crenças espíritas numa filosofia chamada "cristianisno científico". Entre outros livros, escreveu: "O Evangelho Segundo o Espiritismo" e "O Livro dos Médiuns".

O que a Bíblia diz Sobre o Espiritismo

Entre Muitas outras passagens que condenam está prática, citaremos:

  • A Invocação dos mortos é uma prática proibida (Êx 22:18; Lv 20:6);
  • O Espiritismo causou a destruição de sete nações; e, juntamente com outros pecados, a morte de Saul (1Cr 10:13,14);
  • O Egito foi entregue por Deus ao Espiritismo, como castigo por seus pecados (Is 19:3).
  • O Seu caráter pecaminoso consiste em tentar descobrir cousas ocultas, fora da revelação de Deus (Dt 18:11, 14, 15, 20; Is 8:19,20).
  • Os Evangelhos mostram a operação dos demônios entre os homens e o modo como foram repreedidos por Jesus Cristo (Mc 1:21-28; Mt 8:28-34).
  • Os escritores do Novo Testamento revelam o caráter satânico do Espiritismo, Identificando-o com idolatria a, Impiedade, a impureza, etc.(Co 10:19-22; Gl 5:20; Ef 6:10-12; 1Jo 4:1-4, etc).

Doutrinas do Espiritismo e Refutação

  • Nega a Inspiração da Bíblia : Afirma que a Bíblia é cheia de erros, e é ultrajar o público dizer que ela foi inspirada por Deus.
    • A frase "assim diz o Senhor", ou equilalente, só no Velho Testamento aparece mais de duas mil vezes.
    • Jesus Cristo aceitou todo o Velho Testamento como uma "Escritura" sagrada - Mt 1:22; 5:17.
    • Afirmações do Novo Testamento, tais como "Toda escritura é dada por inspiração de Deus"(2Tm 3:16; 1Pe 1:10-12,25; 2Pe 1:20,21).
  • Nega a Divindade de Cristo :
    • As declarações do próprio Cristo (Mt 26:62,63; Jo 10:30; Ap 1:17,18)
    • A declaração de Tomé em Jo 20:28;
    • As repetidas afirmações do Novo Testamento (Jo 1:1; 10:30; Gl 1:1; Lc 22:70; Hb 1:3,5,8, etc.)
  • Nega a Doutrina Bíblica do Alémtúmulo : O Espiritismo ensina que depois da morte há sete esferas de existência espiritual. Os ímpios vão para a esfera inferior e, à medida que vão se purificando, vão mudando de esfera até chegar à superior, a dos espíritos purificados. Este processo se dá por reencarnação.
    • O crente que morre está imediatamente com o Senhor (2Co 5:8-10; Fp 1:23; Lc 23:43);
    • O Dia da salvação é hoje, nesta vida. Não há possibilidade de salvação depois da morte (2Co 6:2; Hb 3:7, 13, 15; Hb 2:3; Jo 5:24; Lc16:25-31, etc);
    • O homem só morre uma vez, depois só o juizo (Hb 9:27);
    • A regeneração se dá de uma vez, através do "novo nascimento" (que é a conversão) e não por outro processo (Jo 3:3,5,7; 2Co 5:17-21)
  • Outra Afirmações Espíritas :
    • Não há inferno (Lc 16:23,24; Dn 12:2; Jd 6,7);
    • Satanás não existe (Lc 4:6; At 5:3; Ap 12:9; Jó 2:2);
    • Salvação é pelas obras (Rm 4:6; Ef 2:8,9; Tt 3:5).

Assim...

A doutrina espírita é muito complexa e envolve muito mais heresias do que estas ditadas aqui. Insiprada pela pai da mentira, Satanás, a religião Espírita alterna a verade, destrói a alma blasmfema contra caráter, a pessoa e a obra redentora de nosso Senhor Jesus Cristo. O espírita diz: "o pecado só pode ser remediado por expiação e reparação pessoal, através do sofrimento e vergonha e não por apelos covardesà misericódia..." Masa Bíblia diz: "... sem derramamento de sangue não há remição...."(Hb 9:22); ninguém será salvo se não for por Jesus Cristo(At 4:12; Hb 7:27, etc). O espíritismo, portanto está em contradição com a Palavra de Deus e devemos ter compaixão de seus adeptos, orar pela conversão deles e evangelizá-los com o verdadeiro Evangelho - o de Jesus Cristo e não o de Allan Kardec.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A máscara das "aparições" de Fátima caiu...


* Pr. José Barbosa de Sena Neto

De 1917 a 1930 – durante 13 anos – a Igreja Romana não acreditou nas "aparições" de Fátima, pois, até hoje, essas "aparições" não fazem parte do núcleo da Fé Católica, que quer dizer que o católico romano pode deixar de acreditar nisso, e continuar a ser católico romano, sem problema nenhum. E podia ter-se apressado a reconhecê-las, porque, até então, eram já muitos os milhares de pessoas que ocorriam a Fátima, entre 13 de maio a 13 de outubro, de cada ano. Um reconhecimento oficial a que não terá sido alheio ao fato de ter saído vitorioso o golpe militar de 28 de maio de 1926, o qual institucionalizou a nova ditadura de Antônio Oliveira Salazar. O novo regime, obscurantista católico, saído deste golpe militar e presidido pela dupla Salazar-cardeal Antônio Cerejeiras, carecia de uma coisa assim, para mais facilmente se implantar nas populações.

A "senhora" de Fátima, com a mensagem retrógrada, moralista e subserviente que lhe é atribuída e que, ainda hoje, vai tão ao encontro da generalidade dos altos funcionários católicos dos Vaticano e do paganismo religioso-católico das massas populares, vinham mesma a encaixar-se... Vai daí, em lugar de continuar a hostilizar as "aparições", a hierarquia maior da Igreja Romana, em 1930, mudou radicalmente de estratégia e reconheceu as "aparições" de Fátima como fenômeno sobrenatural! Terá percebido nessa altura que, se não adiasse mais esse reconhecimento, os lucros seriam enormes, como, efetivamente, têm sido. Lucros financeiros, lucros políticos, lucros clericais, mais uma "mina de ouro" que não podia ser desperdiçada!

A alta cúria romana incentivou às nossas populações supersticiosas que acreditassem no frevo carnavalesco solar, isto é, no "fenômeno do Sol se agitando, rodopiando e pulando fora de sua órbita, sendo que tal "fenômeno" nunca teve comprovação científica nenhuma, como prova da autenticidade da presença da "senhora" de Fátima e, é claro, de suas "mensagens proféticas", as quais se cumpririam à risca. A "senhora" disse: "A Rússia se converterá e será concedido ao mundo algum tempo de paz". Mas ela também advertiu que, se isso não fosse atingido, "os erros dela (Rússia) se espalharia pelo mundo inteiro, causando guerras e perseguições... e várias nações seriam destruídas". No final, aquela "Senhora" prometeu, como prêmio de consolação, que a Igreja Católica Romana triunfaria, depois que "o santo padre ( o papa) me consagrar à Rússia". Dentro de poucos anos, o culto à "Senhora de Fátima" havia atingido grandes proporções.

O Vaticano levou à sério as promessas da "senhora" de Fátima. Eugênio Pacelli, o futuro Pio XII, a eminência parda por detrás de Pio XI, patrocinou uma política de apoio ao fascismo na Itália e ao nazismo na Alemanha, no sentido de cumprir a profecia da "senhora" de Fátima. Foi então que ele se tornou o instrumento principal da ascensão de Hitler ao poder. Ele o fez, forçando o Partido Católico a votar nas últimas eleições gerais da Alemanha, em 1933. O fascismo e o nazismo, além de esmagarem o comunismo na Europa, também esmagaria a Rússia comunista! Em 1929, Pio XI assinou uma Concordata e o Tratado Laterano com Mussolini, chamando por ele de "o homem enviado pela Providência Divina". Em a933, Hitler se tornou o chanceler da Alemanha. Em 1936, Franco começou a Guerra Civil. Em 1938, dois terços da Europa já eram fascistas e os rumores da II Guerra Mundial eram ouvidos mais e mais, em toda parte. Ao mesmo tempo, contudo, a Europa também se tornara ‘fatimizada’. O Vaticano deu a maior promoção ao culto à "senhora" de Fátima, com ênfase sobre a promessa de conversão da Rússia, feita por ela! Em 1938, o núncio papal foi enviado a Fátima e a quase um milhão de peregrinos foi dito que aquela "senhora" havia confiado três grandes segredos às crianças videntes. Estava preparado o engodo!

Depois disso, em junho daquele mesmo ano, a então única sobrevivente das três crianças– a Lúcia, que faleceu recente – controlada pelo seu confessor, sempre em contato com a hierarquia católica, e daí com o Vaticano, ‘revelou’ o conteúdo de dois dos três grandes segredos. O primeiro, uma visão do inferno, de acordo com a concepção do clero romano. O segundo, uma reiteração que a Rússia se converter à Igreja Romana. O terceiro, foi entregue num envelope selado e posto sob a custódia da cúria romana, não podendo ser revelado antes de 1960. A memória do brasileiro é muito falha. Mas, alguém se lembra da revelação do terceiro segredo, após pressão constante dos católicos do mundo inteiro? "Um homem de branco alvejado..." Nem os próprios católicos e devotos da "senhora" de Fátima, acreditaram naquela estória da carochinha! O silêncio total se faz ouvir até hoje nos meios católicos mais fervorosos...

Em 1938, as ditaduras fascistas começaram a falar a mesma língua: a aniquilação da Rússia. No ano seguinte, estourou a II Guerra Mundial. Em 1940, a França foi derrotada. A profecia daquela "senhora" ia se cumprir. No Vaticano, havia grande regozijo. Em 1939, Pacelli já havia se tornado papa, com o nome de Pio XII. Enquanto os exércitos nazistas se colocavam ao redor de Moscou, Pio XII, dirigindo-se a Portugal, apressava os católicos a orar pela rápida realização da promessa da "senhora"` de Fátima. Mas... o tiro saiu pela culatra!

A "senhora" perdeu a guerra e o império nazi-fascista se evaporou, após o colapso de Hitler. Em 1945, a II Guerra Mundial terminou e a Rússia, para vexatória surpresa de Pio XII e de sua "senhora", emergiu como a segunda maior potência mundial. Conclusão: a "senhora" de Fátima mentiu em suas ‘profecias’! E agora, como fica?

O autor foi sacerdote católico romano por 22 anos, é batista bíblico, está disponível para realizar conferências evangelísticas, quando convidado. Nada cobra, e que isto fica claro desde já. Já percorreu todos os estados brasileiros dando o seu testemunho de vida NO Senhor, com excelentes resultados, sempre com casa cheia. É autor do livro "Confissões Surpreendentes de um ex-Padre" . Contatos: Rua Carolino de Aquino, 38 – Bairro de Fátima – Fone: (0xx85) 3226.3391 – 60.050-140 – FORTALEZA – CE.

NOZES DURAS DEMAIS PARA APOLOGISTAS CATÓLICOS


Fico admirado com a audácia de alguns apologistas católicos romanos, os quais afirmam que a sua religião está embasada na Bíblia e desafiam os outros a provar-lhes que isso não é verdade. Até mesmo sua igreja admite que o seu ensino não está embasado exclusivamente na Bíblia. As declarações autoritárias do Vaticano II não deixam dúvida sobre isto:

Assim fica claro que a Igreja não retira a sua certeza sobre todas as verdades somente das Sagradas Escrituras. Por isso, tanto a Escritura como a Tradição devem ser aceitas e honradas com iguais sentimentos de devoção e reverência” (Constituição Dogmática sobre a Revelação Divina, cap. 2,9, p. 682).

As palavras não poderiam ser mais claras. A própria Roma não afirma que os seus ensinos sejam embasados somente na Bíblia. Mesmo assim, existem muitos apologistas católicos que estão afirmando isso. Eles são especialmente ativos na Internet e recebo notícias dos mesmos numa base regular, visto como tenho muitos artigos contra o Romanismo em meu website.

Vamos ver algumas das nozes duras demais para esses apologistas católicos conseguirem mastigar. Meu desafio é este: Mostrem-me na Bíblia onde esses proeminentes ensinos católicos são encontrados.

01. - Onde se encontra na Bíblia Pedro assumindo o exercendo o papel de papa católico?

02. - Onde a Bíblia diz que as igrejas primitivas tratavam Pedro como papa?

03. - Onde a Bíblia diz que um homem era a cabeça de todas as igrejas?

04. - Onde a Bíblia diz que Deus estabeleceu um sacerdócio especial para as igrejas, que fosse separado do sacerdócio dos crentes?

05. - Onde a Bíblia descreve o ofício de tais sacerdotes nas igrejas primitivas?

06. - Onde a Bíblia diz que os sacerdotes do Novo Testamento eram ordenados segundo a ordem de Melquisedeque?

07 - Onde se encontra na Bíblia a exigência de que os pastores fossem celibatários?

08. - Onde a Bíblia diz que os apóstolos transferiram sua autoridade através da sucessão?

09. - Onde a Bíblia fornece regras para a sucessão apostólica? Existem regras para pastores e diáconos, mas onde estão os modelos para um apostolado progressivo?

10. - Onde a Bíblia fala de freiras nas igrejas primitivas?

11. - Onde se encontra na Bíblia alguém orando a Maria ou a qualquer outra pessoa, exceto a Deus?

12. - Onde a Bíblia diz que Maria é Mãe de Deus?

13. - Onde a Bíblia diz que Maria é a Rainha do Céu?

14. - Onde se encontra na Bíblia o ensino de que Maria nasceu imaculada?

15. - Onde se encontra na Bíblia o batismo de uma criança, a qual é jovem demais para crer em Cristo?

16. Onde a Bíblia ensina que a igreja pode identificar pessoas mortas como santos e em seguida orar a elas?

17. - Onde a Bíblia ensina que uma pessoa morta pode interceder pelos vivos?

18. - Onde a Bíblia ensina sobre o purgatório?

19. - Onde a Bíblia ensina que as pessoas deveriam usar os ossos de homens falecidos de qualquer maneira religiosa?

20. - Onde a Bíblia ensina que as igrejas primitivas usavam indulgências?

21. - Onde se encontra na Bíblia qualquer exemplo de missa católica sendo executada ou até mesmo descrita? Se Cristo estabeleceu a missa e se ela é essencial à fé cristã, segundo Roma afirma, por que não existe exemplo algum da mesma no Livro de Atos e nas epístolas do Novo Testamento?

22. - Onde se encontram na Bíblia os cristãos tomando a Ceia do Senhor, compartilhando somente do pão, sem o vinho ou o suco de uva?

23. - Onde na Bíblia, Paulo - ou qualquer outro dos líderes da igreja primitiva - ensina que existem sete sacramentos?

24. - Onde na Bíblia encontramos as igrejas praticando o sacramento da confirmação [ou crisma]?

25. - Onde na Bíblia encontramos as igrejas praticando qualquer tipo de extrema unção ou últimos ritos, como sacramento?

26. - Onde se encontra na Bíblia a oração do rosário?

27. - Onde se encontra na Bíblia que as igrejas do Novo Testamento teriam realizado elaborados rituais e cerimônias, segundo modelo de Roma?

28. - Onde se encontra na Bíblia que o quartel general da igreja deveria ser em Roma?

A última dura noz é um pouco diferente, pois nada tem a ver com encontrar-se o Catolicismo Romano na Bíblia. É uma questão que o nosso amigo Brian Snider compartilhou conosco:

Durante os últimos 1.700 anos, a Igreja Católica Romana levou à morte centenas de milhares de pessoas por ela consideradas hereges - judeus, católicos dissidentes, protestantes, anabatistas, hussitas, lolardos, valdenses, albigenses, e muitos outros em terras longínquas, os quais se recusaram a converter-se à “única igreja verdadeira”. Pois hoje a ICR chama as pessoas que mantêm essas mesmas opiniões de “irmãos separados”, ensinando ser errado perseguir alguém por causa de sua crença religiosa. Qual das duas é “a igreja verdadeira?” A igreja que matava os que não acatavam os seus ensinos ou a igreja que aceita agora outros cristãos - e até mesmo outras religiões - como caminhos alternativos para o céu?

Conclusão:

Se você é um católico romano, por favor, entenda que não o odiamos. Pelo contrário, nós o amamos tanto que mostramos a verdade sobre Roma, de modo que você possa ver os seus erros e se voltar para uma fé bíblica em Cristo. Nosso desejo e oração a Deus é para que você possa ser salvo. O perdão de pecados e a vida eterna são um dom adquirido por Jesus Cristo na cruz do calvário e Ele lhe oferece hoje este dom. É algo que você precisa experimentar para ganhar. Como pecador, você jamais poderá fazer o bastante para ganhar o favor de Deus. Não é algo que uma igreja possa ganhar para você. Não é algo que você possa receber através de um ritual de igreja, como o batismo e a confirmação. A salvação vem pela gratuita e eterna misericórdia de Deus, através de Jesus Cristo e Ele está pronto e habilitado a receber todo pecador que venha até Ele, em arrependimento e fé. A Bíblia diz que você sabe que tem a vida eterna, neste exato momento, hoje.

“Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.”

(1 João 5:12-13).

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

“Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra”(Romanos 11:6).

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30).

Artigo de David Cloud

Traduzido por Mary Schultze